Ética (como os gregos antigos ensinaram) é substantivo que vale por si só. Quando começamos a plantar adjectivos como adereços deste substantivo estamos imediatamente a desvalorizá-lo, a maquilhá-lo. Neste caso, como noutros, mais é menos.
Não existe “ética republicana”: existe ética. Só. Que deve vincular todos – até os republicanos.
Claro que a informação da DGS é boa. A informação da DGS é tão boa que, quando – finalmente – cedeu dados aos investigadores (mas só após muita insistência destes), até lá havia homens grávidos!
O hemiciclo pendentes das suas palavras, uma excelente oportunidade para esclarecer tantas e tão pertinentes questões e a Sra perde tempo com esta lamentosa (e lamentável) conversa?! Não há paciência…
A senhora respondia à pergunta de um deputado. Com a pose arrogante de uma “alta funcionária” do regime: não eleita para cargo algum, permite-se dar lições de patriotismo a alguém que foi eleito pelo povo, soberano em democracia.
Sair da boca ou do cu do mundo?
Petição pública :
Portugal merece o seu supositório
epítome da ética republicana
Se há expressão acéfala é essa. A da “ética republicana”.
Não sei se é bem acéfala — a “ética republicana” lembra-me sempre o unicórnio. Sabe-se que tem um corno na cabeça mas nunca ninguém viu nenhum.
😉
Ética (como os gregos antigos ensinaram) é substantivo que vale por si só.
Quando começamos a plantar adjectivos como adereços deste substantivo estamos imediatamente a desvalorizá-lo, a maquilhá-lo.
Neste caso, como noutros, mais é menos.
Não existe “ética republicana”: existe ética. Só. Que deve vincular todos – até os republicanos.
Não patriótico foi terem deixado o grávido sem apoio social.
Esse “grávido” vai parir onde? No Entroncamento?
Tem alguma coisa contra entroncamento?
Claro que a informação da DGS é boa. A informação da DGS é tão boa que, quando – finalmente – cedeu dados aos investigadores (mas só após muita insistência destes), até lá havia homens grávidos!
Esses gajos ficaram grávidos porque não tomaram o pílulo.
Só pode.
O hemiciclo pendentes das suas palavras, uma excelente oportunidade para esclarecer tantas e tão pertinentes questões e a Sra perde tempo com esta lamentosa (e lamentável) conversa?! Não há paciência…
A senhora respondia à pergunta de um deputado. Com a pose arrogante de uma “alta funcionária” do regime: não eleita para cargo algum, permite-se dar lições de patriotismo a alguém que foi eleito pelo povo, soberano em democracia.
Comissariado político, enfim. Do patriotismo já decide. Faltam-lhe, até ver, os poderes de mandar prender, confiscar, torturar e executar.
A seu tempo…
Costa
Confrangedor .
E está-se entregue a esta gente…
JSP
DGS é uma sigla que me leva logo a desconfiar…