Frases de 2013 (31)


Pedro Correia,

«Arrependermo-nos é errarmos duas vezes.»

José Sócrates, na entrevista ao Expresso

20 comentários em “Frases de 2013 (31)”

  1. Isso só pode provir de um filho da mãe/emplastro/estupor/pulha, à escolha.

    É claro que uma pessoa bem formada (como por exemplo o PM dele, Guterres) tem de reconhecer que errou onde errou. Não no sentido de chorar sobre o leite derramado, mas por mera consciência do que podia e deveria ter feito de outra maneira.

    1. Não só bem pode não passar como, perante um povo largamente inculto, invejoso e crescentemente embrutecido, descendo a uma miséria que julgava arredada para os manuais de história e os romances oitocentistas (a escassa percentagem desse povo que frequentando um módico de instrução levou a sério essa etapa e, pela vida, teve a curiosa ideia de, arrumados os manuais escolares, ler mais qualquer coisa, entenda-se, que a restante só sabe que o inferno lhe está a descer sobre a cabeça), e privado de esperança no horizonte da sua geração, bem pode esse malfeitor ainda concretizar os seus mal escondidos sonhos de poder e riqueza.

      Ele é o destinatário ideal do voto da irracionalidade, do desespero, da memória curta. Coisas que por aí abundam e medram a cada dia.

      Costa

      1. Costa,

        no caso dele vai passar. Estas coisitas são o canto do cisne. Ele de vez em quando necessita botar faladuras sobre as filosofias que aprendeu lá “cos” franceses. Olhe, Costa, isto, o que ele afirma, é como comer um gelado: sabe-lhe bem no início mas acaba sempre por se derreter, não fica nada de sólido.
        Ele precisa agora de apontar os erros que cometeu, denunciando os mesmos erros que estes cometem.

        Os tipos que se dizem coerentes, isto é, que dizem que fariam tudo da mesma maneira, pertencem à família dos burros. Só evolui quem é capaz de ser crítico de si mesmo.

  2. A frase equivale a dizer que já se errou uma vez, o que demonstra as falácias filosóficas da Besta Feroz ou lá como lhe chamam.

  3. Além do mais, tem um grave problema de português: Não é “arrepender-nos”; é “arrependermo-nos”. O verbo arrepender não é reflexo e a 2.ª pessoa do plural do presente deste verbo é arrependermos.

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