Estátuas dos nossos reis (26)


Pedro Correia,

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D. Sancho I (1185-1211)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: 1726, presumivelmente

Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista

22 comentários em “Estátuas dos nossos reis (26)”

          1. não havia o Futre – embora não perceba como é que ele aparece nesta ‘estória’ – mas já existia a ‘cúria papal’ – “o bispo do Porto, Martinho Rodrigues, queixou-se ao papa…”

  1. Como o Pedro sabe tenho um carinho especial pelas estátuas deste jardim.
    Todavia, esta não é a minha preferida de entre todas as representações do nosso Rei Povoador que conheço.
    Maria

  2. Lá, no Jardim de Castelo Branco, o Pedro encontrará estátuas de todos os nossos Reis. Não serão, talvez, as mais airosas, isso não!
    Boa tarde.

    1. Conheço muito bem este jardim, que vale pelo seu todo, Maria Antonieta.
      Um dos aspectos de que mais gosto é ver as estátuas do Inverno e da Morte arrumadas nos recantos menos frequentados.
      É, portanto, um jardim que celebra os meses mais calorosos. E que celebra a Vida.

      1. E os estudantes costumavam pôr um cigarro na boca da Morte, que estava sempre com a boca negra…
        Para além dos Reis também há a Escadaria dos Apóstolos.
        E estátuas das Virtudes, das Estações do ano, dos Meses com os Signos do Zodíaco, e também muitos lagos.
        É realmente um jardim lindíssimo e que merece ser visitado.
        Já há tempos que lá não vou.
        Está na altura de lá voltar…
        Maria

          1. Pois é, malandros!
            Passou de 0,25€ para 2€.
            A “koltura” é cara aqui
            Maria

    1. É este poema?

      《Ai eu, pobre de mim,
      Coitada
      ……..
      ……..
      ……..
      Muito me tarda
      O meu amigo na Guarda!》

      Estou a citar de cor e só me lembro deste pedacinho.
      Há quem diga que é de D. Sancho I, há quem diga que é de D. Dinis.
      Quem esclarece?
      Maria

  3. ena, o Sancho Nº 1 😀

    _______
    (foi sempre assim que os designei – jamais o confessei, menos o referi aos grupos de turistas/viajantes qu guiei – mas o meu favorito, pela gabarolice – com atenuantes – foi sempre o João Nº 5. O Manel Nº 1 deapontou-me tremendamente, mesmo dada a “coragem” de manter os seus judeus favoritos ao serviço, enquanto fazia o resto do “serviço”).

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