
Nunca achei bem que se fizesse uma questão nacional em torno da recondução da PGR, mas também sempre me pareceu que a solução natural seria a sua recondução, face ao brilhante trabalho que desenvolveu. Comecei a ter dúvidas quando, conhecendo Marcelo, vi a primeira página do Expresso, o que me pareceu ser uma manobra de diversão, o que o desmentido de Marcelo só confirmou. A questão é que a procuradora estava a ter demasiado protagonismo e isso Costa não perdoa e Marcelo muito menos. Ou muito me engano ou a nova PGR vai ter um total “low profile”. Como convém ao actual poder político.

Ela que se candidate a Presidente da República e terá o meu voto.
Ideia a reter, meu voto garantido.
Assim de repente e desprevenida…
Quebrava a promessa de nunca mais votar
e essa Sra. teria o meu voto igualmente.
Se a montanha dos processos mediáticos parir um rato ficará sempre a dúvida. Falta contudo saber se a não recondução se deveu à vontade de Joana Vidal.
bem, pode ser que não! na volta pode ser que lhe dê um clique e, de repente, mete-se a investigar coisas tipo submarinos, tecnoformas, acções mágicas do bpn…sei lá! se ela estiver virada para esses lados…
Destaco o intriguista Marcelo:
O descaramento de poucas horas antes ter afirmado que ainda não se pronunciava sobre o assunto para se afastar de intrigas, quando já tinha a solução em carteira a mando do protegido sarrafeiro.
Mais comentários para quê?
o brilhante trabalho que desenvolveu
Foi um trabalho tudo menos brilhante. Fugas constantes, vergonhosas, ao segredo de justiça. Uma prisão preventiva cuja necessidade e benefício nunca se entendeu. Quebras totais de prazos de investigação. Tudo tolerado e protegido pela Procuradora-Geral. Uma vergonha.
Nem vou dizer nada — é demasiado triste ver a socialismização de tudo. E como há gente estúpida capaz de defender isto. Só um grande terramoto ou um ataque nuclear nos livrará de metade deles. Era tão bom.
O PR Marcelo, fresco de pluri-banhos fluviais, perdeu o meu voto. Não pelas nomeações (não conheço a nova Senhora), mas pelas explicações que o PR deu e pelas que não deu.
Esta permanente caução aos malabarismos da regência geringonça -desta vez é a prosápia do “mandato único” -, é politica da “ganga”, serventia a habilidosos de circunstância pautada por uma sucessão de contemporizações e menorizações de tudo o que possa representar razoavel “accountability” das natas que vivem e viveram á pala das gamelas públicas e para-públicas e são os responsáveis pelas suas erosões e associadas bancarrotas.
Pouco tem de um decente serviço ao País que sinceramente merece mais e melhor pelo menos em decência e transparência.
Neste quadro, saliente-se o decente e tempestivo agradecimento de Passos Coelho – uma pequena pedrada no charco na bovinidade geral dos actores polticos que operam na actual regência. Mesmo sabendo que tal vai ser rapidamente enxovalhado pelos fretes já engatilhados para restaurar o clima geral de “exxexão que confirma o xuxexxo!”
Boa Noite e boa sorte,
Jorg
Uma das muitas faces da corrupção no “torrãozinho de açúcar”.
Com a indiferença mais que completa do rebanho eleitoral…
JSP
a solução natural seria a sua recondução
Não me parece nada natural que uma pessoa passe 12 anos num mesmo cargo de poder. Qualquer pessoa, qualquer cargo.