LOL! Depois do inglês técnico, daquele-cujo-nome-não-podemos-pronunciar, ainda nos conseguimos surpreender com os dotes linguísticos dos nossos líderes.
E a Cavaca esteve no seu melhor para ajudar à festa. Esta subserviência é muito triste. Quanto ao Inglês, cada uma fala o que sabe, desde que não seja o Sócrates 🙂
Leonor, eu brinco com o assunto mas confesso que o mau inglês é o que menos me preocupa. O Mário Soares sempre foi péssimo em línguas e não foi por isso menos respeitado no estrangeiro. Dramático mesmo é o total desinteresse do discurso do nosso presidente. Esta gud cambinaixon de rolhas portuguesas e vinhos australianos é de uma pobreza confrangedora.
Não discuto o ingles… é tão mau como seria o australiano a discursar em português… Agora, quanto às rolhas tem toda a razão, visto ser a vinicultura australiana a maior detractora da “rolha de cortiça” a favor da de plástico!
“Aprenda.. que o Cavaco e o Amorim não duram sempre”
Meu caro AMendes, é exactamente por saber isso que acho esta “lição” confrangedora… ou acha que os vinicultores australianos desconhecem a existência da cortiça, ou que escolheram as rolhas sintéticas (mal ou bem, não é isso que está em questão) sem terem feito experiências com ambas as alternativas? O tom de mestre-escola de Cavaco Silva a dizer o óbvio é que me enerva, se quer saber. O inglês é o menos.
LOL! ainda nos conseguimos surpreender com os dotes linguísticos dos nossos líderes.
Depois do inglês técnico, daquele-cujo-nome-não-podemos-pronunciar,
Haja alguma coisa que nos divirta, André.
Ai laiquede tu si de farste leidi plenting de tri. Xi uós épi and láfingue.
Indid. Inspaite ofe de colde, xi uós láfingue a lote.
Bicóse ofe de niú ortográfic agrímant, ai forgóte tu pute de éxantes óne “láiquede” and “lêidi”. Ai âupe iu donte leveite a mal.
Néver, mai frénde. Ai dide de seime, calha bem.
😉
E a Cavaca esteve no seu melhor para ajudar à festa. Esta subserviência é muito triste.
Quanto ao Inglês, cada uma fala o que sabe, desde que não seja o Sócrates 🙂
Leonor, eu brinco com o assunto mas confesso que o mau inglês é o que menos me preocupa. O Mário Soares sempre foi péssimo em línguas e não foi por isso menos respeitado no estrangeiro. Dramático mesmo é o total desinteresse do discurso do nosso presidente. Esta gud cambinaixon de rolhas portuguesas e vinhos australianos é de uma pobreza confrangedora.
Não discuto o ingles… é tão mau como seria o australiano a discursar em português…
Agora, quanto às rolhas tem toda a razão, visto ser a vinicultura australiana a maior detractora da “rolha de cortiça” a favor da de plástico!
“Aprenda.. que o Cavaco e o Amorim não duram sempre”
Meu caro AMendes, é exactamente por saber isso que acho esta “lição” confrangedora… ou acha que os vinicultores australianos desconhecem a existência da cortiça, ou que escolheram as rolhas sintéticas (mal ou bem, não é isso que está em questão) sem terem feito experiências com ambas as alternativas? O tom de mestre-escola de Cavaco Silva a dizer o óbvio é que me enerva, se quer saber. O inglês é o menos.
Inteiramente de acordo, Ana. Esta de andarem atentar vender o país por aí fora é muito constrangedora.
Esse é que é o drama, Ana.
Parece-me que a pronúncia correcta seria Gud Logde, não?
Pugquê?
Pogue o Senhog Pgesidente tem um pgoblema de digção.
Ora essa, eu acho que os dois estão como peixe na água a cavar terra e a pô-la na pá…
PS- Com o maior respeito pelos agricultores!
Eu ouvi o discurso e, com o seu sotaque mais britânico, o nosso presidente acabou mesmo foi a tentar vender o nosso good cock.