Um filho vai para a Faculdade, com 17 anos, média alta. Um filho escolhe o curso. Nada de pressões, excel ou pesquisas sobre isto ou aquilo, o rapaz deve estudar o que quiser. Um filho odeia o curso, a mediania e tudo o que por ali abunda. Continua a marrar e a ter boas notas. Vai ao director de curso e, respeitosamente, explica que se vai embora, para outro lado qualquer, para um curso que “alimente o cérebro”. Uma mãe apoia. Um pai apoia. Um padrasto apoia. Fácil? Nah!
Filhos
Patrícia Reis,

Um filho pode ir para a Faculdade, com 17 anos, média alta. Um filho tem em mente o que quer seguir com garra. Nada de pressões, excell ou pesquisas sobre isto ou aquilo, o rapaz deve estudar o que quiser. Um filho adora o curso, a cidade e tudo o que por ali abunda. Continua a marrar e a ter boas notas. Vai ao director de curso e, respeitosamente, explica que se vai embora, para outro lado qualquer, para um curso que “alimente a familia”. Uma mãe a ganhar o salario mínimo. Um pai desempregado. Um estado que não apoia. Fácil? Nah!
Pois, nah, não sendo uma palavra é bom nestes casos. O caso que relata é pior? É. beijos
Não é nada comigo, mas o moço não estará a querer começar pelo fim? Quem quiser passar além do Bojador, tem de passar além da dor. Einstein, antes de alimentar o cérebro com as suas teorias da relatividade, partiu pedra com as equações de Maxwell…
E trabalhou no registo de patentes.
Talvez, nunca se sabe. Boa semana.
Como a escola/universidade é formada pela cultura igualitarista não terá grande sorte. Diferença é algo que não acontece na escola, foi toda desenhada para ser igual.
Arranje um emprego. E depois outro, e depois outro até encontrar o que procura. Encontrará aí mais estímulos ao cérebro.
Provavelmente:)