Pedro, se calhar o DL 111/2012 de 23 de Maio, não vai ajudar a mudar absolutamente nada nesse “departamento”. Se o que está lá escrito é o que parece, o governo deixou cair uma das suas bandeiras: a renegociação dos contractos altamente onerosos para os nossos bolsos, isso é inadmissivel, e dá razão aos que dizem que o governo é forte com os fracos e fraco com os fortes. Temos direito a uma explicação, e rápidamente!
Gostei do ponto de situação feito por Manuela Ferreira Leite (com António Barreto), no outro dia. Relembrando que o conceito de PPP nãoé perverso: é bom. É até muito bom, digo eu. E ela pode afirmá-lo porque não tem pés de barro na matéria. Infelizmente, fomos governados por um bando de doidos inconscientes, incultos e deslumbrados. Atiraram-se ao modelo como novos ricos. Fabricaram em série um protótipo que exigia cuidados e sobretudo ciência técnica. Como não a tinham, foi no que deu.
Pedro, se calhar o DL 111/2012 de 23 de Maio, não vai ajudar a mudar absolutamente nada nesse “departamento”.
Se o que está lá escrito é o que parece, o governo deixou cair uma das suas bandeiras: a renegociação dos contractos altamente onerosos para os nossos bolsos, isso é inadmissivel, e dá razão aos que dizem que o governo é forte com os fracos e fraco com os fortes. Temos direito a uma explicação, e rápidamente!
Gostei do ponto de situação feito por Manuela Ferreira Leite (com António Barreto), no outro dia. Relembrando que o conceito de PPP nãoé perverso: é bom. É até muito bom, digo eu.
E ela pode afirmá-lo porque não tem pés de barro na matéria.
Infelizmente, fomos governados por um bando de doidos inconscientes, incultos e deslumbrados. Atiraram-se ao modelo como novos ricos. Fabricaram em série um protótipo que exigia cuidados e sobretudo ciência técnica.
Como não a tinham, foi no que deu.