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D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: Ainda não apurado
Ano da inauguração: Ainda por confirmar
Localização: Freguesia de Fragoso, Barcelos, junto à Capela de São João (antiga ermida de São Vicente), numa encosta do Monte de São Gonçalo
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D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: Ainda não apurado
Ano da inauguração: Ainda por confirmar
Localização: Freguesia de Fragoso, Barcelos, junto à Capela de São João (antiga ermida de São Vicente), numa encosta do Monte de São Gonçalo
Não sei se é bom espalmar assim tanto o fundador, caraças.
Deve ter sido no tempo da outra senhora, a tróica: já não havia dinheiro para mais material.
Ou será já desta época das troicativações?
Folha de Flandres.Oxidando.Um boneco.
T’ arrenego.
Nada espectacular, convenhamos.
Estou a ver que isto está para lavar e durar!!
Lata, pois. É isso mesmo.
Li algures que Fragoso recebeu a primeira carta de foral de D. Afonso Henriques – daí talvez o facto de o terem homenageado com uma estátua.
Fragoso está à beira do belo rio Neiva e a Rainha Santa Isabel terá passado por aí a Caminho de Santiago de Compostela – daí talvez a Fonte da Rainha Santa.
Mas não garanto nada
Maria
É isso, Maria.
Sim, está ali entre Barcelos (à qual pertence) e Viana, com Esposende mais abaixo. Na ligação entre o Minho (semi) interior e o litoral. Já cheguei a ir a uns casamentos em Fragoso.
Continuo sem saber quem foi o autor desta evocação do Rei Fundador, João Pedro.
Lamentavelmente – como é costume, aliás, neste país sem memória – as páginas digitais da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia são as primeiras a omitir tal facto.
A tecnologia é imparável.
A humanidade é muito mais lenta.
O conflito é inevitável e insanável.
E o homem perde sempre a batalha do futuro.
É a vida!
João de Brito
Estamos pessimistas, hoje…
Comparando, parece que o SADAM não tinha assim tantas!
Tinha mais. E o camarada Lenine também.
Até o camarada Estaline mantém algumas.
Esta estátua deve meter medo às crianças.
Até a mim me aflige …
Os miúdos até comem a sopa mais depressa.
creio, enquato boa (excelente, quase prucidente da xunta 🙂 leitora de policiais, que o senhor não existiu, antes os lugares/localizações, com uns anónimos de permeio… 😀
Amanhã (espero) avança o Rei Sancho. Para variar.
Pobre rei, parece um homem-fantasma.
Parece.
Estamos lacónicos, hoje…
Maria
Fico assim em noites de futebol.
Acho louvável o esforço de memória, mesmo que pareça haver mais arte no penedo que na própria escultura. Talvez financiada com algum saldo das festas anuais (que, presumo, não será avultado), ou com verba sobejante do arranjo do adro. Mas conceda-se: fosse colocado, naquele ermo, algo de maior qualidade e estaria condenado a ser larapiado.
Penso o mesmo, Sampy. Aliás nem assim se livra de assalto e mutilação.
Tratamos o nosso património edificado da mesma forma que tratamos o património natural: como se fosse lixo.
O meu balanço inicial:
Tem sido óptimo, a propósito desta série, revisitar conhecimentos adquiridos desde petiz sobre a história do nosso recanto. Um muito obrigado ao Pedro Correia pela iniciativa.
Tem sido interessante vislumbrar as histórias dos próprios objectos comemorativos da nossa História. Que às vezes se faz de fantasia e outras ainda se cozinha em polémica, com jogo de estátuas à mistura.
Quanto aos debates na disciplina, foi possível constatar que se mantém vivo e de boa saúde o cliché “estética do Estado Novo v. estética da liberdade” e o “da sacralização à irrisão”. O fantasma de António Ferro continua a assombrar…
Curioso foi descobrir Soares dos Reis no papel involuntário de santeiro. E vai daqui um elogio para a iniciativa da ALA de irmanar pela arte o que já o fora no antanho pela história (e merda para o vandalismo).
Grato, pela parte que me toca, pelo seu balanço inicial, meu caro.
Tentarei corresponder às expectativas nos Reis que vão seguir-se. Convicto como estou de que nenhum iguala o nosso Fundador em número de evocações em forma de monumento.
“Autor: ainda não apanhado”
Não se acusa. Deve ser demasiado tímido.
Esta estátua é do mesmo estilo da que está em Aljubarrota retratando a valente Padeira, de pá em riste, pronta a matar os castelhanos escondidos no forno.
Será o mesmo autor?
Nas fotos que tirei não consigo ler o nome.
Maria
Não me recordo dessa estátua. E continuo sem saber quem é o autor desta.
Basta ir ao Dr. Google, escrever “estátuas padeira aljubarrota” e aparece logo.
Se não é o mesmo autor, é um primo dele 🐧
Maria
Vou espreitar.