PS: uma obsessão, por definição, é sempre um transtorno psiquiátrico. Não deixa de ser curioso que quando aplicada ao trabalho a obsessão passa a ser virtude. Toda uma tese passível de ser escrita sobre a Patologia Obsessiva do Trabalho contemporânea. O Homo Faber como Homo Pathos.
Sim, a obsessão pelo sucesso, “to be the number one, the Special one” , dormir 3 horas, trabalhar o resto que há-de vir. Uma estupidez, uma cretinice.
Mas tem sido uma obsessão saudável e muito rentável. Talvez ele quisesse dizer o mesmo que ouvi a um professor de educação física,”no desporto como na vida é sempre à morte”. Entendi o que Cristiano disse como uma lição de vida e não como um desvio de personalidade ou uma necessidade de se superiorizar.
O desporto de alta competição é tudo menos saudável.
Mas Bea, falava num sentido mais lato. O Homem Unidimensional e Unidirecional. O jpt há de dizer que é lengalenga neomarxista e marcusiana, mas não me ralo.
Há idiotices úteis. Essa é uma delas.
PS: uma obsessão, por definição, é sempre um transtorno psiquiátrico. Não deixa de ser curioso que quando aplicada ao trabalho a obsessão passa a ser virtude. Toda uma tese passível de ser escrita sobre a Patologia Obsessiva do Trabalho contemporânea. O Homo Faber como Homo Pathos.
Sim, a obsessão pelo sucesso, “to be the number one, the Special one” , dormir 3 horas, trabalhar o resto que há-de vir. Uma estupidez, uma cretinice.
Mas tem sido uma obsessão saudável e muito rentável. Talvez ele quisesse dizer o mesmo que ouvi a um professor de educação física,”no desporto como na vida é sempre à morte”.
Entendi o que Cristiano disse como uma lição de vida e não como um desvio de personalidade ou uma necessidade de se superiorizar.
O desporto de alta competição é tudo menos saudável.
Mas Bea, falava num sentido mais lato. O Homem Unidimensional e Unidirecional. O jpt há de dizer que é lengalenga neomarxista e marcusiana, mas não me ralo.