«Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao género feminino.»
Dilma Roussef, na Assembleia Geral da ONU
«Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao género feminino.»
Dilma Roussef, na Assembleia Geral da ONU
E também a palavra corrupção…
Que tem uma coisa a ver com outra? Alma, vida e esperança não rimam com corrupção. E corrupto é do género masculino.
http://pt.euronews.net/2011/09/21/brasil-m anifestacao-contra-a-corrupcao/
tem dias.
Humm…
Ela a dizer isto perante chineses e vietnamitas (entre muitos outros), em cujas línguas, pura e simplesmente, não há géneros, nem eles percebem para que tal coisa sirva.
Mais um motivo para ser relevante o que ela disse.
Morte, crise, dívida, desistência, etc., etc., também. Lamento, Pedro, mas esta fixação da Dilma com o género das palavras roça (e estou a tentar ser simpático) a idiotice (ooops, outra palavra de género feminino).
Tudo depende da intenção, JAA. Se gostamos do género feminino tendemos a associá-lo a conceitos que valorizamos. É o caso paradigmático da frase ‘a minha pátria é a língua portuguesa’ – frase genial de Pessoa, toda composta por termos femininos e que, a meu ver, desfaz de vez as especulações sobre a ‘orientação de género’ do maior poeta português do século XX.
Patetices. Tentar encontrar significado onde não há.
No passado as tempestades eram porque os deuses estavam irritados.
Você nunca acorda de bom humor, Lucky?
Pois Dilma é do género masculino. Tal como «trolha».
Cumpts.
Senti-me orgulhoso, como português, ao escutar a minha língua materna na abertura da sessão anual da Assembleia Geral da ONU. Sobretudo por verificar que em Portugal ela sofre tratos de polé a todo o passo. Bastaria isso para valorizar o discurso de Dilma.