Frases de 2017 (5)


Pedro Correia,

«Neste momento não tenho nenhum interesse pela política portuguesa. Nem os noticiários portugueses vejo.»

José Pacheco Pereira, 9 de Fevereiro, SIC Notícias

0 comentários em “Frases de 2017 (5)”

  1. O pedantismo do estrangeirado. Não vê os noticiários portugueses mas, é claro, vê os estrangeiros, que são muitíssimo melhores, então não são? Está-se mesmo a ver!

    1. E não são?
      Os noticiários portugueses falam em 90% dos casos, na sogra que matou o genro, ou vice versa, nos acidentes da 2ºcircular , no velhote que ficou debaixo do tractor. No Clássico, ou dérbi, de sábado, etc,,,,,ad nauseum

  2. Estou pior que Pacheco Pereira. Nem pela realidade já tenho interesse. Aguento – me na ficção de uma realidade. E ficção porque pessoal.

    1. Nesse não se fala de politica, mas sim da politica por detrás da politica. Por vezes Pacheco Pereira vai mais longe, falando sobre a politica da politica da politica (trans-meta-politica)

  3. Nas tevês é só política e futebóis, ambos 99% de batota e categoria nenhuma. Estou reduzido ao Netflix que também é uma boa trampa mas ainda tem um policial inglês de vez em quando. Não desgosto da “Filha da Lei” na rêtêpê apesar de ser uma sucessão de clichés tolos: a actriz principal tem muita pinta. Se morresse hoje não me importava, não espero nada de bom nos próximos 50 anos e vai ser um sofrimento permanente aturar esta m* até ao fim.

    1. Vai ser, de facto. E o esterco que refere ficará depois de nós e depois desses cinquenta anos. Mas não para os Pachecos Pereiras e aqueles que, em pacata alternância, por ele(s) são zurzidos ou o(s) zurzem -, no regular teatrinho dos debates de tudólogos e para gáudio ou fúria alternados dos devotos respectivos -, e a quem decerto, a uns e a outros excelentíssimos comentadores, “senadores” do regime, cientistas políticos, líderes partidários e profissionais afins, nunca se colocará a questão de já não ter como aguentar a sempre repetida receita de soltar a fúria do fisco e de viver a vida a perder o que já teve, ou a desistir de vir a ter o que prudente e legitimamente se planeou. Sempre – claro! – na olímpica impunidade de quem nos pastoreou até aqui.

      Mas esses são pormenores entediantes, coisas da classe média que se vai paulatinamente sufocando (um pouco menos se for aquela que vive do estado, por estes dias cínica e oportunisticamente erigida em mártir de recentes e inomináveis flagelos e a quem tudo é devido à custa de todos os outros).

      Costa

      1. “sempre repetida receita de soltar a fúria do fisco e de viver a vida a perder o que já teve, ou a desistir de vir a ter o que prudente e legitimamente se planeou.”

        Nem mais. É preciso conjurar energias de não sei de onde.

  4. Neste momento não tenho interesse algum pela opinião do Pacheco, nem sequer vejo o programa da quadratura do círculo

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