Estátuas dos nossos reis (16)


Pedro Correia,

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D. Afonso Henriques (1140-1185)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: Desconhecido, no século XVIII

Localização: Guimarães, na fachada norte do Palácio Vila Flor

26 comentários em “Estátuas dos nossos reis (16)”

  1. Quer o Pedro me responda, quer me deixe sem resposta, reformulo a pergunta que fiz anteriormente:

    “Ainda falta muito para terminar a mostra do estatuário de D. Afonso Henriques” ?

    Esta figura grotesca poderá ser dignamente representativa do nosso 1º Rei?

  2. Nem sei que dizer, fiquei sem palavras.
    Estranha estátua, talvez a pior que apareceu por aqui – parece um rei bailarino e não um rei conquistador.
    Maria

    1. Desculpa Maria mas és uma verdadeira anjinha. Então este não é o vencedor a festejar a conquista e a gozar com os vencidos?
      E que dizer dos “nossos” bailarinos presentes: o Sousa de Celorico baila a marrabenta; o toni tosta baila o corridinho; o “estou-me a cagar para as marias” baila o rock do Marilu, e é só continuar a enumerar que os bailarinos são mais que os pais, os filhos da mãe.
      Será que eles estão a treinar para reizinhos ?
      Maria, Maria, mais valia ser-se preta para poder ser como os brancos racistas e destratar o árbitro quando se perde. Deve ser da raça do Obama.

      1. São comentários como este; parvo até dizer chega, que nunca deviam sair à luz do dia!
        O que terá uma coisa a ver com a outra.?…afinal, não percebo para que serve a moderação de comentários…
        O respeitinho é bonito e as Marias gostam… Ora não querem lá ver o engraçadinho?!?!

        Como é, Pedro Correia?

        1. Não percebi nada dessas patetices. Certamente não são para levar a sério.
          Só chumbo comentários que contêm palavrões muito ordinários ou alusões caluniosas a terceiros, nomeadamente colegas de blogue.

          1. Eu percebi tudo o que o diabinho alex disse, só não percebi o que é que a bota tem a ver com a perdigota – futebóis, cantorias, torneios de ténis, cor da pele, etc. e estátuas rococó de D. Afonso Henriques.
            Com um aquilo passa-lhe.
            Maria

      2. Claro que desculpo, diabinho alex.soares , e só não respondo porque sou demasiado anjinha para tanta erudição… sabes, eu é mais bolos…
        Tu deves ser mais copos, embora às 20.41h… mas pode ser que estejas assim as 24 horas do dia, sei lá.

        Maria

  3. o mais interessante são as omissões
    … duvido que se encontrem muitas estátuas de Sancho II ou Afonso VI…

  4. Boa Pedro!

    Não imaginava que existissem tantas estátuas do nosso Primeiro Rei.

    (Talvez o popular e célebre João – tanto o I, II como o IV -, tenha também bastantes estátuas por aí…)

    1. Então e o D. Pedro V, Luís?
      Talvez não tenha muitas estátuas, mas quem não se lembra dele nas antigas notas de mil escudos?
      Por acaso até é o meu Rei favorito, pois foi o criador do Curso de Letras, que ele próprio frequentou.
      Além disso era lindo e “morreu de amor” muito novo, pouco depois de perder a sua bela Estefânia.
      Maria

        1. Eu já pus as aspas por causa disso, Pedro. Sabia que ele tinha morrido com uma doença contagiosa, mas como não tinha a certeza com qual (pensava que era tuberculose) preferi não pôr o nome.
          Agora já sei: Obrigada!
          Sempre a aprender ou a relembrar aqui no DELITO
          Maria

        2. Pedro, ainda aqui volto porque esqueci uma coisa muito importante: A Caixa Verde (tinha de ser verde ) de que só D. Pedro V tinha a chave, e onde qualquer súbdito podia depositar uma mensagem para o rei sem intermediários. Incrível, não é?
          E tantas, tantas coisas boas que ele fez – e poderia ter feito muitas mais se não tivesse morrido aos 24 anos.
          E vou continuar a pensar que o desgosto de perder D. Estefânia contribuíu para a sua morte. Todos sabemos que uma pessoa feliz tem mais resistência para lutar contra as doenças – aliás, há quem diga que ele foi envenenado. E não seria o primeiro…
          Maria

    2. Apresento as minhas “reais” desculpas, Luís.
      Queria falar no D.João V (que tão vaidoso era e tanto ouro do Brasil tinha – e acabei a falar no Pedro.

      Maria

    3. Por acaso, Luís, também nisso haverá surpresas, como esta série pretenderá demonstrar.
      (Confesso que está a dar-me muito mais trabalho do que imaginei à partida…)

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