“Só se aceita pedir desculpa quando não se assumem responsabilidades.”
Vieira da Silva, ministro da Economia
8 comentários em “Frases do ano (27)”
Nunca pensei que Vieira da Silva fosse um pensador de tal gabarito!!! O homem é mesmo genial! Parecia-me que o irresponsável é que nunca pede desculpas.
Parece que o sr. Ministro está a tresler. Quando não se assumem responsabilidades, ninguém pede desculpas de nada, como é de regra entre nós. Quando alguém assume a responsabilidade de ter cometido um erro, então pede desculpas, se for pessoa bem formada. Que o Ministro maltrate a economia e as finanças, já estamos habituados. Mas que venha agora maltratar a lógica, já é um pouco irritante. Andam que nem umas baratas tontas, é o que é.
O Sr. ministro, na ânsia de querer dizer qualquer coisa, tropeça nas palavras como diariamente tropeça na Economia e, à imagem de outros seus pares, é apenas mais um a inventar um novo dialecto – o ‘vieirasilvês’. Desta feita, o tropeção está no ‘não’ que, obviamente, está a mais. O que o Sr. ministro quis então dizer foi: “Só se aceita pedir desculpa quando se assumem responsabilidades.” Resta-nos concordar inteiramente consigo e exclamar em coro: “Sim, Senhor Ministro!”
Nunca pensei que Vieira da Silva fosse um pensador de tal gabarito!!! O homem é mesmo genial!
Parecia-me que o irresponsável é que nunca pede desculpas.
Abraço
João
Do Miradouro (http://www.domirante.blogspot.com/)
Também eu pensei isso. Estamos sempre a aprender, não é?
Mas ele não é só genial, como genialês !
Parece que o sr. Ministro está a tresler.
Quando não se assumem responsabilidades, ninguém pede desculpas de nada, como é de regra entre nós.
Quando alguém assume a responsabilidade de ter cometido um erro, então pede desculpas, se for pessoa bem formada.
Que o Ministro maltrate a economia e as finanças, já estamos habituados.
Mas que venha agora maltratar a lógica, já é um pouco irritante.
Andam que nem umas baratas tontas, é o que é.
Agora é que V. disse bem. Acrescento-lhe: não são baratas – são já em saldo…
O Sr. ministro, na ânsia de querer dizer qualquer coisa, tropeça nas palavras como diariamente tropeça na Economia e, à imagem de outros seus pares, é apenas mais um a inventar um novo dialecto – o ‘vieirasilvês’.
Desta feita, o tropeção está no ‘não’ que, obviamente, está a mais. O que o Sr. ministro quis então dizer foi: “Só se aceita pedir desculpa quando se assumem responsabilidades.”
Resta-nos concordar inteiramente consigo e exclamar em coro: “Sim, Senhor Ministro!”
Sabes qual é a diferença? É que teixeira-santês é uma língua e vieira-silvês um dialecto…
É de uma profundidade digna de filósofo grego. Sócrates, por exemplo…