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![Jardim_Paco_EpiscopalPRM_2445_FogeC.width-960[1].j Jardim_Paco_EpiscopalPRM_2445_FogeC.width-960[1].j](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2018/21157387_V6f47.jpeg)
D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: 1726, presumivelmente
Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista
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D. Afonso Henriques (1140-1185)
Autor: Desconhecido
Ano da inauguração: 1726, presumivelmente
Localização: Castelo Branco, no Jardim do Paço Episcopal ou de São João Baptista
Não querendo parecer do contra, não existem em nenhumas das estátuas, até agora dadas a conhecer, fluidez de formas, de movimento/acção, imitação do corpo humano/modelo pelo domínio da técnica e dos conhecimentos anatómicos….muito medíocre toda esta estatuária….estamos em pleno séc. XVIII, contudo a técnica escultória é igual à da Idade Média…falta de domínio da perspectiva, imobilidade, carência no desenho…
DAVID, Bernini – 1623–1624
https://www.google.com/search?q=bernini&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiZvfWc0bDdAhUMCRoKHS1fB7gQ_AU ICigB&biw=1366&bih=651#imgrc=-BrlgFw1izzLkM:
Pedro a.,
sou assumidamente uma não adepta da arte da estatuária, mas que queria (achei engraçada a refª a outro Bernini, não o do Barroco, que sim, é todo ele movimento, fluidez, ondulação de gesto, provocação), uma hérnia assomando pollas virinhas dos rapazes reais, ou quiçá entre as vértebras C4 e C5? Furúnculos e esgares de dor? Sífilis e gonorreias escorrendo pollos cavalos abaixo? Gritos por mor das cáries? E ainda não chegou o autor da série às rainhas, ou lá teremos que, à Dr. Livingstone, buscar de lupa em riste os panos higiénicos manchados de rouge , rouge (concordo, gauche, gauche teria sido mais bonito, à Cendrars, que jamais esqueci!!!), a par da lividez das faces e da ausência de um cavalo que as levasse até ao toucador mais próximo para um retocar dos pós…
Ora!
Barroca forma de escrever. Esse mono, dito rei, comprá -lo-ia, se quisesse, num pedreiro situado na VCI, próximo do CUF Descobertas, especialista em gamelas de granito canicolas.
Veja as estátuas de Carlos V.
Consegue ver a diferença?
https://www.google.pt/search?q=william+o range+statue+ireland&client=ms-android-orange-pt&prmd=inmv&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiGvurZs7HdAhUKKcAKHRX9Cb0Q_AU IESgB&biw=360&bih=560#imgdii=o2lwQdpzo5CryM:&imgrc=s-tpGVieRijFRM:
Pedro a.,
dir-se-ia que a morte não lhes assistiu, tamanha a pujança, o vigor, os dardos atravessando-nos e a tudo o que se intrometa pollos caminhos…
venha a nós a moça de Ávila, essa sim, naquele magnífico êxtase!!!
p.s. – e é óbvio que vi a ligação para o verdadeiro Bernini, mas ignorei-a – brincando – por considerar que a ligação é muito paradinha, qualquer ligação é muito paradinha, por hiper que seja, ou por isso mesmo
O link vai para o excelente David de Gian Lorenzo Bernini .
Concordo com a critica.
Esta é a estátua que melhor conheço, sem dúvida.
Todos os anos, quando vinha cá passar férias, era obrigatória uma visita ao Jardim do Paço para tirar fotografias com família e amigos.
Também era costume ir ao Parque da Cidade (mesmo em frente) ver filmes ao ar livre: 25 tostões sentado, grátis em pé.
Boas recordações!
Maria
Bem sei, Maria. Parte da minha família é de Castelo Branco: foi uma das minhas cidades da infância. A terra onde viveram os meus avós e onde os meus pais casaram.
Não sabia, julgava-o mais ligado ao Fundão. O primeiro comentário que fiz no DO foi num comovente relato que o Pedro fez a propósito das fotografias encontradas por revelar na máquina do seu avô.

Nunca mais deixei de vir aqui diariamente…
Maria
Foi um texto muito comovido que escrevi em memória do meu saudoso avô. Metade da minha família é do Fundão, e metade da restante metade é do eixo Castelo Branco-Idanha. Concelhos contíguos ou quase.
Tenho ainda um ramo familiar de Coimbra. Tudo beirão, no fim de contas.
Pode ser que lhe dê jeito;
https://www.google.pt/search?q=d+afonso+h enriques+alcoba%C3%A7a+fotos&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiF0qOP4LDdAhWRCewKHaISCEsQ_AU ICigB&biw=1366&bih=631#imgrc=OqdpuWB5WBlqfM:
Obrigado, José Manuel Caetano.
Continuo a achar que devíamos ser LLïoneses.
León Solo, puerra.
Não diga isso. Os leoneses andam na mó de baixo.
Sei bem do que falo: não ganhamos um campeonato há 16 anos.
ahah é bem verdade, mas um leonês nunca desiste nem muda de casaco. E ganhar importa menos do que não haver batota — coisa que alguns não compreendem. Por isso é que não são do Sporting.
(P.S. o anónimo era eu que também sou anónimo) (P.S.2. Devíamos arranjar outra sigla que não “ps” para post-scriptum, esta até arrepia os tintins)
Podia ser RR, de Rui Rio. Mas, vendo bem, ia dar no mesmo.
Subi e desci essa escada duas ou três vezes.À procura do bispo,depois às fotos.
Não dei por eles.
Adonde fica o tal de Tavares Proença Júnior ?
Partiram-lhe a espada ou é um punhal desembainhado? Isso dos punhais reais
só teve relevo com D. João II..um santo na voz do povo.
D. João II é um dos reis portugueses com menos estátuas. Algo que me surpreendeu profundamente. E quase me chocou.
O hombre dizimou as famílias aristocráticas. Sorte não o terem apagado da história
Este jardim com uma escadaria de reis perfilados impressionou deveras os meus treze anos:).
É caso para isso, Bea. Comigo aconteceu algo semelhante, um pouco mais cedo.
Subi e desci esses degraus muitas vezes. Curiosamente, a estátua que mais me agrava olhar era a da Rainha Santa Isabel…
Agora, Pedro, vou formular uma pergunta que ouvia vezes sem conta da boca do meu filho, ainda criança pequena, quando nos deslocávamos do Porto à Covilhã:…”Anda falta muito”?
Perdão…não é ‘agrava’ e sim agradava.