«Alguém me disse que as quotas de género são um bocadinho como os aparelhos nos dentes. Não são muito bonitas, mas lá que endireitam, endireitam.»
Helena Roseta, hoje, em entrevista ao Jornal de Negócios
«Alguém me disse que as quotas de género são um bocadinho como os aparelhos nos dentes. Não são muito bonitas, mas lá que endireitam, endireitam.»
Helena Roseta, hoje, em entrevista ao Jornal de Negócios
Ora aqui está um juízo inteligente e muito correto.
Muito correcto? Tudo depende do que se entende por endireita.
Na minha aldeia há um endireita. Se for no sentido que ele dá à palavra, concordo consigo.
Se a razão está bem distribuída porque toda a gente pensa que a tem, a estupidez em doses avantajadas também.
Se numa determinada empresa em qualquer especialidade as senhoras forem na maioria de forma inequívoca mais ativas e competentes, para respeitar cotas entregam-se os cargos a homens bloqueados e incapazes?
Claro, é essa a ideia da lei.
Ana
Faça o favor de me indicar qual é a lei que privilegia as cotas em detrimento da qualidade e aptidão.
Faltou-me concluir: Ai entorta, entorta!
Desde 2007 que está no Município de Lisboa, sempre com programas ligados à habitação, coisa que se tem tornado cada vez mais difícil de conseguir: habitar em Lisboa. HR não precisou de quotas porque esteve na disputa dos lugares.Quotas nas empresas é um absurdo. Qualquer empresa inteligente não deixará de contratar uma mulher competente só porque é mulher. Não precisa das quotas para nada. Se o não fizer por preconceito, azar o dela, empresa. Agora obrigar uma empresa a gerir mal, aceitando mulheres por quotas em preterição da qualidade seja de homens ou mulheres, por causa de quotas é uma estupidez: para as mulheres e para as empresas.