1 – “Tenho pena que em Portugal os prazos sejam tão dilatados” – Pedro Passos Coelho em entrevista, esta noite, a Clara de Sousa
Eu também. Os prazos deviam coincidir com as sondagens. Ou melhor, com as conversas em família do Prof. Marcelo ou com as entrevistas de Mário Crespo. Seria tudo mais natural, mais à flor da pele.
2 – Faz algum sentido manter as eleições directas no PS, que têm lugar este fim-de-semana, para escolha do secretário-geral e votação das moções de orientação política para o próximo Congresso, sabendo que o Governo caiu e que nada daquilo que foi a votos faz sentido porque os respectivos pressupostos desapareceram e as candidaturas foram formalizadas antes da crise política? Não era melhor e mais sensato suspender o processo eleitoral em curso e abrir novos prazos para apresentação de candidaturas e moções adaptadas à realidade?
