«Er… Senhor Presidente… er… desculpe… er… estou um pouco… er… drogada…»
Isabel Moreira, deputada do PS e constitucionalista, ao presidente da AR, na sessão plenária de 24 de Fevereiro
«Er… Senhor Presidente… er… desculpe… er… estou um pouco… er… drogada…»
Isabel Moreira, deputada do PS e constitucionalista, ao presidente da AR, na sessão plenária de 24 de Fevereiro
Prezado J.Carvalho
Permita-me o reparo:
Quem não conheça a causa da frase, fica totalmente baralhado….Aliás, à mesma devia ter acrescentado : ” drogas lícitas”( dito na altura)
—
A deputada Isabel Moreira tinha sido sujeita a uma intervenção cirurgica….
Cumprimentos
Sim, a frase é mais longa um bocado. Mas a frase que eu quis destacar é a que destaquei, ok?
Não gosto especialmente de Isabel Moreira há muito, o que nada tem com qualquer intervenção cirurgica recente. Já quanto a uma intervenção parlamentar, com ou sem baixa clínica, deve fazer-se quando pode fazer-se. Capice?
Tenha paciência…
Ela completou-a afirmando:” drogas lícitas”
Omitindo este pormenor importante, o sentido da frase fica totalmente detorpado…
….
Eu também não simapitizo com a deputada I.Mororeira… mas a verdade é-lhe devida.
Não acha?
Cumptos
A minha paciência começa a ser infinita. Alguma coisa da frase que escolhi, recortei e mantenho o leva a pensar que se tratava de drogas ilícitas? Não estou habituado a receber lições sobre aquilo que é básico.
Não vejo nada de errado na frase nem sequer noto que exista qualquer segunda intenção, é a mesma coisa que eu lhe dizer “A sua esposa ontem enfiou-lhe um par…” e não completar a frase “…de meias nas máquina de lavar”, toda a gente vai perceber que era exactamente isso que eu queria dizer… ainda bem que a sua paciencia é infinita a minha infelizmente é muita limitada para canalhices…
Sim, parece realmente ser muita limitada. Repare que usar a palavra “esposa” é de muito mau gosto. Não sabia? Pois é: há gente com diversas limitações.
parece-me que existe na sua cabeça alguma confusão com a palavra “mau gosto” só espero que consulte o seu psiquiatra e não se meta na droga por causa disso.
Bem observado. Mas desculpará que só me apeteça entrar em diálogos mais elevados.
Se considera “elevado” o topico do seu post e alguns dos comentários e respostas que deu, então acho mesmo que o seu caso é ainda mais grave e deve mesmo fazer uma desintoxicação.
Ok.
Devia ter ficado de atestado médico, em casa, a recuperar … costumava ser assim, ou já não é? Gente com responsabilidades políticas deve ter um certo zelo. Que distância do Senhor seu pai!
Nem mais.
Baixinho João, baixinho…
Chiiiiiiuuuuu… Eu sei, eu sei…
Drógados, pá!
Ó isso, pá!
criticam se os deputados por serem uns … sacanas? sem excrúpulos, que se baldam sempre que podem, e querem, sem prestar contas a ninguém, etc, etc,
e …. numa situação de clara fragilidade, fisica e mais que lógico, emocional, tem-se achincalhado uma pessoa que com enorme sacrificio, fez por cumprir o dever a que é obrigada.
Além do mais, não era de todo nenhuma mentira.
A senhora estava efectivamente drogada.
Drogas prescritas por um médico, nao?
A sinceridade dita sem rodeios, faz comichão…
Como diz o outro, lamente-se
Achincalhei? Só a sua cabeça, anónimo.
Nada que nós já não tivéssemos percebido…. e até compreendemos porque estar na sessão plenária assim… a seco, deve ser penoso!
Pois.
Não sei se a senhora foi sujeita a intervenção cirúrgica. Sei que noutras intervenções põe as mãos pelos pés, o que me leva a pensar que deve ser sujeita a muitas intervenções cirúrgicas. Já teve momentos iguais aos de um secretário de estado que foi públicamente humilhado por um presidente da Assembleia. Espero, sinceramente, que o funcionário público que tiver de analisar a minha declaração de IRS não tenha sido sujeito a uma intervenção cirúrgica, para não estar sob o efeito de drogas. Ilícitas ou lícitas, para o caso tanto faz, uma vez que os danos podem ser os mesmos.
Muito bem.