«Uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo.»
Malala Yousafzai
(eleita por maioria, pelo DELITO DE OPINIÃO)
«Uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo.»
Malala Yousafzai
(eleita por maioria, pelo DELITO DE OPINIÃO)
http://www.psmag.com/navigation/politics-a nd-law/new-york-times-on-malala-yousafza i-pakistan-49715/
Marc Herman entrevista Ashraf (N.Y.Times), que divulgou Malala e o pai, antes do ataque (e do blog BBC):
«
This is an issue about you, me.
Even the militants.
We needed a doll, didn’t we?
We needed this story that will fill the belly and we needed Malala to say these things. »
Modus operandi dos talibans institucionais.
A bala que atingiu Malala foi destinada vitimar mais cérebros do que as que atingiram as duas outras colegas no ataque.
Sem dúvida. Essa gente presta culto à discriminação por opção ideológica deliberada. Podiam gritar a todo o momento, como aquele general falangista espanhol, ‘Abaixo a inteligência! Viva a morte!”
Exacto, um hermetismo atroz.
Agora falta a Belle Toujours internacional de 2013. Para mim é Thorning-Schmidt, digo já.
Parece-me uma excelente sugestão: nunca é de mais prestarmos tributo à beleza. Vou indagar como se escreve ‘sexta-feira’ em dinamarquês.
De quando em vez lá aparece uma criança e debitar estes contos… Faz-me sempre recordar a outra menina que falou há uns anos atrás, a Severn Suzuki! Lembram-se dela ainda?
Pois claro… Aquilo também foi um orgasmo publicitário e de propaganda… Pouco diferente deste, a não ser no tema em foco!
Se quiserem ouvir a, agora mulher, a falar da mesma coisa que falou então podem ver aqui (http://www.youtube.com/watch?v=k8onZK3U0VM). Claro que ela bem que pode esperar mais 20 anos… E mais 20 anos!
Afinal de contas não aprendeu a coisa mais importante…
Relativamente a esta nova coqueluche do ciber-espaço será apenas mais uma Suzuki… Será usada enquanto dela precisarem para “reunir fundos e doações” e depois “Vá menina… Faz pela vida!”
E a alternativa que propõe é… ?
Olá!
Alternativa a quê? Tem que especificar ligeiramente melhor sobre o que é que deseja saber sobre a minha sugestão de alternativa!
Se quiser manter a pergunta nestes moldes respondo da mesma forma, …
Absolutamente justo. 🙂 Arrepiei-me, verdadeiramente inspirador e a assimilar pelos nossos alunos que não sabem o que é ser-lhes negada esta possibilidade.
Tem razão, Fátima. É isso mesmo.