0 comentários em “Frases de 2016 (2)”

  1. Uma política, transbordante de afectos…é capaz de deixar nódoas nas vestes.
    São afectos que derramam.
    Porque não cabem mais.

    Beijinhos e abraços, ranhosos e rameloso, corpo a corpo – são capazes de engripar…

  2. Pedro Correia está a colocar o dedo na ferida.

    O ridículo que tem sido o comportamento de TODOS os candidatos à Presidência da República, nas campanhas eleitorais.

    A Constituição atribuí como mandatório que o PR seja popular(!) para com a plebe?.
    Não é suposto, sim, só ter que dialogar com o (razoavelmente desinteressado) PM?.

    Transbordar afectos?. Beijinhos a bebés e a velhinhos senis?. De permeio grandes e fugazes intimidades com as Sras. operadores de lugares de venda de peixe e pastelarias regionais?.
    Ridículo.

  3. Marcelo, mesmo que não ganhe as eleições, historicamente, ficará no espírito dos portugueses, como o “Candidato de todos os portugueses”.

    Mesmo, e involuntariamente, ficará como o candidato presidencial de todos os seus adversários políticos e de todos os outros concorrentes.

    Não haverá nenhum português nestes 105 anos de república, mais “exposto” do que ele.

    A Biografia de Marcelo, é actualizada diariamente por toda a gente, aliados e adversários.

    Ali não há sombras.

      1. Francamente, já reparou bem, na quantidade de candidatos?
        Qual o objetivo sinuoso para haver tantos?
        A ideia que têm muito para escolher é, exatamente, a receita das grandes corporações… montanhas de produtos, muitas variantes mas, se dissermos às pessoas que elas não escolhem nada, apenas estão a servir os lucros da mesma multinacional que estabelece as regras para todos os produtos, muitas vezes, anulando a possibilidade de existência das pequenas e médias empresas… aqui, teria de haver um público muito atento e conhecedor dos truques usados… pois, do pouco que vi, em vez dos candidatos, olhava para os que o rodeavam e, francamente, só por mera falsidade eu não diria o que vi… alguns, quanto a QI, deveria ser suficiente para contar até dez porque, até vinte, era complicado ter que tirar os sapatos e as peúgas.
        Não é gozar, nem sequer tenho nada a apontar a essas pessoas mas, quando o meu destino depende delas… senti um verdadeiro arrepio de terror.

        Aliás, temos visto e sentido, todas as desgraças das más governações e, nem assim, aprendem, portanto, num manicómio, tudo é possível, agora entende-se a vontade de certos Partidos quererem que os jovens brinquem muito e aprendam pouco, a receita resulta porque, ao exigir pouco, garantem que os fatores ambientais em vez de ajudar a subir o QI, ainda o conseguem fazer descer e, eles sabem como aproveitar todas as décimas, para quando o Partido gritar que o preto é amarelo, eles, agitem a bandeirinha, e gritem louvores ao Partido que até controla as cores do Universo… aterrador, ver o tempo passar e a estupidez a aumentar, apesar de tantos milhões gastos na educação… ou nos negócios de obras… depois de décadas… fica a prova que não há coincidências…
        Quando a instrução é pouca e são usados todos os truques sujos do “cardápio”… e, como, ultimamente, as mentiras mais idiotas e, sem fundamento, passam como verdades… vou esperar para ver…

  4. Transbordar de afecto com o dinheiro dos outros é fácil.

    E eu que pensava que a Matias tinha estabelecido um record de narcisismo impossível de bater…

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