Esta mesma populaça (e que cujos pais já durante 48 anos foi instruída que a coisinha pública não custa dinheiro e é “dada” pelo tiranete a que se deve reverência porque “generoso”) batia palmas e marcava cruzes nuns tipos porreiros que de concelhia em concelhia, de distrital em distrital esganiçavam-se por um empreguinho “político” e com promessas que nem os netos deles cuidariam.
Numa PPP, brinca-se com o futuro, aldrabando o controlo democrático do dinheiro (pelo Orçamento). Como se vê, é uma mentalidade de mais de 20 anos. Ponto. Coincidentemente, a primeira foi na Vasco da Gama… Duas notas para acabar: 1.- Qualquer jurista com dois dedos de testa sabe que não há contratos bloqueados; 2.- A pressuposição negocial na altura é diversa de agora e isso tem uma resposta jurídica. Que esperam?
O comentário anterior é meu. Hoje deu-me para comentar em vários postais deste blogue e, segundo me parece, ter-me-ei esquecido em todos(?) eles de me identificar.
As PPP não caíram do céu.
Esta mesma populaça (e que cujos pais já durante 48 anos foi instruída que a coisinha pública não custa dinheiro e é “dada” pelo tiranete a que se deve reverência porque “generoso”) batia palmas e marcava cruzes nuns tipos porreiros que de concelhia em concelhia, de distrital em distrital esganiçavam-se por um empreguinho “político” e com promessas que nem os netos deles cuidariam.
Numa PPP, brinca-se com o futuro, aldrabando o controlo democrático do dinheiro (pelo Orçamento).
Como se vê, é uma mentalidade de mais de 20 anos.
Ponto.
Coincidentemente, a primeira foi na Vasco da Gama…
Duas notas para acabar:
1.- Qualquer jurista com dois dedos de testa sabe que não há contratos bloqueados;
2.- A pressuposição negocial na altura é diversa de agora e isso tem uma resposta jurídica. Que esperam?
Campeões a “engonhar”.
Esta é tão irónica, tão irónica… que ninguém teve ainda coragem de comentar.
O comentário anterior é meu. Hoje deu-me para comentar em vários postais deste blogue e, segundo me parece, ter-me-ei esquecido em todos(?) eles de me identificar.
três pêzes por demais provocatórios. desculpe, Pedro Correia, mas passo.
Também eu queria passar, Gui, mas não consigo. Estamos metidos neste colete-de-forças até ao tutano.
é verdade 🙁