Num caso ou no outro (por aqui, numa longa lista, a coisa deve andar pelos 10% escolhidos e 90% que escolheram), cães e sobretudo gatos, amigos – ou isso: família alargada – que nunca atraiçoam.
Pode soar a desgastado e piegas lugar comum. Mas só o será por ser uma verdade repetida muitas vezes.
🙂 🙂 🙂 Tenho dois bichanos. Um gato e uma gata. O gato (Dean – Tigrado) e o irmão (Sam – Preto e branco) vieram para o nosso convívio ainda só bebiam leite , paridos por uma gata semi-vadia. Vieram ambos colmatar o vazio deixado pelo gato ruço (Lucky), o primeiro a viver connosco,e que passados 9 anos adoeceu e partiu para o céu dos gatos em menos de um mês. Os dois estarolas eram uma alegria de ver : o Dean baixinho, gordinho e comilão, era o macho alfa, que punha o Sam em sentido, mesmo sendo ele alto, possante e ginasticado como uma pantera. Numa manhã de um Sábado triste, o Sam estrebuchou e foi juntar-se ao Lucky no céu dos gatos – problema cardíaco, a doença do Feher, disseram. O Dean tornou-se uma sombra, não comia, só miava. Um bicho que não é suposto ter alma era uma dor dela de olhar. Resolvi ir buscar outro pequenito a outra ninhada semi-vadia. Quando cheguei, pulavam e brincavam 8 gatos. Pousei o porta-gatos, a Sally entrou… e veio comigo… é uma tola e o Dean anda a nove com ela a mandar nisto tudo … afinal a alfa agora é fêmea, mas o Dean adora-a e nós, Cat People dos quatro costados, ou não fosse o marido Leão, somos uns babados por esta gataria 🙂 🙂
E estes podemos escolher :)))
Já não sei se somos nós que escolhemos se são eles que nos escolhem a nós, Teresa.
Num caso ou no outro (por aqui, numa longa lista, a coisa deve andar pelos 10% escolhidos e 90% que escolheram), cães e sobretudo gatos, amigos – ou isso: família alargada – que nunca atraiçoam.
Pode soar a desgastado e piegas lugar comum. Mas só o será por ser uma verdade repetida muitas vezes.
Costa
É uma grande verdade. Uma enorme verdade.
Os gatos só poderiam estar naquele sítio. Nisso, são todos iguais. 🙂
Pois. Com este frio então as opções reduzem-se…
🙂 🙂 🙂
Tenho dois bichanos. Um gato e uma gata. O gato (Dean – Tigrado) e o irmão (Sam – Preto e branco) vieram para o nosso convívio ainda só bebiam leite , paridos por uma gata semi-vadia. Vieram ambos colmatar o vazio deixado pelo gato ruço (Lucky), o primeiro a viver connosco,e que passados 9 anos adoeceu e partiu para o céu dos gatos em menos de um mês. Os dois estarolas eram uma alegria de ver : o Dean baixinho, gordinho e comilão, era o macho alfa, que punha o Sam em sentido, mesmo sendo ele alto, possante e ginasticado como uma pantera. Numa manhã de um Sábado triste, o Sam estrebuchou e foi juntar-se ao Lucky no céu dos gatos – problema cardíaco, a doença do Feher, disseram.
O Dean tornou-se uma sombra, não comia, só miava. Um bicho que não é suposto ter alma era uma dor dela de olhar.
Resolvi ir buscar outro pequenito a outra ninhada semi-vadia. Quando cheguei, pulavam e brincavam 8 gatos. Pousei o porta-gatos, a Sally entrou… e veio comigo… é uma tola e o Dean anda a nove com ela a mandar nisto tudo … afinal a alfa agora é fêmea, mas o Dean adora-a e nós, Cat People dos quatro costados, ou não fosse o marido Leão, somos uns babados por esta gataria 🙂 🙂
Os animais ensinam-nos mil lições e contam-nos mil histórias, Dulce. Desde que saibamos estar atentos a tudo quanto nos comunicam.