“Se este governo conseguir manter a execução orçamental, acho preferível que continue até ao fim da legislatura.”
José Pacheco Pereira
“Se este governo conseguir manter a execução orçamental, acho preferível que continue até ao fim da legislatura.”
José Pacheco Pereira
Sobre esta frase, de repente, fixei-me na palavra “execução”. Porquê? Bem, vamos por partes.
A palavra “execução”, sem socorrer-me de qualquer dicionário, está relacionada com um conjunto de acções para pôr em prática algo, de acordo com objectivos pré-definidos. Será qualquer coisa do género, pelo menos, para o meu entendimento… Adiante.
Ora, há coisas que não entendo nessa frase, antes e depois da palavra “execução”. Ou seja, não está em causa, única e exclusivamente, o significado dessa palavra. Exemplifico:
– quem a proferiu, pessoa com um pensamento “em ziguezague”;
– os meios utilizados para essa “execução”, do género: vale tudo, menos tirar olhos (por enquanto); passo o exagero da expressão.
– os fins em causa na linha do: há mais défice para além da vida (nos antípodas do: há mais vida para além do défice).
– por fim, o responsável por essa “execução” já perdeu, há muito, o benefício da dúvida (aliás, já se encontra no suplício da dúvida).
Voilà!
mais uma cambalhota.
e o circo está em crise, Pedro…
E ele continua a achar!!
Eu só achei uma nota de vinte paus quando era puto e andava a jogar à bola na rua.
Depois disso nunca mais achei nada.
Ao contrário do que parece, Pedro, JPP tem perdido mais do que acha. Muitas vezes perde excelentes oportunidades para ficar em silêncio, por exemplo.