Isto de falar sem se saber do que se fala e avançar para o populismo e para o que as pessoas querem ouvir é muito bonito. O pior é a realidade.
O relvado é para a sede do concelho que tem 3410 habitantes. O clube da terra tem uma série de miúdos a jogar futebol nos seus tempos livres.
Quer que os miúdos, só porque vivem no Alentejo, joguem no saibro ou na terra batida?
Ou quer que se faça tudo em Lisboa e que se lixe a igualdade de oportunidades para as populações do interior?
É que aqui já não há urgências, não há maternidades, não há cirurgias, não há PT, EDP, a TV Digital vê-se mal, as freguesias e os tribunais são para acabar. O investimento do Estado central aqui é nulo e depois ainda se queixam hipocritamente da desertificação do interior. Como se o Estado e a opinião pública não fossem os principais culpados.
Pensem nisto tudo antes de criticar uma porcaria de um relvado sintético enquanto em Gaia se querem fazer mais uma data de pontes. Sabe porquê? Porque o problema, o problema é que o Alentejo vale tantos deputados como uma freguesia de Lisboa.
Dizer que um investimento do municipio foi gasto numa freguesia é o mesmo que dizer que o dinheiro todo dispendido no Terreiro do Paço foi gasto em duas freguesias que somadas não dão 2 000 habitantes. Ou o dinheiro gasto nas praças do Rossio e da Figueira não se justifica numa freguesia que só tem 891 habitantes. Como vê é uma idiotice fazer afirmações desta natureza.
Fazer uma rede de esgotos e de águas numa aldeia do interior é muito mais caro do que infraestruturar uma rua de Lisboa com o dobro da população daquela aldeia. O que fazemos? Não têm direito à água e aos esgotos?
Resta saber se o município tem dinheiro, ou dívidas. Se tem dinheiro e receitas que cubram a manutenção anual do espaço, nada a dizer. Se envolver endividamento, aí a coisa devia piar mais fino. Quanto ao livro, também conheço umas quantas situações que só iriam enriquecer o livro. 🙂 Mas também não podemos encarar isto como uma caça às bruxas, em que tu “parece” mal.
E assim se vê a loucura tuga. Pelo primeiro comentário onde só se salva a critica a Gaia.
“Quer que os miúdos, só porque vivem no Alentejo, joguem no saibro ou na terra batida?”
E? Qual a desgraça? Se não se produz riqueza suficiente para comprar relvado – e depois mantê-lo – joga-se em terra batida. Seja no Alentejo ou noutro lugar. E depois?
Neste país de loucos a seguir vamos ouvir alguém lamentar-se de desemprego e fome.
Isto de falar sem se saber do que se fala e avançar para o populismo e para o que as pessoas querem ouvir é muito bonito. O pior é a realidade.
O relvado é para a sede do concelho que tem 3410 habitantes. O clube da terra tem uma série de miúdos a jogar futebol nos seus tempos livres.
Quer que os miúdos, só porque vivem no Alentejo, joguem no saibro ou na terra batida?
Ou quer que se faça tudo em Lisboa e que se lixe a igualdade de oportunidades para as populações do interior?
É que aqui já não há urgências, não há maternidades, não há cirurgias, não há PT, EDP, a TV Digital vê-se mal, as freguesias e os tribunais são para acabar. O investimento do Estado central aqui é nulo e depois ainda se queixam hipocritamente da desertificação do interior. Como se o Estado e a opinião pública não fossem os principais culpados.
Pensem nisto tudo antes de criticar uma porcaria de um relvado sintético enquanto em Gaia se querem fazer mais uma data de pontes. Sabe porquê? Porque o problema, o problema é que o Alentejo vale tantos deputados como uma freguesia de Lisboa.
Tem toda a razão, compadre! É caso para dizermos que Portugal é Lisboa, e o resto é paisagem…
Limpe-se ao guardanapo que o primeiro comentador deixou ficar e faça o trabalho de casa, já agora a câmara é do PSD.
Dizer que um investimento do municipio foi gasto numa freguesia é o mesmo que dizer que o dinheiro todo dispendido no Terreiro do Paço foi gasto em duas freguesias que somadas não dão 2 000 habitantes. Ou o dinheiro gasto nas praças do Rossio e da Figueira não se justifica numa freguesia que só tem 891 habitantes. Como vê é uma idiotice fazer afirmações desta natureza.
Fazer uma rede de esgotos e de águas numa aldeia do interior é muito mais caro do que infraestruturar uma rua de Lisboa com o dobro da população daquela aldeia. O que fazemos? Não têm direito à água e aos esgotos?
Resta saber se o município tem dinheiro, ou dívidas. Se tem dinheiro e receitas que cubram a manutenção anual do espaço, nada a dizer. Se envolver endividamento, aí a coisa devia piar mais fino.
Quanto ao livro, também conheço umas quantas situações que só iriam enriquecer o livro. 🙂
Mas também não podemos encarar isto como uma caça às bruxas, em que tu “parece” mal.
E assim se vê a loucura tuga. Pelo primeiro comentário onde só se salva a critica a Gaia.
“Quer que os miúdos, só porque vivem no Alentejo, joguem no saibro ou na terra batida?”
E? Qual a desgraça?
Se não se produz riqueza suficiente para comprar relvado – e depois mantê-lo – joga-se em terra batida. Seja no Alentejo ou noutro lugar.
E depois?
Neste país de loucos a seguir vamos ouvir alguém lamentar-se de desemprego e fome.