28 comentários em “Fotografias tiradas por aí (56)”
Uau! Já não via as rochas de Lavadores há mais de vinte anos!
Morei perto da praia de Salgueiros, na minha infância, e toda a minha juventude em V. N. de Gaia. Por isso, tenho seguido esta sua série de fotografias com muito interesse, embora sem comentar. Hoje, não resisti.
Bem, resistir é um modo de dizer. As fotografias que o jaa publica da zona Gaia/Porto trazem-me recordações, mas penso que não vale a pena estar a repetir comentários de “conheço bem”; “que bonito”, etc. Ou talvez valha…
Na verdade, vou todos os anos ao Porto, ainda lá estive agora, em Junho. Mas, à praia de Lavadores, nunca mais fui. Nem à de Salgueiros. Da próxima vez, lá terá de ser 😉
Posso enviar-lha mas só tenho uma versão scannerizada (a foto ainda foi tirada em filme, mais exactamente em slide) num scanner caseiro (que agora está fora de serviço porque a Nikon resolveu que não valia a pena gastar dinheiro a actualizar o software para Windows 7) que é capaz de não suportar grandes ampliações sem se notar o grão: A4 não há problema, A3 já não tenho a certeza…
Jaa, Quando disse que convertia a foto em quadro, falava a sério. Há várias fotografias muito boas. Mas há duas que me enchem os olhos duma maneira… não hesitaria (um segundo sequer) em pô-las cá em casa. Esta (a 56) e a 31 têm um fascínio inexplicável… O mar, os barcos, a praia, as aves… Se a proposta do envio se mantiver de pé, agradeço e deixo o meu o endereço: lnt@sapo.pt Prometo que lha envio de volta (emoldurada e afixada na parede 🙂 Obrigada.
Perhaps if the future existed, concretely and individually, as something that could be discerned by a better brain, the past would not be so seductive: its demands would be balanced by those of the future. Persons might then straddle the middle stretch of the seesaw when considering this or that object. It might be fun. But the future has no such reality (as the pictured past and the perceived present possess); the future is but a figure of speech, a specter of thought. Vladimir Nabokov, Transparent Things.
Desculpe o inglês mas não tempo para traduzir – de resto, a ideia de traduzir Nabokov assusta-me. Se calhar ainda transformo é esta citação num post… 🙂
A nostalgia faz parte da vida. Sobretudo se recordamos momentos felizes, como foi o caso, que na actualidade não passam de espectros do pensamento sobre o passado.
Nada. Retoco muito pouco as minhas fotos e é por isso, aliás, que elas apresentam balanços de cor e de contraste tão diferentes entre si. Mas esta, como a outra em que fizeste essa pergunta, foi tirada ainda em filme, mais exactamente em slide (neste caso, creio que Kodak – RIP – Ektachrome). E, apesar do digital ser mais imediato e mais barato e permitir imagens mais limpas, o filme (e mais exactamente o slide ou diapositivo) tinha uma presença impressionante. É possível manipular as imagens digitais para obter um efeito similar mas eu nunca cheguei lá. Mas parece que não sou só eu: nas máquinas que comercializa, a Fuji usa modos de cor com o nome dos seus slides tradicionais e os resultados também não têm nada a ver com os que se obtinham com eles… 🙂
Já fui lá ver. As fotografias com esta cor deixam-me em estado de graça mas um bocado aparvalhada, deve ser isso.
Olha, jaa, é assim: vou muitas vezes a Gaia e pelo-me pelas esplanadas à beira-mar, estás a ver aquele circuito paralelo à ciclovia? Deixa-te de coisas e aparece.
Não, das que permanecem sempre do mesmo tamanho. Olha eu aqui (nesta época ainda não usava a gabardine – e estava a precisar de cortar o cabelo): http://www.juzaphoto.com/article.php?l=en&article=67
Bolas. Tão novinho? (descambou sem remédio)
Entretanto já tenho mais uns anitos. E uns biceps mais definidos.
Gosto do sujeito ao fundo a caminhar sobre a água e a conjugação dos tons, azul e cinza, muito bom mesmo. Mais um excelente trabalho.
Uau! Já não via as rochas de Lavadores há mais de vinte anos!
Morei perto da praia de Salgueiros, na minha infância, e toda a minha juventude em V. N. de Gaia. Por isso, tenho seguido esta sua série de fotografias com muito interesse, embora sem comentar. Hoje, não resisti.
E tem resistido porquê? 🙂
Vinte anos é muito tempo. Não é altura de deixar a Saxónia por uns dias e passar por cá?
E obrigado.
Bem, resistir é um modo de dizer. As fotografias que o jaa publica da zona Gaia/Porto trazem-me recordações, mas penso que não vale a pena estar a repetir comentários de “conheço bem”; “que bonito”, etc. Ou talvez valha…
Na verdade, vou todos os anos ao Porto, ainda lá estive agora, em Junho. Mas, à praia de Lavadores, nunca mais fui. Nem à de Salgueiros. Da próxima vez, lá terá de ser 😉
Ah, mas tem que ir. Anda o Luís Filipe Menezes a endividar a Câmara de Gaia e as pessoas não lhe vão ver as obras… não pode ser.
Cinco estrelas. Se fosse brasileira, diria: amei.
Como sou portuguesa, digo: se ma enviasse, convertia-a numa tela para o meu quarto. 🙂
Posso enviar-lha mas só tenho uma versão scannerizada (a foto ainda foi tirada em filme, mais exactamente em slide) num scanner caseiro (que agora está fora de serviço porque a Nikon resolveu que não valia a pena gastar dinheiro a actualizar o software para Windows 7) que é capaz de não suportar grandes ampliações sem se notar o grão: A4 não há problema, A3 já não tenho a certeza…
Jaa,
Quando disse que convertia a foto em quadro, falava a sério. Há várias fotografias muito boas. Mas há duas que me enchem os olhos duma maneira… não hesitaria (um segundo sequer) em pô-las cá em casa. Esta (a 56) e a 31 têm um fascínio inexplicável… O mar, os barcos, a praia, as aves…
Se a proposta do envio se mantiver de pé, agradeço e deixo o meu o endereço: lnt@sapo.pt
Prometo que lha envio de volta (emoldurada e afixada na parede 🙂
Obrigada.
Ah, vivi alguns anos no Canidelo. A praia de Lavadores ficava ali, a escassos 500m. Belos tempos.
Ah, o passado, a nostalgia… Não resisto:
Perhaps if the future existed, concretely and individually, as something that could be discerned by a better brain, the past would not be so seductive: its demands would be balanced by those of the future. Persons might then straddle the middle stretch of the seesaw when considering this or that object. It might be fun.
But the future has no such reality (as the pictured past and the perceived present possess); the future is but a figure of speech, a specter of thought.
Vladimir Nabokov, Transparent Things.
Desculpe o inglês mas não tempo para traduzir – de resto, a ideia de traduzir Nabokov assusta-me. Se calhar ainda transformo é esta citação num post… 🙂
A nostalgia faz parte da vida. Sobretudo se recordamos momentos felizes, como foi o caso, que na actualidade não passam de espectros do pensamento sobre o passado.
O que é que tu fazes para conseguir essa cor magnífica nas tuas fotografias??
Engraçado, os miúdos parece que estão em cima de elefantes.
Nada. Retoco muito pouco as minhas fotos e é por isso, aliás, que elas apresentam balanços de cor e de contraste tão diferentes entre si. Mas esta, como a outra em que fizeste essa pergunta, foi tirada ainda em filme, mais exactamente em slide (neste caso, creio que Kodak – RIP – Ektachrome). E, apesar do digital ser mais imediato e mais barato e permitir imagens mais limpas, o filme (e mais exactamente o slide ou diapositivo) tinha uma presença impressionante. É possível manipular as imagens digitais para obter um efeito similar mas eu nunca cheguei lá. Mas parece que não sou só eu: nas máquinas que comercializa, a Fuji usa modos de cor com o nome dos seus slides tradicionais e os resultados também não têm nada a ver com os que se obtinham com eles… 🙂
Ups! Eu já te tinha feito esta pergunta? Não ligues, a insistência não é desconfiança. É só Alzheimer.
Por acaso, não foi uma pergunta, antes um comentário: 82843.html
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/33
Já fui lá ver. As fotografias com esta cor deixam-me em estado de graça mas um bocado aparvalhada, deve ser isso.

Olha, jaa, é assim: vou muitas vezes a Gaia e pelo-me pelas esplanadas à beira-mar, estás a ver aquele circuito paralelo à ciclovia? Deixa-te de coisas e aparece.
Hmmm, não. É aquele onde pessoas fazem jogging e acontecem coisas esquisitas? ogs.sapo.pt/8721.html
http://amoremorteempequenasdoses.bl
E aparece tu. Eu sou o tipo de gabardina, chapéu enterrado na cabeça, olhar desconfiado e máquina fotográfica a tiracolo.
És o tipo da gabardina, sem nada por baixo? Já percebo porque andas a perseguir adolescentes de vestidos vaporosos…
Sem nada por baixo só no Verão. Mas não a abro; uso é uma objectiva comprida na máquina fotográfica.
(Isto está a descambar.)
Daquelas que esticam e encolhem?
(pronto, descambou de vez.)
Não, das que permanecem sempre do mesmo tamanho. Olha eu aqui (nesta época ainda não usava a gabardine – e estava a precisar de cortar o cabelo): p?l=en&article=67
http://www.juzaphoto.com/article.ph
Bolas. Tão novinho? (descambou sem remédio)
Entretanto já tenho mais uns anitos. E uns biceps mais definidos.
Gosto do sujeito ao fundo a caminhar sobre a água e a conjugação dos tons, azul e cinza, muito bom mesmo.
Mais um excelente trabalho.
Obrigado, cr. Devo dizer que consegui a foto por pouco: o tubarão atacou nem cinco segundos mais tarde…
😉
bela foto
Obrigado, Rita.