Ramalho Eanes, em entrevista ao jornal Nascer do Sol (13 de Fevereiro)
17 comentários em “Frases de 2021 (5)”
Dito assim, fora de contexto, está certo. Agora dito para justificar a criação de um gabinete de arquitectura paisagística com o respectivo arquitecto e o seu staff de jardineiros assessores, é que parece um bocadinho exagerado.
Ainda por cima, o dito Jardineiro-Mor da actual Câmara, é um saudosista do Bloco de Esquerda. Que encontrou nesses milhões do Erário Público, o afago para tamanha desdita. Dos que dizem, que Portugal não serve para nada, o que é bom é a Liberdade (neste caso, a de Esquerda).
Arquitectos há muitos, mas que percebam de heráldica e floricultura não sei. Ainda punham os corvos lilases ou boganvilias nos castelos. É melhor deixar estar assim.
Bem, ele diz em “certas épocas” e é bom que realcemos este aspecto. Durante quase trezentos anos, Portugal conseguiu firmar e manter a sua independência, mesmo sem império e em tempos muito adversos, como o foram certos momentos do reinado de D. Afonso Henriques, durante o reinado de D. Sancho II, ou a crise de 1383-85.
LIBERDADE ou IDENTIDADE? 1. A afirmação de Ramalho Eanes não serve apenas para Portugal. É a condição da perda de Liberdade de qualquer Identidade. 2. Não haveria a possibilidade de qualquer País ou Nação sem essa perda de Liberdade, que são as Identidades. 3. Porque a Liberdade (seja a apregoada pelos comunistas ou liberais, por os de esquerda ou de direita) serve para justificar tanto o Bem como o Mal; a bondade e a maldade; a corrupção e a honestidade; o roubo e a dádiva; o crime e o altruísmo; a guerra e a paz; o amor e o ódio. 4. Depende do que me apetece, e do que quero, sendo-me qualquer limite imposto uma perda da Liberdade. 5. A Liberdade é, na prática, uma lei-do-mais-forte. Tem-la, quem tem força para a impor aos Outros. Até pode ser, quem sabe, uma ideia fascista imposta pelos mais fortes aos mais fracos, para perpetuarem o seu poder. A Liberdade é, nesse sentido, uma ideia anti-democrática. 6. Onde há na actual Terra um sítio desses, de Liberdade, onde não haja a jurisdição de uma qualquer Identidade (País, Nação, Comunidade)? Onde há um sítio, que não seja dentro de uma “fronteira” e de um “regere fines”? 7. Mesmo que houvesse, a nossa perda de Liberdade, para os afazeres da sobrevivência animal, não seria maior do que a que perdemos para uma Identidade? Mesmo que houvesse, a nossa perda de Liberdade não ocorreria para o mais forte lá do sítio, ou seja, submetida à Liberdade que lhe aprouvesse por causa da maior força que tinha?
Não vejo bem em que é que o império nos ajudou como diz Eanes. Estaríamos como a Catalunha? Então estaríamos melhor! E podemos dizer (nestas matérias parece-me que cada um diz o que lhe vem à cabeça tal como Eanes) que foi o Império que nos deu a democracia? Sem os guerrilheiros do Império teria havido 25 de Abril. Provavelmente não, mas a democracia acabaria por vir. O “se” nestas matérias leva-nos a onde quisermos ir. E por norma cada um vai até onde o seu posicionamento ideológico o conduz. É do+ esperar que uma pessoa de esquerda chegue a uma conclusão, nestes exercícios, diametralmente oposta à de uma de direita (e evito falar de extrema esquerda e extrema direita).
Deviam mandar abaixo todos os símbolos do imperialismo (incluindo Jerónimos, Torre de Belém, Padrão e Palácios construídos com ouro roubado ao Brasil), e substitui-los por monumentos à ética republicana, à igualdade de todos os géneros, e integração do animal de estimação na família tradicional.
Tento muitas vezes imaginar o que seria Portugal se estivesse integrado na Espanha (desde 1580?) com a devida autonomia. Por exemplo, se tivesse a mesma autonomia que os Açores ou a Madeira, ou mais ainda? Ou se se tivesse prosseguido a ideia inicial de Filipe I que até pretendia residir em Lisboa. Estaríamos melhor ou pior. Tendo a crer que melhor. Mas não sei. De certeza que teríamos outro peso político na Europa e não só. Teríamos deputados em Madrid. A língua useira a mesma,Etc. Quem tem ideias mais concretas sobre isto? Os historiadores têm alguma coisa a dizer? Claro, será só imaginação.
O império foi uma das razões do nosso atraso. Com ouro e moeda fácil tudo se comprou ao estrangeiro – Itália, Alemanha, Flandres- , não se dinamizando a indústria nacional. E após a unificação, a Espanha, foi por ele que guerreamos, exauridos, contra meio mundo.
A razão do nosso atraso é outra. É igual ao que fez e faz o actual Regime Abrilista (47 anos)… 1. 16 de fevereiro de 2021: 2. Demitiu-se o vereador da Protecção Civil da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Manuel Castro (PS). O Vereador, juntamente com a directora do departamento de Higiene Urbana, Filipa Penedos (PS), casada com Paulo Penedos (PS) condenado no processo “Face Oculta”. Foram vacinados com as sobras das vacinas que estavam destinadas aos lares de Lisboa. 3. A EMEL contratou por ajuste directo, a antiga deputada do PS, Sofia Conde Cabral, que também já foi assessora de Fernando Medina. Vai receber 20 mil euros para fazer a ligação entre a empresa municipal e a Câmara.
Caro SAP2i: Por essa lógica surgem outras perguntas. Como: o que tornou a Alemanha tão desenvolvida? As vigarices da volkswagen escondendo a poluição que os seus carros provocavam? O nazismo e as grande guerras? O facto de ter sido dividida em duas Alemanhas? Leibnitz? Goethe? Ou terá sido obra da EMEL e da tal ex-deputada?
A Alemanha tornou-se desenvolvida, porque pôde beneficiar da dádiva da milhões de milhões, dados pelos Países Aliados. Sem lhe cobrar durante 20 anos os juros que o actual “Tratado da União Europeia” impõe aos actuais países. Não lhe foi limitado o custo do Investimento, a um défice não superior a 3% o PIB e a um tecto de 60%, como impõe esse “Tratado” que actualmente nos governa.
A Alemanha utilizou a Liberdade, para reforçar a sua Identidade. Não se deixou «colonizar» pelos estrangeiros. Teve orgulho na sua Pátria, mesmo destroçada e vilipendiada pelas ideologias e pelas vozes do resto do Mundo.
Não percebi lá muito bem. Desenvolveu-se porque lhe deram dinheiro sem juros ou porque teve orgulho na sua Pátria, mesmo destroçada e vilipendiada pelas ideologias e pelas vozes do resto do Mundo? Não se deixou colonizar e aceitou dinheiro sem retorno para quem eo deu? Foi vilipendiada e não vilipendiou (nem os judeus?). E a nós ninguém dá dinheiro sem juros? Há quem diga que também fomos vilipendiados ignorando a nossa “missão civilizadora nas ex-colónias”. Não percebo nada e confesso sem rebuço que sou muito ignorante na matéria. Mas começo a pensar que você é tão ou mais ignorante do que eu.
“Não lhe foi limitado o custo do Investimento, a um défice não superior a 3% o PIB e a um tecto de 60%, como impõe esse “Tratado” que actualmente nos governa. “
Não deve conhecer muito para dizer uma coisa dessas sobre a Alemanha – o trauma da inflação no chamado regime de Weimar – e quem impôs essas regras no Tratado Europeu.
Os socialistas da US Army 🙂 queriam preços e produção controlados na Alemanha. https://en.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Erhard Manobrou para instituir liberdade de preços e liberdade de produzir.
Os Alemães fazem coisas que os outros querem. São por isso Sociais. Por oposto a serem Socialistas. Onde o que se faz é determinado politicamente.
Dito assim, fora de contexto, está certo.
Agora dito para justificar a criação de um gabinete de arquitectura paisagística com o respectivo arquitecto e o seu staff de jardineiros assessores, é que parece um bocadinho exagerado.
Ainda por cima, o dito Jardineiro-Mor da actual Câmara, é um saudosista do Bloco de Esquerda. Que encontrou nesses milhões do Erário Público, o afago para tamanha desdita. Dos que dizem, que Portugal não serve para nada, o que é bom é a Liberdade (neste caso, a de Esquerda).
As câmaras dão muito emprego a arquitectos, incluindo os paisagistas.
Arquitectos há muitos, mas que percebam de heráldica e floricultura não sei. Ainda punham os corvos lilases ou boganvilias nos castelos. É melhor deixar estar assim.
Bem, ele diz em “certas épocas” e é bom que realcemos este aspecto. Durante quase trezentos anos, Portugal conseguiu firmar e manter a sua independência, mesmo sem império e em tempos muito adversos, como o foram certos momentos do reinado de D. Afonso Henriques, durante o reinado de D. Sancho II, ou a crise de 1383-85.
LIBERDADE ou IDENTIDADE?
1. A afirmação de Ramalho Eanes não serve apenas para Portugal. É a condição da perda de Liberdade de qualquer Identidade.
2. Não haveria a possibilidade de qualquer País ou Nação sem essa perda de Liberdade, que são as Identidades.
3. Porque a Liberdade (seja a apregoada pelos comunistas ou liberais, por os de esquerda ou de direita) serve para justificar tanto o Bem como o Mal; a bondade e a maldade; a corrupção e a honestidade; o roubo e a dádiva; o crime e o altruísmo; a guerra e a paz; o amor e o ódio.
4. Depende do que me apetece, e do que quero, sendo-me qualquer limite imposto uma perda da Liberdade.
5. A Liberdade é, na prática, uma lei-do-mais-forte. Tem-la, quem tem força para a impor aos Outros. Até pode ser, quem sabe, uma ideia fascista imposta pelos mais fortes aos mais fracos, para perpetuarem o seu poder. A Liberdade é, nesse sentido, uma ideia anti-democrática.
6. Onde há na actual Terra um sítio desses, de Liberdade, onde não haja a jurisdição de uma qualquer Identidade (País, Nação, Comunidade)? Onde há um sítio, que não seja dentro de uma “fronteira” e de um “regere fines”?
7. Mesmo que houvesse, a nossa perda de Liberdade, para os afazeres da sobrevivência animal, não seria maior do que a que perdemos para uma Identidade? Mesmo que houvesse, a nossa perda de Liberdade não ocorreria para o mais forte lá do sítio, ou seja, submetida à Liberdade que lhe aprouvesse por causa da maior força que tinha?
Não vejo bem em que é que o império nos ajudou como diz Eanes. Estaríamos como a Catalunha? Então estaríamos melhor! E podemos dizer (nestas matérias parece-me que cada um diz o que lhe vem à cabeça tal como Eanes) que foi o Império que nos deu a democracia? Sem os guerrilheiros do Império teria havido 25 de Abril. Provavelmente não, mas a democracia acabaria por vir. O “se” nestas matérias leva-nos a onde quisermos ir. E por norma cada um vai até onde o seu posicionamento ideológico o conduz. É do+ esperar que uma pessoa de esquerda chegue a uma conclusão, nestes exercícios, diametralmente oposta à de uma de direita (e evito falar de extrema esquerda e extrema direita).
Talvez…. Se não nos tivéssemos defendido ter-nos-iam conquistado.
Deviam mandar abaixo todos os símbolos do imperialismo (incluindo Jerónimos, Torre de Belém, Padrão e Palácios construídos com ouro roubado ao Brasil), e substitui-los por monumentos à ética republicana, à igualdade de todos os géneros, e integração do animal de estimação na família tradicional.
Tento muitas vezes imaginar o que seria Portugal se estivesse integrado na Espanha (desde 1580?) com a devida autonomia. Por exemplo, se tivesse a mesma autonomia que os Açores ou a Madeira, ou mais ainda? Ou se se tivesse prosseguido a ideia inicial de Filipe I que até pretendia residir em Lisboa. Estaríamos melhor ou pior. Tendo a crer que melhor. Mas não sei. De certeza que teríamos outro peso político na Europa e não só. Teríamos deputados em Madrid. A língua useira a mesma,Etc. Quem tem ideias mais concretas sobre isto? Os historiadores têm alguma coisa a dizer? Claro, será só imaginação.
O império foi uma das razões do nosso atraso. Com ouro e moeda fácil tudo se comprou ao estrangeiro – Itália, Alemanha, Flandres- , não se dinamizando a indústria nacional. E após a unificação, a Espanha, foi por ele que guerreamos, exauridos, contra meio mundo.
É inevitável não extrapolar para a atual especialização em fundos e subsídios.
A razão do nosso atraso é outra.
É igual ao que fez e faz o actual Regime Abrilista (47 anos)…
1. 16 de fevereiro de 2021:
2. Demitiu-se o vereador da Protecção Civil da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Manuel Castro (PS). O Vereador, juntamente com a directora do departamento de Higiene Urbana, Filipa Penedos (PS), casada com Paulo Penedos (PS) condenado no processo “Face Oculta”. Foram vacinados com as sobras das vacinas que estavam destinadas aos lares de Lisboa.
3. A EMEL contratou por ajuste directo, a antiga deputada do PS, Sofia Conde Cabral, que também já foi assessora de Fernando Medina. Vai receber 20 mil euros para fazer a ligação entre a empresa municipal e a Câmara.
Caro SAP2i:
Por essa lógica surgem outras perguntas. Como: o que tornou a Alemanha tão desenvolvida? As vigarices da volkswagen escondendo a poluição que os seus carros provocavam? O nazismo e as grande guerras? O facto de ter sido dividida em duas Alemanhas? Leibnitz? Goethe? Ou terá sido obra da EMEL e da tal ex-deputada?
A Alemanha tornou-se desenvolvida, porque pôde beneficiar da dádiva da milhões de milhões, dados pelos Países Aliados. Sem lhe cobrar durante 20 anos os juros que o actual “Tratado da União Europeia” impõe aos actuais países. Não lhe foi limitado o custo do Investimento, a um défice não superior a 3% o PIB e a um tecto de 60%, como impõe esse “Tratado” que actualmente nos governa.
A Alemanha utilizou a Liberdade, para reforçar a sua Identidade. Não se deixou «colonizar» pelos estrangeiros. Teve orgulho na sua Pátria, mesmo destroçada e vilipendiada pelas ideologias e pelas vozes do resto do Mundo.
Não percebi lá muito bem. Desenvolveu-se porque lhe deram dinheiro sem juros ou porque teve orgulho na sua Pátria, mesmo destroçada e vilipendiada pelas ideologias e pelas vozes do resto do Mundo? Não se deixou colonizar e aceitou dinheiro sem retorno para quem eo deu? Foi vilipendiada e não vilipendiou (nem os judeus?).
E a nós ninguém dá dinheiro sem juros? Há quem diga que também fomos vilipendiados ignorando a nossa “missão civilizadora nas ex-colónias”.
Não percebo nada e confesso sem rebuço que sou muito ignorante na matéria. Mas começo a pensar que você é tão ou mais ignorante do que eu.
“Não lhe foi limitado o custo do Investimento, a um défice não superior a 3% o PIB e a um tecto de 60%, como impõe esse “Tratado” que actualmente nos governa. “
Não deve conhecer muito para dizer uma coisa dessas sobre a Alemanha – o trauma da inflação no chamado regime de Weimar – e quem impôs essas regras no Tratado Europeu.
Os socialistas da US Army 🙂 queriam preços e produção controlados na Alemanha. ard
https://en.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Erh
Manobrou para instituir liberdade de preços e liberdade de produzir.
Os Alemães fazem coisas que os outros querem. São por isso Sociais. Por oposto a serem Socialistas. Onde o que se faz é determinado politicamente.