Filosofia de parede


Pedro Correia,

 

 Lisboa, Rua de Sant’ana à Lapa

16 comentários em “Filosofia de parede”

        1. E se fosse na Academia dos Amadores de Música seria assim: «Acordai acordai homens que dormis a embalar a dor dos silêncios vis vinde no clamor das almas viris arrancar a flor que dorme na raiz.»

    1. Meus Deus, um apelo à insurreição !!?? Na Lapa ??!! ainda bem que saí da Rua Borges Carneiro a tempo …

  1. No tocante a “acordo” e “açorda”, permitam-me que interrompa a refeição para dizer que, esta noite, na TVI, a Judite de Sousa esqueceu-se de por os “coentros” necessários na “açorda” e o Álvaro ainda lhe estragou mais a “açorda”.
    O Álvaro, fez-me lembrar o alentejano calmo e sereno que sabia o que queria, sabia o que dizia e pedia para não o interromperem.
    “Deixe-me terminar o raciocínio”.
    Judite não estudou o “adversário” e, depois, na linguagem do futebol, foi “desarmada”

  2. Quando escrevi o comentário anterior não pensei nisso (como talvez o Pedro Correia não tenha pensado), mas escrever nas paredes será realmente bem educado? Conheço casos de graffiti supostamente com valor estético e cultural (e há muitos que não parecem ter esse suposto valor, seja qual for o critério que se utilize) e que mesmo assim desagradaram aos donos das paredes, pois queriam-nas sem inscrições e não foram consultados pelos autores dos graffiti. O que pensarão os donos daquela parede?

    1. Pensarão o que eu ou o Carlos pensaríamos, certamente: mal. Ainda assim, não tão mal como sucederia se em vez disto estivessem por lá aqueles rabiscos ininteligíveis a que alguns chamam ‘tags’ para mostrar que sabem falar americano e já viram séries sobre Nova Iorque.

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