Estátuas dos nossos reis (40)


Pedro Correia,

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D. Sancho II (1223-1248)

 

Autor: Diogo Marques 

Ano da inauguração: 1622

Localização: Elvas, na Fonte da Misericórdia, Praça 25 de Abril

22 comentários em “Estátuas dos nossos reis (40)”

  1. Diogo Marques, autor do desenho; a execução ficou a cargo do pedreiro Sebastião Vaz, vistoriada por Pêro Vaz Pereira.

    No tempo dos Filipes.

      1. Então quer dizer que os Filipitos para além daquela ponte filipina do Zêzere também mandaram fazer esta estátua?
        Daí o tamanho da estátua
        Maria

  2. Esta escapou-me quando fui a Elvas, e fui lá várias vezes.
    Parece-me pequenita e um pouco escondida – a estátua, não o monumento em si.
    Se voltar a Badajoz (para comprar caramelos, eheh) vou lá espreitar a estátua, prometo. ⚘
    Maria

      1. Absolutamente de acordo, é uma cidade muito interessante.
        (E a sericaia também)
        Eu estava a brincar, nunca comprei caramelos em Badajoz, aliás nem nunca parei lá.
        Uma vez ia para Mérida (espectacular!) e segui viagem.
        Outra vez ia para Olivenza (uma maravilha!) e não parei no regresso, já era tarde.
        Maria

        1. Olivença – vila histórica portuguesa – é imperdível,
          Badajoz, ao contrário do que muitos compatriotas supõem, merece uma visita atenta. E não é pelos caramelos, claro.

          1. Sim, Pedro, deu para perceber que Badajoz merecia visita quando a atravessei. Simplesmente não podemos ver tudo, há que fazer escolhas.
            Aliás, eu sou muito fã de Espanha: cidades, vilas e aldeias belíssimas e sempre muito bem preservadas, ao contrário de nós que temos deixado tanto património ruir, apodrecer – nunca há dinheiro – pois… a desculpa de sempre.
            Agora que finalmente descobriram que o Turismo dá dinheiro já estão a acordar, mas entretanto muita coisa já se perdeu.
            Maria

          2. ‘Nuestros primos hermanos’ nem sempre assim tão exemplares, Maria. Lembro-me de há anos ter ido a Toledo e vir de lá muito decepcionado. Cidade suja, imunda mesmo. Até o Tejo estava poluído.
            Safou-se o Museu do El Greco.
            Vim de lá sem saudades.

          3. Pedro, lamento que Toledo esteja assim, eu estive lá nos anos 80 e tenho magníficas recordações.
            Adorei todas aquelas Pontes com torres que ladeiam a cidade, e o Alcazar no top da colina, e o Tejo a rodear toda aquela maravilha.
            Adorei a catedral, com o sol a entrar pela clarabóia e a iluminar o El Transparente.
            Adorei a casa do El Greco e “O Enterro do Conde de Orgaz” na Igreja de S. Tomé.
            Adorei as sinagogas.
            Adorei o Quixote e o Pança esculpidos em madeira que lá comprei.
            Foi um dia inesquecível.
            Dali segui para Segóvia e depois para Madrid, onde estive cinco dias.
            Eu, que tinha a mania que não gostava de Espanha, tive de me render: adorei Madrid e arredores.
            Maria

          4. Sou mais Mirosiana, e não é pelas Ramblas nem pelo Gaudi-o dos edifícios…

            … e, sim, Badajoz tem espaços lindos, sempre os teve – digo eu que com 5 anitos me lambuzava em caramelos com amêndoa na Torre de Espanta-Mouros, Espantaperros como lhe chamam por lá.

          5. Mais a Sul, em Villanueva del Fresno (sim, essa), havia uma taberna com uns 3,5m de pé direito, balcão em pedra e paredes de madeira forradas a cartazes da Fiesta Brava – que atraíam até os olhos de quem não aprecia tais touradas. Cartazes anteriores a Franco, Pedro, pintados à mão! Um verdadeiro museu!!!

            O Velho era já muito velho quando por lá ia, saída dos fados e cantares em Mourão; mas, se o seu legado se mantiver, merece o desvio na próxima visita a Badajoz 🙂

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