No tempo do exagero do politicamente correto da linguagem, em que até se altera os nomes das profissões, de fases da vida e de problemas físicos na língua de Camões para tirar uma carga de complexos que não tinham razão de ser, não deixa de ser um deslize inoportuno, infeliz e de mau gosto, mais grave por vir do campo ideológico que nos tem alterado a língua precisamente por causa da carga negativa de algumas palavras.
IMHO, a frase de MRS sobre a televisão a preto e branco e a cores, como quem diz que entre Seguro e Costa vai a diferença de um dia de chuva para um de sol ou a de um Fiat 600 para um Ferrari, não se pode de modo nenhum comparar a essa graça de péssimo gosto de AC. E obviamente que a de MRS passaria sem reparo se não se tem dado a proximidade temporal.
No tempo do exagero do politicamente correto da linguagem, em que até se altera os nomes das profissões, de fases da vida e de problemas físicos na língua de Camões para tirar uma carga de complexos que não tinham razão de ser, não deixa de ser um deslize inoportuno, infeliz e de mau gosto, mais grave por vir do campo ideológico que nos tem alterado a língua precisamente por causa da carga negativa de algumas palavras.
Teve um dia negro. Foi uma espécie de tiro no escuro. Há quem pense que devia pintar a cara de preto.
IMHO, a frase de MRS sobre a televisão a preto e branco e a cores, como quem diz que entre Seguro e Costa vai a diferença de um dia de chuva para um de sol ou a de um Fiat 600 para um Ferrari, não se pode de modo nenhum comparar a essa graça de péssimo gosto de AC. E obviamente que a de MRS passaria sem reparo se não se tem dado a proximidade temporal.
A outra frase não pode ser branqueada.
É desta que eu perco a paciência: o gajo é preto, até é giro, e ós pois é “bem falante”.
E traz “um saco cheio dji djinheiro”. Qual foi a parte que não perceberam?
Ficaram às escuras.