Fotografias tiradas por aí (280)


escafandro,

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Pinhão, 2016.

0 comentários em “Fotografias tiradas por aí (280)”

  1. O Pinhão é um local mágico.
    E a estrada Pinhão/Régua é (ou era) um autêntico “lavar de alma”.
    🙂 Antonieta

        1. Também conduzi devagar um carro italiano (não, não era um Ferrari) quando por lá passei em 1997 ou 98, mal acreditando em tanta beleza. Desconhecia o nr. da estrada (222) mas adoro capicuas.
          🙂 Antonieta

        2. Acredite que é. Mas é uma imposição de decência. Mesmo não apreciando futebol e convivendo MUITO mal com o peso absurdo desse tentacular negócio mal explicado e violento sedativo, passe a apenas aparente contradição, que terá sido em tempos nobre modalidade desportiva, convivo bem melhor com o tratamento de “director desportivo” que me é dado por alguns colegas. É que o primeiro nome também é Rui.

          De resto, todo o Douro é precioso. Da foz, da Ribeira do Porto, todo o vale e país vinhateiro (e de facto, como se escreve mais abaixo, S. Leonardo da Galafura está para lá das palavras: Torga com elas terá talvez chegado mais perto do que se não pode verdadeiramente descrever), a rudeza belíssima do troço internacional.

          Não o conheci antes da domesticação, não mais que relativa, pelas barragens, entristece-me o mal que vejo fazer pelas suas margens. A ruína e abandono de tanta coisa, a “arquitectura” de subúrbio medonho imposta à Régua, a sorte criminosa da Linha do Douro para lá do Pocinho). Revolta-me – quase às lágrimas, perdoe-se o dramatismo – a imperdoável golpada das barragens do Tua e do Sabor (“o que isto agora quer é cimento!”, cito de memória).

          Mas, nado e criado em Lisboa, aqui vivendo, volto lá sempre que posso. Vamos ver, já que ele veio à baila, quanto vai o outro Costa dificultar-me essas peregrinações. O carro envelhece (e não são pruridos de novo rico, são – até ver – treze incansáveis anos de intensa e fiável companhia) e parece que a hipótese de o trocar se afigura agora menos provável. O relativo oásis da gasolina menos cara parece ser coisa anti-patriótica . Ele não deve usar muito os transportes públicos, ou não diria o que disse, na matéria. Nem em praticabilidade, nem em custos.

          Adiante… Nem que seja por egoistícos propósitos de lazer (patriótico e de esquerda deverá ser pagar a Sportv e ficar em casa a arrotar as “mines” e chamar nomes ao árbitro), acho que continuarei a ter razões para o “disclaimer” depois do apelido.

          Mas não desta vez.

          Costa

      1. Foi um dia particularmente feliz para mim pois também estive noutro local mágico e inesquecível: São Leonardo da Galafura.
        E foi assim que descobri essa estrada que desconhecia ser tão famosa.
        🙂 Antonieta

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