18 comentários em “Frases de 2018 (37)”

  1. As feministas são o que bem lhes apetecer. É nisso que o feminismo consiste. É claro que este é um raciocínio demasiado complicado de acompanhar por parte de muitos misóginos.

      1. Não surpreende absolutamente ninguém que o Pedro Correia seja homofóbico. A si é que duvido que o levem a sério.

          1. Em termos de munição de caça grossa ele há gostos para tudo: .300 Winchester; 7.65 mm; .338 Lapua Magnum; 357 SIG… e um sem fim de opções.
            Quando abre a caça ao herético dissidente do rebanho do politicamente correcto, as opções, em termos de munição, são de uma pobreza confrangedora: os carregadores vão cheios de “misógino”, “homófobo”, “transfóbico”.
            Felizmente, ainda cá não chegámos à eficácia cinegética já atingida em outras latitudes: com um tirinho apenas acaba-se com a vida, a carreira e a família dos novos deicidas que fazem pipi fora do penico do politicamente correcto. Valha-nos, até ver, isso.

    1. “As feministas são o que bem lhes apetecer. É nisso que o feminismo consiste. É claro que este é um raciocínio demasiado complicado de acompanhar por parte de muitos misóginos.”

      É mais Marxistas que misóginos , são as próprios auto intituladas Feministas que têm uma opinião restritiva de como deve ser a “classe social” Feminista.

      Veja-se a opinião das ditas sobre Camille Paglia por exemplo…

      Ou como o New York Times nos veio dizer que as mulheres brancas são traidoras de classe: https://www.spiked-online.com/2018/10/08/hating-white-women/

  2. O que é ser-se mulher? O papel atribuído /seguido pelas mulheres é resultado de uma cultura de predomínio masculino (pois é do homem o Poder ) ou de características naturais intrínsecas à mulher? A neurociência inclina-se para a segunda hipótese. A sociologia para a primeira. E resultante do embate a neurociência é vista como reacionária

  3. É absolutamente verdade, Pedro.
    O bom senso e o bom gosto têm sido constante tema de polémica ao longo da história da humanidade. E se os homens e as mulheres ganharam o direito de pensar em liberdade, que não adulterem nem corrompam essa mesma liberdade em nome de um qualquer fundamentalismo. A liberdade dá direitos mas acarreta deveres e o principal é o de analisar FACTOS em sã consciência.

  4. Tal como os feministas não têm de deixar de ser masculinos, independentemente de orientações sexuais ou de opções de sexualidade.

    Porque ser feminista é não “ter que” absolutamente nada relacionado com o género, apenas com o indivíduo que se exige paritariamente de pleno direito.

    1. “Porque ser feminista é não “ter que” absolutamente nada relacionado com o género, apenas com o indivíduo que se exige paritariamente de pleno direito.”
      Quero ser feminista mas não consigo devido a não perceber a definição.

      1. Pode começar por pedir explicação em vez de assumir um tom condescendente – que, na verdade, diz mais da sua incapacidade que da minha.

  5. Deixem-me ser provocatório, retoricamente.

    Eu gosto é de feministas apostadas em queimar livros e que pretendem impedir que os rapazes (vd. dicionário etimológico) joguem futebol durante os recreios nas escolas, preferindo antes a prática do ballet, por ser mais inclusivo.

    É mesmo aqui ao lado, para lá de Vilar Formoso, havendo que procurar, que o link ficou perdido nas entranhas de computador defunto.

    1. Dê-me licença, por favor, de juntar o meu grão de areia provocativo ao seu comentário: entre as graves acusações feitas ao “violador em série” Kavanaugh constava o extraordinário crime de gostar “demasiadamente” de cerveja…
      Este Mundo será perfeito quando a rapaziada – muito inclusivamente, claro está – vestir invariavelmente de cor-de-rosa, deixar-se de futeboladas, nem pensar (Abrenúncio!!!) em saídas de caça ou de pesca e beber exclusivamente chá de camomila enquanto discute o último penteado da Madona.

    2. A primeira vez que vi Cristiano Ronaldo jogar, exclamei “o puto dança com a bola!”
      Durante muito tempo chamei-lhe “O Bailarino” – e ainda acredito que poderia ter sido Nureyev e Barishnikov num só corpo de CR. Quis a sorte que, na altura, nos recreios só se jogasse futebol…

      Nos muitos anos em que pratiquei, apenas tive um colega bailarino – que no primeiro ano desistiu por pressão dos pares, i.e, dos putos de 8 anos.

      Não é preciso proibir o futebol nem obrigar ao bailado. Basta que às artes e aos desportos não os determinem por género.

      Quanto à queima de livros, só confirma que essas senhoras confundiram o Feminismo com algum extremismo no caminho.

  6. O que é “ser feminina”?
    A mim parece-me que uma mulher é sempre feminina, por definição. É do sexo feminino, acabou-se. E para o comprovar basta olhar-lhe para os órgãos sexuais. Se tem órgãos sexuais femininos, então é feminina. Quer seja feminista quer não seja.

      1. Ah falta a aprovação do Politburo da Classe Social Feminina, ou será a autoridade religiosa da Irmandade Feminina?

        Já sabia, veja-se o rastejar da autora do Monólogos da Vagina:
        https://www.theguardian.com/world/2015/jan/16/vagina-monologues-eve-ensler-rejects-mount-holyoke-college-claims-reductionist-exclusive

        1. Rastejar? Nunca a ouvi definir mulher como indivíduo com vagina – vi-a defender o direito de cada mulher ter, usar ou falar da sua vagina sem medos e sem pressões. Ouço-a dizer tal há anos, voltei a ler-lho agora.

          Ambos sabemos que o luck tem uma peculiar forma de interpretar as coisas, mas antes de entrar na explicação da estratégia marxista que pretende destruir a matriz da nossa ocidental sociedade e de como estes movimentos lgbcdefghijklmnopqrst fazem parte de tal estratégia, peço-lhe encarecidamente que releia (leia?) o artigo que facultou.

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