“Maria Inês Paris foi a primeira artista a subir ao palco para interpenetrar o tema composto por Tito Paris.” (https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-tv/artigos/festival-da-cancao-segunda-semifinal-arranca-com-problemas-tecnicos)
Não sei se a interpenetração do cantor na canção resulta do AO90 ou se é escola, mas sem dúvida que estou curiosíssima quanto à filosofia que lhe subjaz – filosofia de redacção rua da amargura, talvez…
Lá está o que dizia Wittgenstein da Filosofia — 99% dos seus problemas não são problema nenhum.
É como as paredes em Portugal – 99% delas são usadas como caderno de rascunho.
Pois não, são dos filósofos!
Talvez mandar o facebook pubicar?
Tornar público o que é púbico.
Era mais no sentido de se entreter com a própria púbis, pútris que fosse; que o dono ainda se chama Mark e não Gina, certo? 😀
Privatizar as infelicidades. Publicar as felicidades.
Um conselho do Turismo de Portugal
http://www.turismodeportugal.pt/Português/P ages/Homepage.aspx
Ena, tanto prémio do turismo português. São mais que a chuva de prémios Grammy, onde só falta distinguir a modalidade de cantor anónimo no chuveiro.
Esse último mencionado mas nem por isso menos amado prémio é meu, numa canção patrocinada pelos SMAS em cada duche:
https://g.co/kgs/Ujo1rP
Facebook, o mundo actual dos orcs…….
“Maria Inês Paris foi a primeira artista a subir ao palco para interpenetrar o tema composto por Tito Paris.” (https://mag.sapo.pt/tv/atualidade-tv/ar tigos/festival-da-cancao-segunda-semifin al-arranca-com-problemas-tecnicos)
Não sei se a interpenetração do cantor na canção resulta do AO90 ou se é escola, mas sem dúvida que estou curiosíssima quanto à filosofia que lhe subjaz – filosofia de redacção rua da amargura, talvez…