7 comentários em ““Gorduras do Estado” (68)”

  1. As PPP não caíram do céu.

    Esta mesma populaça (e que cujos pais já durante 48 anos foi instruída que a coisinha pública não custa dinheiro e é “dada” pelo tiranete a que se deve reverência porque “generoso”) batia palmas e marcava cruzes nuns tipos porreiros que de concelhia em concelhia, de distrital em distrital esganiçavam-se por um empreguinho “político” e com promessas que nem os netos deles cuidariam.

    Numa PPP, brinca-se com o futuro, aldrabando o controlo democrático do dinheiro (pelo Orçamento).
    Como se vê, é uma mentalidade de mais de 20 anos.
    Ponto.
    Coincidentemente, a primeira foi na Vasco da Gama…
    Duas notas para acabar:
    1.- Qualquer jurista com dois dedos de testa sabe que não há contratos bloqueados;
    2.- A pressuposição negocial na altura é diversa de agora e isso tem uma resposta jurídica. Que esperam?

    1. O comentário anterior é meu. Hoje deu-me para comentar em vários postais deste blogue e, segundo me parece, ter-me-ei esquecido em todos(?) eles de me identificar.

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