
![zamora-afonso-henriques-1[1].jpg zamora-afonso-henriques-1[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21163958_nhw9E.jpeg)
D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: João Sousa Araújo
Ano da inauguração: 1998
Localização: Zamora, Espanha, no exterior do edifício-sede da Fundação Rei D. Afonso Henriques, no antigo Convento de São Francisco

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D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: João Sousa Araújo
Ano da inauguração: 1998
Localização: Zamora, Espanha, no exterior do edifício-sede da Fundação Rei D. Afonso Henriques, no antigo Convento de São Francisco
Valerá a pena juntar à lista uma outra estátua emigrada, da autoria de António Mendanha e filhos, e que foi inaugurada recentemente na Casa do Minho em Rio de Janeiro?
Vale, sim. Mas essa ainda não conheço.
http://minho.com.br/src/uploads/2018/06/1 42-1024×683.jpg
Más notícias: l-busto-del-rei-afonso-henriques-de-la-f raf/
http://zamora3punto0.com/los-cacos-roban-e
Raiparta. Até em Zamora há disso?
E a coisa piora: 018/09/15/desaparece-placa-bronce-acompa naba-busto/1110213.html
https://www.laopiniondezamora.es/zamora/2
Algum “democrata”, profundamente “tolerante”.
Esta estátua tem uma “irmã” em Torres Novas.
Admito que sim, mas não consigo localizá-la.
Está aqui, Pedro!
O busto que se encontra em Torres Novas e o de Zamora.
http://artes-vivas-index3.blogspot.com/2 012/05/d-afonso-henriques-na-escultura.h tml
🙂
Obrigado, Maria Antonieta. Mas é insuficiente. Continuo sem perceber qual é a localização rigorosa do dito monumento e desconheço qualquer imagem do seu enquadramento paisagístico ou urbanístico.
Na dúvida, não incluo. A menos que algum leitor de Torres seja capaz de me esclarecer.
Encontra-se na Rua Alexandre Herculano, junto da sede da Associação de Reformados e Pensionistas. -8.5370177,3a,75y,26.19h,77.68t/data=!3m 6!1e1!3m4!1sGKsV-8MPZEE25b_SsOGjRw!2e0!7 i13312!8i6656?hl=pt-PT
https://www.google.com/maps/@39.4795761,
Muito obrigado. statuas-dos-nossos-reis-19-10264546
Já cá canta:
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/e
Zamora, 5 de Outubro de 1143. Fundação de Portugal. Data nacional usurpada pela República com o propósito de confundir o País com um regime. Pode tapar muita coisa, mas não tapa o sectarismo e a falta de rectidão de um regime de secretários disto e de secretários daquilo. Transpiram medo da história, como é próprio dos que não têm ética nenhuma e dos que fazem sempre más escolhas.
Só uma dúvida!. Quem legitima a Monarquia?
A monarquia ou é natural ou não é — não precisa de ser legitimada. Mas pouco me importa, não sou monárquico. Isso não implica que não considere que a bandeira e as datas estejam erradas, porque estão.
5 de Outubro de 1143: esta é a data da verdadeira fundação de Portugal. Merece ser dia feriado, sim. Por isto.
Essa é uma data completamente subjectiva e sectária, e sem ponta de conhecimento histórico, já que podia ser escolhida como qualquer outra.
É aliás facílimo destruir essa data específica, tanto mais que Afonso foi tratado ou tratou-se como rei antes da data, como TAMBÉM não foi tratado como rei depois dessa data.
A própria palavra “nacional” põe logo em causa essa ideia redutora.
Por outras palavras, essa data específica é usurpada por visão nacionalista moderna ou por deturpação histórica.
A ideia que na idade média há datas de independência específicas não passa de anacronismo… só falta dizer que em 1146 houve celebrações de independência e o 5 de outubro era feriado… “nacional”.
Mas qual “subjectiva”, “sectária”, “usurpada” e não sei mais quê? É a data da merda do tratado, pá. A data que marca a independência de Reino Portugal do Reino de Leão e portanto a data política da fundação nacional.
Claramente não quer perceber o óbvio e pretende baralhar o assunto à boa maneira dos funcionários satisfeitinhos com a coisa — mas aviso já que falar em voz alta com argumentos: 1) de esquerda 2) à socialista, para não lhe chamar nomes piores ou 3) à benfica, a tentar esconder a batota fazendo muito barulho e a atirar lama em todas as direcções, por mim não passa.
“A ideia que na idade média há datas de independência específicas não passa de anacronismo…”. Isto nem sentido faz, basta ver a preocupação que existia em datar os documentos “aos tantos dias” de tal e de tal.
É a velha ideia de que na Idade Média eram todos umas bestas obscurantistas — quando precisamente ao contrário se produziram as coisas mais refinadas em todos os domínios das artes, da música e da literatura — coisa que os séculos dos fascistas das repúblicas nunca conseguiram reproduzir — sempre tudo boçal e politizado e re-escrito em versões esterilizadas para fufas, panascas e millennials.
só falta dizer que em 1146 houve celebrações de independência e o 5 de outubro era feriado… “nacional”.
Também concedo que aqui poderá ter alguma razão uma vez que não tenho conhecimento de o 5 de Outubro tivesse sido celebrado antes. Mas isso não invalida que devia ser a data do Dia de Portugal ainda que haja pouco para celebrar agora. Na verdade, com os artistas da “competividade” e com o resto da cáfila que normalmente sobe ao palco, não vale a pena celebrar coisa nenhuma.
Olha, gosto deste rei em busto pequenino, sem ardores de bravura; só lembrança de ser.
Podiam tê-lo posto no Portugal dos Pequenitos.
Um mistério a desvendar: o que terá acontecido à escultura do Fundador da autoria de Maximiniano Alves, que esteve patente na Exposição do Mundo Português de 1940.
Pergunta muito bem. Mas não sei responder.
Deve estar em casa de alguém que odiava o regime.
Ainda não lhe consegui seguir o rasto. Tenho tentado, mas até agora em vão.