“Nós precisamos de um projecto nacional e de alguém que se reponsabilize por ele” (O País também);
“Há pessoas que me aconselham e defendem e eu não cito” (Devia estar a pensar na conferência de imprensa de Paulo Futre e no que ouviu a José Luís Arnaut);
“O processo de avaliação de professores é um processo monstruoso e kafkiano” (Um café com o secretário-geral Relvas e o resultado é este);
“Eu fui gestor de empresas vários anos” (Eu também, mas nenhuma era minha e foi sempre com o dinheiro dos outros);
“O que lhe posso garantir é aquilo que convictamente será realizável” (“Yes, we can”: garantir um défice abaixo dos 4,6% em 2011 sem mexer nos impostos)
“O aumento de impostos é uma medida de curtíssimo prazo que só pode ser feita em desespero” (Também me parece, a começar por um aumento de impostos depois de confessar que ninguém conhece a situação real das contas públicas);
“Não quero nesta altura estar a suscitar o problema das contas do Estado” (Também me parece; o melhor é suscitar depois de estar no Governo quando a coisa começar a descambar);
“Se o Governo não tivesse apresentado a sua demissão pode ter a certeza que nós teríamos apresentado um voto de censura” (Não tenho dúvidas. Só faltou dizer quando e que não o tivesse feito antes de José Sócrates se demitir).
Pedro Passos Coelho, ao vivo e a cores, na SIC.
