E se fosse na Academia dos Amadores de Música seria assim: «Acordai acordai homens que dormis a embalar a dor dos silêncios vis vinde no clamor das almas viris arrancar a flor que dorme na raiz.»
No tocante a “acordo” e “açorda”, permitam-me que interrompa a refeição para dizer que, esta noite, na TVI, a Judite de Sousa esqueceu-se de por os “coentros” necessários na “açorda” e o Álvaro ainda lhe estragou mais a “açorda”. O Álvaro, fez-me lembrar o alentejano calmo e sereno que sabia o que queria, sabia o que dizia e pedia para não o interromperem. “Deixe-me terminar o raciocínio”. Judite não estudou o “adversário” e, depois, na linguagem do futebol, foi “desarmada”
Quando escrevi o comentário anterior não pensei nisso (como talvez o Pedro Correia não tenha pensado), mas escrever nas paredes será realmente bem educado? Conheço casos de graffiti supostamente com valor estético e cultural (e há muitos que não parecem ter esse suposto valor, seja qual for o critério que se utilize) e que mesmo assim desagradaram aos donos das paredes, pois queriam-nas sem inscrições e não foram consultados pelos autores dos graffiti. O que pensarão os donos daquela parede?
Pensarão o que eu ou o Carlos pensaríamos, certamente: mal. Ainda assim, não tão mal como sucederia se em vez disto estivessem por lá aqueles rabiscos ininteligíveis a que alguns chamam ‘tags’ para mostrar que sabem falar americano e já viram séries sobre Nova Iorque.
Todos os dias acordo às 05:30 da manhã. Mas é preciso acordar MAIS.
Acordar tão cedo não faz mal à saúde, Joaquim?
Sinto-me bem, Pedro. Caminho muitos quilómetros todos os dias. O meu coração está no Alto. Faço o meu grande “sursum cordis” pessoal.
Fazes bem, Joaquim. Todos devemos saber preservar a saúde.
Num outro sítio seria “Acorda”. É o que dá ser-se grafiteiro na coutada dos tios e tias 🙂
Eheh. E se fosse no Alentejo seria «açorda».
E se fosse na parede do conservatório, seria “Acorde em lá maior”
E se fosse na Academia dos Amadores de Música seria assim: «Acordai acordai homens que dormis a embalar a dor dos silêncios vis vinde no clamor das almas viris arrancar a flor que dorme na raiz.»
Meus Deus, um apelo à insurreição !!?? Na Lapa ??!! ainda bem que saí da Rua Borges Carneiro a tempo …
Na melhor lapa cai o grafito, Fernando.
No tocante a “acordo” e “açorda”, permitam-me que interrompa a refeição para dizer que, esta noite, na TVI, a Judite de Sousa esqueceu-se de por os “coentros” necessários na “açorda” e o Álvaro ainda lhe estragou mais a “açorda”.
O Álvaro, fez-me lembrar o alentejano calmo e sereno que sabia o que queria, sabia o que dizia e pedia para não o interromperem.
“Deixe-me terminar o raciocínio”.
Judite não estudou o “adversário” e, depois, na linguagem do futebol, foi “desarmada”
Certos entrevistadores supõem que “entrevistar bem” é interromper sistematicamente o entrevistado. Nunca pensei assim.
Não basta estar na parede, tal como não basta estar nos livros. Por isso, pouco gente acordará.
Mas é um pedido pertinente e bem-educado, convenhamos. E com boa caligrafia.
Quando escrevi o comentário anterior não pensei nisso (como talvez o Pedro Correia não tenha pensado), mas escrever nas paredes será realmente bem educado? Conheço casos de graffiti supostamente com valor estético e cultural (e há muitos que não parecem ter esse suposto valor, seja qual for o critério que se utilize) e que mesmo assim desagradaram aos donos das paredes, pois queriam-nas sem inscrições e não foram consultados pelos autores dos graffiti. O que pensarão os donos daquela parede?
Pensarão o que eu ou o Carlos pensaríamos, certamente: mal. Ainda assim, não tão mal como sucederia se em vez disto estivessem por lá aqueles rabiscos ininteligíveis a que alguns chamam ‘tags’ para mostrar que sabem falar americano e já viram séries sobre Nova Iorque.