Passo…. ao largo, Leonor. A começar pela pose, passando pela dupla tatuagem/pulseira (oh Deus!) e acabar no penteado.. gosto deles despenteados, que quer?
O Talento deve ter fugido para o braço! Não sei porquê mas…. tatuagens………cheiram-me a pessoas marcadas. Claro que o corpo é de cada um, e as pessoas fazem aquilo que quiserem com o seu corpo. Se estão expostos também posso “opinar”! Cheira-me a droga, cadeia, pessoa com dono (Caso da Playboy ), as abelhinhas tatuadas num certo sitio (no meu tempo queria dizer que a portadora da abelhinha tinha dona).
Só passou a ser retrógrado desde a aprovação da lei, que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Mas continuo a dizer que a mim cheira-me a pessoa com dono.
Por acaso até são. Já nada é eterno, muito menos a tinta da china.
Este é que me parece um comentário retrógrado. Não sou nem nunca tive experiências homossexuais, nunca me droguei, nunca estive preso, marcado, só pela aliança que uso, por opção e respeito pela mulher que partilha a minha vida e… as minhas tatuagens. Também não uso o cabelo em pé. Serei um gajo anormal??? Devo ser… pois
Assim entendo. Tenho uma bela e invulgar moto de colecção, mas ando pouco…
Faz mal, devia andar mais. Mesmo sendo a mota de colecção e tendo de ser obrigatoriamente poupada, umas voltinhas fazem esquecer os motivos que lhe metem os cabelos em pé. Mais que não fosse, por usar o “carolo”. Já agora, que mota é?
O clima por aqui não permite muito, porque elça nem é antiga. É uma Suzuki SW-1, uma série limitada de 1991 que quase não foi exportada, única na Europa, um modelo ‘jubileu’ comemorativo. Pode vê-la aqui http://www.suzukicycles.org/SW-1.shtml e também detalhada aqui http://my.reset.jp/~inu/ProductsDataBase/Products/SUZUKI/SW-1/SW-1.htm
Tenho uma Pan European, só porque a Suzuki não tem uma mota parecida, mas tenho uma Intruder 250 também na garagem. É a minha marca de eleição. Mas confesso que esse seu modelo nunca tinha visto. Uma verdadeira mota de cidade. A alternativa, nem os carros eléctricos conseguirão ser tão eficientes. Nem mesmo sem tatuagens…
Uau! essa sim, é uma beleza! :))
Gostou?
E o meu Pai que teve uma Matchless 350, importada “dentro do caixote” e montada com o amigo e engº mecânico Zé Canelas,com umas pequenas alterações a condizer,isto por meados dos anos 40.Depois vendida para comprar o primeiro carro,perto do casamento,um Fiat500 “topolino” aí por 1951/52. Quando vejo as fotos,especialmente a da moto,tenho vontade de chorar de …raiva nostálgica !! Haverá disso ??
Claro que há, Fernando.
Há Fernando, há. Às vezes dá uma raiva tremenda, a sensação de perda, saber que algo que nos deu tanto prazer, está na pose de outro (juro que estou a falar de motas). Tive mota SÓ aos 32 anos, e 5 anos depois, fui “obrigado” a trocar a minha paixão de sempre, a GSX R, pela Pan. Não me arrependo da troca, mas preferia que tivesse sido só, aquisição.
Pois, olhe, já somos dois. “Cheira-me” que o autor daquele comentário tem alguns sentimentos reprimidos. Já ouvi duras críticas no que diz respeito à minha opção de visual, mas nunca ouvi uma coisa tão idiota.
Helena, tenho que pedir-lhe desculpa, mas ler as coisas na diagonal dá nisto. Não me apercebi que também estava a criticar… o “sentimento reprimido”. Realmente há coisa que não entendo. Já vi muitos drogados e “afins” sem tatuagens, o que nos leva a ficar num dilema. Quem será mais normal? Pronto, eu confesso. Como sou “buéda” (uiii, que termo neste blog) feio, pensei que com uns rabiscos poderia ficar mais… apresentável.
Se calhar não. Mas olhe, que se calhar também lhe poderia ensinar algumas coisas. Um parafuso às vezes resulta, só depende do material que é feito. Cada um tem a sua opinião, e mesmo depois de ter lido todos estes comentários, continuo a não gostar de tatuagens e a pensar da mesma forma. Há um amigo meu, já lá vão uns anos, dizia: “Cada um é como cada qual e ninguém é como evidentemente”. E já agora…O que é que o século tem a ver com o gosto de cada um?
Coincidência, cara Leonor. Foi a escolha hoje da rubrica musical do meu blogue.
Um bom dia para si.
Hum…
Bom fim de dia, João.
O gajo tem um braço com defeito?
Para quem?
E para quem há-de ser? Se sou eu a autora desta série, será para quem?
Exactamente por ser a Leonor a autora.
Se fosse “um Leonardo” já faria mais sentido…
Deixe lá, foi piadinha, mas não teve, eu sei
Está bem , eu deixo 🙂
Perdoado então… uffff.
Talentoso, sem dúvida. Giro… bom, digamos que o rapazinho não é a minha praia.
😉
Mas não é mau de todo convenhamos 🙂
Passo…. ao largo, Leonor. A começar pela pose, passando pela dupla tatuagem/pulseira (oh Deus!) e acabar no penteado.. gosto deles despenteados, que quer?
Pode ser que o próximo agrade mais, Ariel. Desde que não sejam despenteados mentais está tudo bem. Mas olhe que este tem uns abdominais…
Despenteados mentais nem vê-los Leonor, não há pachorra. Eu é mais despenteá-los… Cá estaremos então para analisar a próxima aquisição…
:))
:))
Faço minhas as palavras do primeiro post de João Carvalho.
Hehe…
O Talento deve ter fugido para o braço! Não sei porquê mas…. tatuagens………cheiram-me a pessoas marcadas. Claro que o corpo é de cada um, e as pessoas fazem aquilo que quiserem com o seu corpo. Se estão expostos também posso “opinar”! Cheira-me a droga, cadeia, pessoa com dono (Caso da Playboy ), as abelhinhas tatuadas num certo sitio (no meu tempo queria dizer que a portadora da abelhinha tinha dona).
Que coisa mais retrógada!
Só passou a ser retrógrado desde a aprovação da lei, que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Mas continuo a dizer que a mim cheira-me a pessoa com dono.
E, já agora, cheira-lhe melhor ou pior do que as pessoas que usam aliança a afirmar que têm “dono”?
As tatuagens são descartáveis?
Por acaso até são. Já nada é eterno, muito menos a tinta da china.
Este é que me parece um comentário retrógrado.
Não sou nem nunca tive experiências homossexuais, nunca me droguei, nunca estive preso, marcado, só pela aliança que uso, por opção e respeito pela mulher que partilha a minha vida e… as minhas tatuagens. Também não uso o cabelo em pé.
Serei um gajo anormal??? Devo ser… pois
A parte do cabelo é que me intriga, Tozé. Num momento da vida nacional que é de ficar com os cabelos em pé, como é que consegue?
Ando muito de mota e como sabe, o uso de capacete é obrigatório.
Assim entendo. Tenho uma bela e invulgar moto de colecção, mas ando pouco…
Faz mal, devia andar mais. Mesmo sendo a mota de colecção e tendo de ser obrigatoriamente poupada, umas voltinhas fazem esquecer os motivos que lhe metem os cabelos em pé.
Mais que não fosse, por usar o “carolo”.
Já agora, que mota é?
O clima por aqui não permite muito, porque elça nem é antiga. É uma Suzuki SW-1, uma série limitada de 1991 que quase não foi exportada, única na Europa, um modelo ‘jubileu’ comemorativo. Pode vê-la aqui e/Products/SUZUKI/SW-1/SW-1.htm
http://www.suzukicycles.org/SW-1.shtml
e também detalhada aqui
http://my.reset.jp/~inu/ProductsDataBas
Tenho uma Pan European, só porque a Suzuki não tem uma mota parecida, mas tenho uma Intruder 250 também na garagem. É a minha marca de eleição. Mas confesso que esse seu modelo nunca tinha visto. Uma verdadeira mota de cidade.
A alternativa, nem os carros eléctricos conseguirão ser tão eficientes.
Nem mesmo sem tatuagens…
Uau! essa sim, é uma beleza!
:))
Gostou?
E o meu Pai que teve uma Matchless 350, importada “dentro do caixote” e montada com o amigo e engº mecânico Zé Canelas,com umas pequenas alterações a condizer,isto por meados dos anos 40.Depois vendida para comprar o primeiro carro,perto do casamento,um Fiat500 “topolino” aí por 1951/52. Quando vejo as fotos,especialmente a da moto,tenho vontade de chorar de …raiva nostálgica !! Haverá disso ??
Claro que há, Fernando.
Há Fernando, há. Às vezes dá uma raiva tremenda, a sensação de perda, saber que algo que nos deu tanto prazer, está na pose de outro (juro que estou a falar de motas).
Tive mota SÓ aos 32 anos, e 5 anos depois, fui “obrigado” a trocar a minha paixão de sempre, a GSX R, pela Pan.
Não me arrependo da troca, mas preferia que tivesse sido só, aquisição.
Pois, olhe, já somos dois. “Cheira-me” que o autor daquele comentário tem alguns sentimentos reprimidos. Já ouvi duras críticas no que diz respeito à minha opção de visual, mas nunca ouvi uma coisa tão idiota.
Helena, tenho que pedir-lhe desculpa, mas ler as coisas na diagonal dá nisto. Não me apercebi que também estava a criticar… o “sentimento reprimido”.
Realmente há coisa que não entendo. Já vi muitos drogados e “afins” sem tatuagens, o que nos leva a ficar num dilema.
Quem será mais normal?
Pronto, eu confesso. Como sou “buéda” (uiii, que termo neste blog) feio, pensei que com uns rabiscos poderia ficar mais… apresentável.
Zeparafuso? E tem todos, de certeza? Estamos no século XXI!!!
Se calhar não. Mas olhe, que se calhar também lhe poderia ensinar algumas coisas. Um parafuso às vezes resulta, só depende do material que é feito. Cada um tem a sua opinião, e mesmo depois de ter lido todos estes comentários, continuo a não gostar de tatuagens e a pensar da mesma forma. Há um amigo meu, já lá vão uns anos, dizia: “Cada um é como cada qual e ninguém é como evidentemente”. E já agora…O que é que o século tem a ver com o gosto de cada um?
Este passo, Leonor.
:)))
Haja quem! Hehe…
Ah pois, o moçoilo era o tema do post. Um bocadito olhos de carneiro mal morto ou pãozito sem sal, mas se calhar as senhoras dirão que blasfemo…
Cá por mim não blasfema nadita…
:)))
Ó meus amigos, é só giro e talentoso, não é muito mas muito giro ou um pedaço de mau caminho. Giro, pronto.
Vamos ver se passa o próximo 🙂
Hum…
Que curiosa fiquei!
:)))
E logo agora que eu não tenho nenhuma foto de corpo inteiro a jeito. serve uma aí de 1956,Verão, quando eu já tinha quase 1 ano…?
E V. tinha a cara assim tão verde porquê?
Hehe…
Quem é este trolha?
Este de camisola interior e ‘amo-te maria’ no braço?
Hehe…
Ah ah ah ah ah
A Leonor que me perdoe…
Olha o Zezé Camarinha! Quase não o reconhecia sem bigode…
Ahahahah!
(Desculpa, Leonor.)