Quando ouvi falar desta iniciativa pareceu-me bastante interessante. Agora, que sabemos que um dos responsáveis tem tanta dificuldade em conjugar o verbo dar, sobretudo na primeira pessoa do singular, fiquei com algumas dúvidas. Parece que a grande contribuição do senhor para a plataforma nacional de doação de objectos reutilizáveis não são bem objectos. Ou as dívidas também entram nessa categoria?
Eu dou. Tu dás. Mas ele dá?
Ana Lima,

Cada um dá o que tem. Ou o que não tem? Cu…
Caramba, isto é confuso! Mas , não interessa. Dar é porreiro, pá.
Devia ser, sim. Mas, com tantas dúvidas, ficamos sem saber como agir.
Aqui está o exemplo mais acabado de um verdadeiro boy, de (mais) um autêntico caso de sucesso de NOS – Novas Oportunidades Socialistas. A fazer dívidas não há como ele e então a fabricar castelos no ar,… nem lhes digo, nem lhes conto. Não brinquem com o rapaz, vá…. com este verdadeiro paladino da filantropia. Já viram bem quanto é que estas “coisinhas” valem, já?…
Lá imaginação tem ele!
Das FAQ do dou.pt
O serviço é pago?
Durante os primeiros meses da fase de lançamento o serviço será gratuito todos sendo os custos das transacções patrocinados por um dos nossos parceiros. Após a fase de lançamento, no acto de submeter um pedido a uma doação, será cobrada ao requerente uma taxa fixa de 1€, independentemente do artigo. A afixação de doações será sempre gratuita.
Então se eu não for escolhido o que é acontece ao meu 1€?
Fica em crédito no sistema, disponível para alocar a um novo pedido de recepção em qualquer outro artigo em doação. A taxa só é descontada do crédito quando o seu pedido for seleccionado pelo doador como recipiente da doação.