«Portugueses, acabei de decretar o estado de emergência. Uma decisão excepcional num tempo excepcional.»
Marcelo Rebelo de Sousa, em comunicação ao País (18 de Março)
«Portugueses, acabei de decretar o estado de emergência. Uma decisão excepcional num tempo excepcional.»
Marcelo Rebelo de Sousa, em comunicação ao País (18 de Março)
Só faltou acrescentar “por um presidente excepcional” (na sua mente)
O tempo excecional tornou-se o novo normal. A decisão excecional agora é tomada corriqueiramente e repetitivamente de duas em duas semanas. Os partidos votam contra ela ou a favor dela, sempre da mesma forma, independentemente da situação concreta. Somos governados pelo Bloco Central de PS e PSD, que nos impõem um permanente estado de exceção.
“Portugueses, acabei de banalizar o estado de emergência. Uma decisão excepcional dum presidente excepcional. “
Esta é que era a frase que ele devia dizer.
Marcelo, com os seus mergulhos, banalizou o estado de imergência.
É, e por ele ter mergulhado no tejo é que temos todos de andar de máscara.
Decretou bem!
Mas alguém no seu perfeito juízo tem dúvidas?
Basta ver o que os outros países fizeram, alguns até confinamentos bem mais rígidos que o nosso.
Anda tudo louco!
Por acaso é verdade, o confinamento é mesmo a medida ideal para combater o vírus e é por isso que na Coreia do Norte não há um único caso de covid.
Então vai para lá tu seu comunista!
Então mas não és tu que defendes o confinamento? Ou o confinamento comunista é diferente do confinamento socialista?
Olha, numa coisa tens razão, estás mesmo a ficar louco.
Excecionalmente que apareça a explicar isto:
Para não recuar muito, limito-me a observar que Marcelo foi apanhado a mentir escandalosamente ainda de fresco.
Nomeadamente nos casos dos incêndios de Pedrogão, do grave acidente de Borba e da pantomina de Tancos, ele tanto falou e abraçou sem ligar patavina ao slogan de honra favorito sempre repetido, quando a justiça já andava em cima.
Se foi deixada cair no esquecimento toda essa trapalhada por puro frete e cobardia, isto é mesmo um nauseabundo lamaçal.
Se pelo menos em dois canais de televisão me enganei por não ter feito a leitura correta do que vi e ouvi, avanço desde já com um pedido de desculpas aos visados.
Ao personagem em questão e a quem lhe almofadou a casaca se foi o caso.
Cada macaco no seu galho, cada português no seu quarto.
E cada marido com a sua mulher!
Outra frase de 2020 que Marcelo disse no mesmíssimo discurso: Nesta guerra ninguém mente nem vai mentir a ninguém.
Cala a boca Baptista!!