5 comentários em ““Gorduras do Estado” (61)”

  1. Caríssimo Pedro Correia,

    neste caso não é gordura, pois o chocolate é conhecido como um aliemento que ajuda o corpo humano a produzir uma substância que melhora a sua sensação de bem estar, o que, atendendo aos tempos de austeridade que correm……
    …… é mais do que justificado.

  2. No linque, note a seguinte frase, que contem o mesmo erro de português sobre o qual estávamos a discutir há um bocado:

    divulgámos que o presidente do INATEL, Vítor Ramalho, tinha pago cinco mil euros por uma entrevista a uma revista

    Em bom português deveria ser “tinha pagado”.

    1. Caro consolente:

      Participio passado do verbo “pagar”:

      Pagado ou pago

      ex. O Luis tinha pago 2.000 Euros de estrume para a lavoura

      ou idem : pagado

      Percebeu?

    2. Comentário interessante embora pessoalmente o tivesse (a)pagado.

      O que choca, embrutece e indigna é que desde há uns anos, não só devido ao Pordata como a um ligeiramente? mais fácil acesso às contas públicas, todas estas (n+1) situações se repetem não obstante, eternizam-se como se fizessem parte da matéria solidificada do exercício das funções directivas/presidenciais ministeriais.

      Não há vergonha do acto nem receio da consequência.

      Fique bem Pedro

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