Finalmente, meia dúzia de frases que definem um líder


Sérgio de Almeida Correia,

“Nós precisamos de um projecto nacional e de alguém que se reponsabilize por ele” (O País também);

 

“Há pessoas que me aconselham e defendem e eu não cito” (Devia estar a pensar na conferência de imprensa de Paulo Futre e no que ouviu a José Luís Arnaut);

 

“O processo de avaliação de professores é um processo monstruoso e kafkiano” (Um café com o secretário-geral Relvas e o resultado é este);

 

“Eu fui gestor de empresas vários anos” (Eu também, mas nenhuma era minha e foi sempre com o dinheiro dos outros);

 

“O que lhe posso garantir é aquilo que convictamente será realizável” (“Yes, we can”: garantir um défice abaixo dos 4,6% em 2011 sem mexer nos impostos)

 

“O aumento de impostos é uma medida de curtíssimo prazo que só pode ser feita em desespero” (Também me parece, a começar por um aumento de impostos depois de confessar que ninguém conhece a situação real das contas públicas);

 

“Não quero nesta altura estar a suscitar o problema das contas do Estado” (Também me parece; o melhor é suscitar depois de estar no Governo quando a coisa começar a descambar);

 

“Se o Governo não tivesse apresentado a sua demissão pode ter a certeza que nós teríamos apresentado um voto de censura” (Não tenho dúvidas. Só faltou dizer quando e que não o tivesse feito antes de José Sócrates se demitir).

 

Pedro Passos Coelho, ao vivo e a cores, na SIC.

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