neste caso não é gordura, pois o chocolate é conhecido como um aliemento que ajuda o corpo humano a produzir uma substância que melhora a sua sensação de bem estar, o que, atendendo aos tempos de austeridade que correm…… …… é mais do que justificado.
Comentário interessante embora pessoalmente o tivesse (a)pagado.
O que choca, embrutece e indigna é que desde há uns anos, não só devido ao Pordata como a um ligeiramente? mais fácil acesso às contas públicas, todas estas (n+1) situações se repetem não obstante, eternizam-se como se fizessem parte da matéria solidificada do exercício das funções directivas/presidenciais ministeriais.
Não há vergonha do acto nem receio da consequência.
Caríssimo Pedro Correia,
neste caso não é gordura, pois o chocolate é conhecido como um aliemento que ajuda o corpo humano a produzir uma substância que melhora a sua sensação de bem estar, o que, atendendo aos tempos de austeridade que correm……
…… é mais do que justificado.
A sério? Vou fazer as malas e mudar-me para lá!
No linque, note a seguinte frase, que contem o mesmo erro de português sobre o qual estávamos a discutir há um bocado:
divulgámos que o presidente do INATEL, Vítor Ramalho, tinha pago cinco mil euros por uma entrevista a uma revista
Em bom português deveria ser “tinha pagado”.
Caro consolente:
Participio passado do verbo “pagar”:
Pagado ou pago
ex. O Luis tinha pago 2.000 Euros de estrume para a lavoura
ou idem : pagado
Percebeu?
Comentário interessante embora pessoalmente o tivesse (a)pagado.
O que choca, embrutece e indigna é que desde há uns anos, não só devido ao Pordata como a um ligeiramente? mais fácil acesso às contas públicas, todas estas (n+1) situações se repetem não obstante, eternizam-se como se fizessem parte da matéria solidificada do exercício das funções directivas/presidenciais ministeriais.
Não há vergonha do acto nem receio da consequência.
Fique bem Pedro