Aí está a prova que eles não nos governam, governam-se. Como pode um país pobre, dar-se ao luxo de tais gastos e pedir aos seus cidadãos para fazerem sacrifícios? Eles que vão ao parlamento canadiano em ottawa e vejam o parque automóvel dos ministros, é que o parque automóvel deles, é constituído por carros utilitários. Porque nunca se fala dos bons exemplos de outros países? Porque razão o Primeiro Ministro e Presidente da República, quando vão de férias precisam de guarda-costas? Se querem segurança paguem-na. Nos países nórdicos os governantes não andam de guarda-costas. Era bom que os jornalistas quando entrevistam os políticos deste país, os confrontassem com estas realidades, mas infelizmente nunca o fazem.
Da noticia: “seis eram motociclos para emergência médica, cinco monovolumes para os serviços prisionais, 61 para as forças de segurança, dois para as forças armadas e um para a proteção civil.”
O Delito é agora uma espécie de Correio da Manhã 2…?
Dito assim parece que andaram a comprar carros de alta cilindrada … como um certo Mercedes que se comprou para receber o presidente da Comissão Europeia no tempo do ‘porreiro pá’ … mas parece que esse exorbitante valor foi despendido em carros de segurança o que, a meu ver, dá uma cor um pouco diferente à noticia, certo?
Num país onde este (des)governo tira literalmente da boca o pão que (não) alimenta muita gente – desempregados, pensionistas, detentores de RSI, e a muitos que por enquanto ainda têm trabalho… – não é capaz de, mesmo para forças de segurança e emergência médica, agarrar no parque automóvel existente, a começar pelo carro de ministros que dizem não poder cancelar contratos, e entregar parte desses automóveis aos locadores e solicitar a substituição dessas viaturas por outras para cobrir essas tais necessidades. Isto está cada vez mais nojento, e só revela que sobre gestão e ideias para gerir eles não têm nada de nada na cabeça, nunca tiveram.
Pelas minhas contas dá18.700 € (aprox.) por viatura, o que não me parece nada excessivo (o valor quase de certeza que inclui IVA e impostos que, em termos práticos, não contam) mas tendo em conta, como aliás já foi apontado num comentário anterior, o destino dos veículos.
Choca-me mais – e pegando na notícia de ontem do “i” – os gastos com escritórios de advogados.
Bolas, tantos assim nem o Cristiano Ronaldo.
Aí está a prova que eles não nos governam, governam-se. Como pode um país pobre, dar-se ao luxo de tais gastos e pedir aos seus cidadãos para fazerem sacrifícios? Eles que vão ao parlamento canadiano em ottawa e vejam o parque automóvel dos ministros, é que o parque automóvel deles, é constituído por carros utilitários. Porque nunca se fala dos bons exemplos de outros países? Porque razão o Primeiro Ministro e Presidente da República, quando vão de férias precisam de guarda-costas? Se querem segurança paguem-na. Nos países nórdicos os governantes não andam de guarda-costas. Era bom que os jornalistas quando entrevistam os políticos deste país, os confrontassem com estas realidades, mas infelizmente nunca o fazem.
Porquê “Gorduras do Estado”??
Da noticia: “seis eram motociclos para emergência médica, cinco monovolumes para os serviços prisionais, 61 para as forças de segurança, dois para as forças armadas e um para a proteção civil.”
O Delito é agora uma espécie de Correio da Manhã 2…?
miguel
Dito assim parece que andaram a comprar carros de alta cilindrada … como um certo Mercedes que se comprou para receber o presidente da Comissão Europeia no tempo do ‘porreiro pá’ … mas parece que esse exorbitante valor foi despendido em carros de segurança o que, a meu ver, dá uma cor um pouco diferente à noticia, certo?
Num país onde este (des)governo tira literalmente da boca o pão que (não) alimenta muita gente – desempregados, pensionistas, detentores de RSI, e a muitos que por enquanto ainda têm trabalho… – não é capaz de, mesmo para forças de segurança e emergência médica, agarrar no parque automóvel existente, a começar pelo carro de ministros que dizem não poder cancelar contratos, e entregar parte desses automóveis aos locadores e solicitar a substituição dessas viaturas por outras para cobrir essas tais necessidades.
Isto está cada vez mais nojento, e só revela que sobre gestão e ideias para gerir eles não têm nada de nada na cabeça, nunca tiveram.
Caro Pedro Correia,
Pelas minhas contas dá18.700 € (aprox.) por viatura, o que não me parece nada excessivo (o valor quase de certeza que inclui IVA e impostos que, em termos práticos, não contam) mas tendo em conta, como aliás já foi apontado num comentário anterior, o destino dos veículos.
Choca-me mais – e pegando na notícia de ontem do “i” – os gastos com escritórios de advogados.