Permitam-me a divulgação:
Em Setembro e Outubro, há ciclos de Conferências e Conversas para celebrar os 900 anos da Carta de Foral de Viseu.

No ano em que Viseu assinala os 900 anos da outorga da sua Carta de Foral, por Dona Teresa, o Município de Viseu promove o Ciclo de Conferências “V900” e o Ciclo de Conversas “Foi com ela que tudo começou”, ao longo dos meses de Setembro e Outubro. Os encontros são de entrada gratuita, tendo como palco principal a Casa do Miradouro/Polo Arqueológico de Viseu António Almeida Henriques, em pleno Centro Histórico, estando a participação sujeita a reserva prévia para o email cultura@cmviseu.pt.
Sempre ao final da tarde, com início pelas 16 horas, as conferências e conversas contam com personalidades das mais diversas áreas, unidas pela escrita e investigação sobre “Teresa de Leão”, o seu tempo e o seu contexto político, militar e religioso. Em suma, sobre Regina Tarasia, o rosto de uma governação de indiscutível importância para a independência e soberania do Condado Portucalense.
O Ciclo de Conversas “Foi com ela que tudo começou”, convida o público a conhecer Dona Teresa através da literatura, apresentando quatro importantes personalidades e as suas obras em torno da Condessa-Rainha.
A 23 de Setembro, Cristina Torrão apresentará “Memórias de Dona Teresa”, editado em 2018. Um romance que procura analisar a questão “Terá sido Portugal fundado por uma Mulher?” e no qual Dona Teresa “moribunda agonizante, recorda toda a sua vida, na urgência e na clareza de quem nada tem a perder”.

Os meus agradecimentos e parabéns à Câmara Municipal de Viseu.
Amanhã para evitar escândalos o melhor é só aceitar
o beija-mão
Espero que nem isso, kika. Basta-me o cumprimento normal
900 anos da Carta de Foral de Viseu
Portanto, Viseu teve foral em 1123.
Sgundo a wikipedia, o foral de Albergaria-a-Velha é ainda mais antigo, datando de 1117.
É verdade. E, em 2017, lá se resolveram a erguer uma estátua a esta grande mulher. Mas gosto mais da estátua em Ponte de Lima, é fabulosa (foral 1125).
net
«Uma carta de foral, ou simplesmente foral (do português “foro”; do latim “forum”), era um documento real utilizado em Portugal, que visava estabelecer um concelho e regular a sua administração, deveres e privilégios.
História
Os forais foram concedidos entre o século XII e o XV, com algumas exceções como é o caso do foral de Oeiras, século XVIII. Eram a base do estabelecimento do município e, desse modo, o evento mais importante da história da vila ou da cidade. Era determinante para assegurar as condições de fixação e prosperidade da comunidade, assim como no aumento da sua área cultivada, pela concessão de maiores liberdades e privilégios aos seus habitantes.
O foral tornava um concelho livre do controle feudal, transferindo o poder para um “concelho de vizinhos”, com a sua própria autonomia municipal. Por conseguinte, a população ficava direta e exclusivamente sob o domínio e jurisdição da Coroa, excluindo o senhor feudal da hierarquia do poder.
O foral garantia terras públicas para o uso coletivo da comunidade, regulava impostos, portagens e multas e estabelecia direitos de proteção e deveres militares dentro do serviço real.
Um pelourinho estava diretamente associada à existência de um foral. Era erguido na praça principal da vila ou cidade quando o foral era concedido e simboliza o poder e autoridade municipais, uma vez que era junto ao pelourinho que se executavam sentenças judiciais de crimes públicos que consistissem em castigos físicos.
Os forais entraram em decadência no século XV, tendo sido exigida pelos procuradores dos concelhos a sua reforma, o que viria a acontecer no reinado de Manuel I de Portugal. Foram extintos por Mouzinho da Silveira em 1832. »
o dito Mouzinho morreu atropelado por um piano em Margem.
o interior morreu e continua insepulto,
Muito bem, Cristina. Tenho pena de só agora saber: talvez pudesse ter programado o meu fim-de-semana para estar amanhã em Viseu, algo que agora já não me será possível. manha-as-18-30-em-viseu-9240822
Desejo que corra o melhor possível. Lembrando que já tive também o privilégio de ver um livro meu apresentado em Viseu, por amabilidade do anterior presidente da Câmara Municipal, precisamente António Almeida Henriques, infelizmente já falecido e que hoje dá nome à Casa do Miradouro.
Não esqueço, não esquecerei.
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/a
Obrigada, Pedro.
Bem, eu estava à espera que me enviassem alguma imagem anunciadora desta minha participação, pois pediram-me fotografia. Essas coisas vêm sempre tarde (só hoje recebi), mas a falha também foi minha: só agora fui à página da Câmara Municipal, de onde tirei estes elementos.
Enfim, fica o nosso encontro para uma outra vez.
Saudações. Decerto que um belo momento
Viva, jpt. Foi muito agradável, sim. Obrigada.