Estátuas dos nossos reis (29)


Pedro Correia,

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Guarda - Estátua de D. Sancho I (p).jpg

 

 

D. Sancho I (1185-1211)

 

Autor: António Duarte

Ano da inauguração: 1956

Localização: Guarda, Praça Luís de Camões, junto à Sé Catedral. Até 2005, como a foto documenta, estava no centro da Praça Velha.

36 comentários em “Estátuas dos nossos reis (29)”

  1. E finalmente apareceu o meu amigo na Guarda
    Gosto muito desta estátua do Rei Povoador, que só recentemente descobri ser do escultor António Duarte.
    A Praça Velha era paragem obrigatória para dar uma espreitadela à magnífica Sé da Guarda.
    Melhor do que esta só a de Silves (das que eu conheço, claro).

    Maria

    1. Não por acaso, Maria, optei pela foto com a localização antiga da estátua. A nova, entalada entre a Sé e uma estreita rua lateral, não lembrava ao D. Fuas Roupinho…
      Enfim, manias nossas de mudar o que está bem. Enquanto mantemos o que está mal.

      1. Além de preferir a antiga localização, a foto que puseste era a do meu livro de estudos sociais, ou meio físico e social, sobre as capitais de distrito, por isso também me traz alguma nostalgia.
        Apesar de tudo já tirei boas fotografias da estátua tal como está actualmente. Hei-de te enviar.

        1. Sim, João Pedro. A nova localização permite captar ângulos interessantes da estátua, num plano mais fechado. Mas falta-lhe cenário, envolvência, espaço apropriado. O imaginário das cidades deve ser respeitado após anos de permanência de uma estátua num determinado local. E neste caso não foi.

  2. Desta gosto muito!
    Na terra dos três F’s…sabe a que adjectivos se referem?
    Aqui, já se parece com o progenitor.

    Boa semana, Pedro!

      1. Pedro, mas então não são cinco?
        Fria
        Farta
        Forte
        Fiel
        Formosa

        Há quem diga Feia em vez de Formosa, mas é só inveja…
        Maria

    1. Então a Francis-janita vai continuar a chamar-se Maria Antonieta neste blog, mesmo depois de se ter baralhado toda lá na UJM e ter dito hoje que afinal não se chama assim.
      Digamos que é uma espécie de Fernando Pessoa que usa vários heterónimos…
      Lamento muito que não tenha escolhido outro nome…
      Eu vou continuar a assinar Maria, que é realmente o meu primeiro nome, já que deixei de assinar o meu segundo nome por me estarem sempre a perguntar se eu era a Maria Antonieta do Escrever é Triste e do Pipoco qualquer coisa… e afinal a Janita nem se chama Maria Antonieta – se calhar nem se chama Janita.
      Comentava aqui no DO desde 2013 e gostava muito. Voltei agora com os Rios e com as Estátuas dos Reis. Espero que o Pedro me permita continuar a comentar como Maria que é, como já disse, o meu primeiro nome. Jamais mentiria acerca do meu nome.

      Maria

      1. Ainda que mal lhe pergunte, Maria…em que é que isso a afecta?
        Já parece a outra intrometida que foi ao meu blogue dizer-me cobras e lagartos…pelo mesmo motivo…uma tal Tê, que nunca vi mais gorda!
        Por favor meninas, metam-se na vossa vida, está bem?
        Eu tinha vergonha de vir para um blogue conceituado dizer essas parvoíces sem importância.
        Sente-se lesada?… em quê?

        1. Todos os blogs são conceituados, até mesmo o seu “cantinho da Janita” (francis-janita.blogspot.com). É tudo uma questão de gostos e preferências.
          Agora criar uma conta especial para comentar em “blogs intelectuais” e depois baralhar as contas e pedir para apagar os comentários, como a “janita antonieta” fez ontem e hoje no blog umjeitomanso.blogspot.pt, é mesmo de morrer a rir 😅😁🤣.
          E se não percebeu o que é que eu tenho a ver com isso… olhe, temos pena
          Maria

          E agora, falando de estátuas, gostei de saber que gostou deste D. Sancho I .
          Beijinhos

          1. Imbeja?
            Mas de quê, minha querida Janita /Antonita?
            Não tenho qualquer motivo para a imbejari.
            Eu (a boca foleira que anda a denegri-la em todos os blogs, palavras suas) apenas comentei aqui no DO e num outro blog (2 blogs, portanto), sempre com correcção, sem quaisquer palavras ofensivas, embora o tenha feito com alguma ironia, reconheço.
            Mas rir é o melhor remédio, dizem…
            Embora não tenhamos nada em comum, cara Janita/Antonita, eu até estava a gostar de si e dos seus comentários, a achar-lhe uma certa piada.
            Quando deixou estalar o verniz perdeu a gracinha toda…
            Maria

            ps. Desculpe, Pedro, por mim este tema tão desinteressante termina aqui.

  3. Conheço a estátua com a localização actual e com a localização antiga. Considero a actual muito melhor do que a antiga. Ficava perdida no meio da praça. Agora faz um conjunto com a Sé e vê-se melhor a escultura.

    1. Também discordo. A actual quase nem se vê, demasiado ensombrada pela Sé- Além de que a praça ficou muito mais vazia, e pior ainda, perigosa, com uns degraus compridos e quase imperceptíveis pelo meio que, pelo que sei, provocam não poucas quedas (ainda mais numa cidade propensa ao gelo).

  4. Ó da guarda.
    Haja ordem para D. Sancho I batalhar e povoar.A moirama à espreita.
    País novo em construção.
    D. Pedro Correia corrija a desunião.

  5. Cara senhora Janita, sei bem o que disse/escrevi e em que contexto. Sugiro que volte a publicar o post com os devidos comentários no blogue de que é autora…o tal post em que terei dito sobre si “cobras” e “lagartos” como aqui afirma. Não se esqueça de publicar também o comentário feito por si, aquele que apagou, e que me levou a escrever/responder da seguinte forma;

    « “linguagem ofensiva”…”insinuações maldosas e falsas”
    Quem fica espantada sou eu, cara senhora Janita ou cara senhora Maria Antonieta.»

    _____________________

    Caro Pedro Correia, as minhas desculpas por vir até aqui com um assunto completamente fora do tema da sua publicação…mas o meu nome foi aqui mencionado e mais uma vez com desprezo/desdém. BASTA!
    A blogosfera anda que dá dó!!! Não reconheço esta blogosfera!!! Não entendo que pessoas são estas desprovidas de bom senso, de regras, de princípios.

    “Se não formos capazes de viver inteiramente como pessoas, ao menos façamos tudo para não viver inteiramente como animais”
    José Saramago — Ensaio Sobre a Cegueira

      1. É a Silly Season em modo 4 Estações, Pedro!
        A contrapor temos “Chamar as árvores pelos nomes” na hospedaria da Alexandra G.
        Obrigada

      2. É a Silly Season em modo 4 Estações, Pedro!
        A contrapor temos “Chamar as árvores pelos nomes” na hospedaria da Alexandra G.
        Obrigada

  6. Pedro, acabei de assistir ao programa Visita Guiada, da Paula Moura Pinheiro, na rtp2.
    Foi sobre o Mosteiro da Batalha e foi muito, muito interessante.
    Se não viu, atrevo-me a sugerir que o faça – tenho quase a certeza que vai gostar…
    Maria

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