Estátuas dos nossos reis (65)


Pedro Correia,

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D. Dinis (1279-1325)

 

Autor: Helder Carvalho

Ano da inauguração: 1998

Localização: Vila Flor, na Praceta D. Dinis

44 comentários em “Estátuas dos nossos reis (65)”

  1. Parece-me bem este Rei D. Dinis de bronze, assim terra a terra.
    Não dá para ver se também está numa rotunda…
    Maria

  2. Uma das mãos na espada outra na cruz.
    Não me parece.
    O revoltado primogénito Afonso IV talvez,no Salado e contra o pai.
    Este mais dado às velidas do que à santa esposa e ao herdeiro.

  3. Caro Pedro Correia

    Sou um “amante” de estátuas….

    O autor: Helder Carvalho ( vivo)com atelier em Carrazeda de Ancião.

    Amendes

  4. Também este tem os pomos elevados… mesma forma? Ou talvez mesma fonte.

    Infelizmente, demasiado longe para lhe perceber melhor os traços. Gosto da pedra em fundo.

          1. Leonardo di Caprio! Gosto muito da sua inocência como Filipe e da sua arrogância como Luís XIV, n’ “O homem da máscara de ferro”.
            Sempre vi D. Sebastião como uma salada de ambos – melhor dizer caldeirada, salada tem raiz árabe e sendo o islamismo um tema sensível para os sebastianistas…

            Português… Nicholson?

          2. Era demasiado novita na altura, terei fechado os olhos tal O Brilho e perdido a oportunidade de lhe chamar tio… se o Pedro gritar acha que o Lobo volta?

          3. Desconhecia, fui espreitar… nas fotos que vi pareceu-me ter feições interessantes mas não querubínicas como atribuo ao nosso Bonifácio… mas fica a nota, Maria, temos ainda 3 séculos pela frente para encontrar o Desejado

          4. Lembrei-me dele porque tinha acabado de o ver na rtp-2 a apresentar o “Literatura agora”, um dos poucos programas sobre livros da nossa televisão pública.
            Tanto futebol, tanta história de faca e alguidar, tanta conversa da treta e só 2 programas semanais sobre livros com duração de 25 minutos cada.
            O Lamares diz muito bem poesia e parece que o nosso Sebastião gostava de poesia. Ou talvez não, já não me lembro bem…
            Boa Quarta, Sarin!

            Maria

          5. Tenho que ver mais televisão, já percebi… obrigada pela dica, Maria!

            E boa Quarta, com interior, pois claro!

          6. Não faça isso, Sarin, gosto muito de a ler por aqui.
            Aliás, eu vejo pouquíssima televisão, ligo-a mais para ver filmes e séries.

            Maria

          7. Obrigada, Maria, também gosto muito de a ler. Mas sobre a TV pensava em ver bons declamadores. E ouvir, pronto…

      1. Quis disfarçar as olheiras de tantas noites a cantar às amigas, e descairam-se-lhe as aplicações de bolor enlatado…? Muito provável, Maria!

        O Pedro diz que El-Poeta nosso Rei não alinhava em mariquices, mas nada avança sobre estar Sua Alteza de saios, já viu esta metroparcialidade?!

        1. Eu falei no botox por causa dos pomos levantados, Sarin.
          Lembrei-me de algumas caras da nossa tv que aparecem de pomos levantados e boquinha ao lado – mas sem rugas, claro!
          Quanto ao nosso Dinis, prefiro vê-lo de saios que de pernas ao léu ou, pior ainda, de collants
          Maria

          1. Percebi-a, Maria, e lembrei-me daquelas (e daqueles) cuja recuperação da condição de proto-enrugadas lhes correu mal, com o botox a escorregar pelos tecidos errados…

            Que El-Dinis, Rei com Dom, ainda assim lhes ganhava em garbo

        2. “Olheiras de tanto cantar às amigas”
          Se fosse apenas cantar, Sarin.
          É que El-Rei D. Dinis, para além de plantar (enfim, mandar plantar) o Pinhal de Leiria, plantou ele próprio uma série de filhotes…
          Maria

          1. O pai dele foi um autêntico povoador, Maria; quem sai aos seus não é de Genebra – nem de Bolonha, mas leva jeito!

          2. Agora é que eu percebi de onde vêm os famosos “machos latinos” : dos nossos gloriosos Reis Lusitanos
            Maria


          3. Mas aqui só para nós (que ninguém nos ouve ou lê), o clero fazia o mesmo ou ainda pior.
            Lembra-se da Amélinha e do Amaro, por acaso aí bem perto do Pinhal de Leiria?
            Diz o roto para o nu… Eça é que é Eça!
            Maria

          4. Lembrar não lembro, nunca fui de falar com essas gentes depravadas; mas fui lendo os folhetins avidamente entre as visitas do meu primo que, cuidando da minha educação como se eu fosse Rita e não Luisinha, me ia trazendo tais prendas.

            Iria de penitência à Catedral de São Pedro, e já que em Roma também à de São João de Latrão, que João XII transformou num bordel; mas com Fátima tão perto fico-me pelo Pinhal.

            Nota: estes relatos não traduzem a vida ou pensamentos da autora, a qual não se responsabiliza por eventuais ofensas a presumíveis herdeiros de qualquer dos mencionados porque, se pela Bíblia todos somos irmãos, está visto que pela História somos primos…

          5. Eu também não me responsabilizo por nada (e aviso já que não me demito!), afinal estamos a falar de Literatura
            Contudo tenho de reconhecer que muitas vezes a realidade supera a ficção.
            E se escreverem cartas de amor, ainda que ridículas, por favor não as guardem – é que nem todas as Julianas são sopa, algumas são mesmo umas diabas
            Maria

          6. E, fossem Basílios, Carlos ou Amaros, a verdade é que se safaram eles mas não elas, nem a sopeira com nome de sopa… tempos desgraçados!
            Bom, bom, bom era no tempo d’El Dom Dinis, Rei, em que às claras as Brancas recebiam terras “por compra de vosso corpo”….

  5. Meus Deuses! Então o D. Dinis incrédulo do que via no regaço de sua santa esposa, que viveu às turras com o clero apesar dos esforços e pedidos da Santa, aparece qual evangelizador, estilo Padre António Vieira. Duvido que el rei aprove o adereço.

  6. Só para sublinhar que este Dom teve direito a complemento. Um pouco apartada, é certo, mas no seio da mesma vila e pelas mãos do mesmo escultor, é possível encontrar a sua santa esposa, regularmente vandalizada com carinhosos arranjos florais. Até que ponto o autor poderá ter imaginado e antecipado o fenómeno?…

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