18 comentários em “Frases de 2023 (21)”

  1. Hábil como uma retro-escavadora. Impressionante é um incompetente como ele ter sido levado ao colo este tempo todo.

  2. A arrogância de quem manda calar um jornalista, que se quiser subir na carreira, terá de aprender a fazer as perguntas certas.
    A auto-censura é muito mais eficaz que a censura propriamente dita. Os jornais locais durante o Estado Novo tinham de pagar 4 escudos por cada artigo censurado.

    1. Nunca houve tanta autocensura.
      Começa quase no berço da profissão. Mal são desmamados, os muito jovens jornalistas recebem instruções expressas de vários editores para não fazer ondas e deixá-los dormir descansados.
      ‘Easy living’.

  3. Não há dúvida que a oposição só se sente bem é a encher chouriços. Como é que uma não pergunta consegue transformar um casinho num casão.
    Estamos bem servidos, sim senhor.

    1. Um jornalista impedido de formular uma respeitosa pergunta ao Senhor Presidente do Conselho pelo próprio destinatário dessa pergunta não é “caso”?
      Em ditadura, não. Por ser banal.

      1. Pois, por acaso até era uma pergunta muito inocente, do género de estarem a falar em alhos e o jornalista fazer perguntas em bugalhos.

        1. É melhor distribuírem um guião de perguntas aos jornalistas antes de cada conferência de imprensa.
          Assim fica tudo menos imprevisível e Sua Excelência escusa de andar tão desassossegado.

          1. Os socialistas não têm noção de que são tão fachos como os fachos e como toda a gente bem instalada no poder como no tempo do Salazar. É um problema de massa crítica. Em Portugal, por ser uma terra em que tradicionalmente os escravos gostam de ser escravos e ter um estado abusador a tratar deles, há muito pouca.

          2. O jornalismo em Portugal está de tal maneira que enquanto uns jornalistas apontam para a notícia a maioria olha para o dedo.

  4. A comunicação social é submissa ao Chega e depois admira-se que as pessoas mudem de canal. António Costa esteve bem desta vez.

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