Europeias (6)


Pedro Correia,

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ALIANÇA: TRÊS PROPOSTAS

 

  • Generalização do princípio de economia circular na política do ambiente, reutilizando, recuperando e reciclando materiais e energia.
  • Desenvolvimento de mecanismos, com o recurso a programas e fundos europeus, para recuperar e potenciar o património nacional.
  • Criação de um programa nacional de formação em inteligência artificial com noções básicas de programação e aplicações.

 

Do Manifesto Eleitoral

0 comentários em “Europeias (6)”

  1. LOL noções básicas de programação?? Parece os cursinhos para aprender a enviar e-mails que o IEFP e o PS andaram a impingir à província durante 20 anos. Eles obrigavam as pessoas a ir à merda dos cursos deles e os formadores sacavam 50 euros por hora. Ainda hoje fazem isto, esses grandes fdp.

  2. O PROBLEMA DO POLITICAMENTE CORRECTO NÃO É A JUSTIÇA SOCIAL NEM A SITUAÇÃO AMBIENTAL… MAS SIM O FACTO DE SEREM NAZIS: não podem ver um povo autóctone a sobreviver pacatamente no planeta.
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    PNR’s e afins não seja parvos: não há tempo a perder com a elite neo-esclavagista, urge o SEPARATISMO-50-50!
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    Ao mesmo tempo que reivindica para si regalias acima da média (trata-se de pessoal que está num patamar acima da mão-de-obra servil), a elite neo-esclavagista quer ter ao seu dispor mão-de-obra servil ao desbarato.
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    Mais:
    -» Na América do Sul (por exemplo) foram chacinadas Identidades Autóctones para lhes roubarem os territórios… e agora estão a vender milhões de hectares a multinacionais [a elite neo-esclavagista fala nestes holocaustos? Népia!];
    -» Em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras… muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais [a elite neo-esclavagista fala nestes holocaustos? Népia!].
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    {uma nota: pululam por aí muitos investidores da mesma laia dos construtores de caravelas: reclamam que os seus investimentos precisam de muita mão-de-obra servil para poderem ser rentabilizados}
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    Mais:
    -» A elite neo-esclavagista em conluio com a alta finança (lucram milhares de milhões em especulação financeira) e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos… não falam na introdução da Taxa-Tobin como forma de ajudar os mais pobres… querem é que a ajuda aos mais pobres seja feita através da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.
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    -» Por um planeta aonde povos autóctones possam viver e prosperar ao seu ritmo;
    -» E por uma sociedade que premeie quem se esforce mais (socialismo, não obrigado)… mas que, todavia, no entanto… seja uma sociedade que respeite os Direitos da mão-de-obra servil;
    —» Todos Diferentes, Todos Iguais… isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta –»» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
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    Nota 1: Os ‘globalization-lovers’, UE-lovers. smartphone-lovers (i.e., os indiferentes para com as questões políticas), etc, que fiquem na sua… desde que respeitem os Direitos dos outros… e vice-versa.
    -»»» blog http://separatismo–50–50.blogspot.com/.
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    Nota 2: Os Separatistas-50-50 não são fundamentalistas: leia-se, para os separatistas-50-50 devem ser considerados nativos todas as pessoas que valorizam mais a sua condição ‘nativo’, do que a sua condição ‘globalization-lover’.
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    Nota 3: É preciso dizer NÃO à democracia-nazi! Isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles… que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros!!!
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    Nota 4: Urge dizer à elite deste sistema o mesmo que foi dito aos antigos esclavagistas: a não existência de mão-de-obra servil ao desbarato não vai ser o fim da economia… VÃO CONTINUAR A EXISTIR MUITAS OPORTUNIDADES DE NEGÓCIO (nomeadamente introduzindo mais tecnologia)!

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