Estátuas dos nossos reis (135)


Pedro Correia,

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D. António, Prior do Crato (1580)

 

Autor: Francisco Maduro Dias

Ano da inauguração: 1941

Localização: Angra do Heroísmo, junto ao Palácio dos Capitães Generais

0 comentários em “Estátuas dos nossos reis (135)”

      1. Creio que lá não se diz “em Angra” mas sim “na Angra”. Ou pelo menos tradicionalmente era assim.
        A ilha Terceira não é, ao que julgo, particularmente bela.

    1. Sim, discutível. Alinho com a tese do grande historiador António Borges Coelho, que o consagra como Rei eleito pelo povo. E reconhecido como tal em diversas parcelas do País (na ilha Terceira, durante dois ou três anos).

      1. Só se dos franceses, Pedro, que os amarelos portugueses não sabem bem o que querem, mas pelas redes parecem querer pancada, até os que têm o corpinho cheio de próteses e que se estas se partirem responsabilizarão o Governo.
        (http://visao.sapo.pt/actualidade/portugal/2018-12-20-Coletes-amarelos-de-todas-cores)

        Ora, sabemos que D. António não tinha muito dinheiro, portanto o Governo, para cumprir a lista de reivindicações dos nossos amarelitos e ainda assumir tais indemnizações, teria que ser espanhol…

  1. Esta escapou-me quando estive em Angra (andava fotografando outros temas, penso eu de que…), mas para busto parece-me bastante razoável.
    E aquela golinha é inconfundível.
    ⚘
    Maria

      1. E, pese embora a opinião do nosso amigo, a baía de Angra é belíssima e o Monte Brasil é muito fotogénico.
        Idem para a cidade de Angra vista a partir do Monte.
        Vale muito a pena visitar (e até viver lá, a acreditar no Joel Neto – e eu acredito).
        Como é um dos temas do dia, recordo que foi naTerceira (em Porto Judeu) que vi pela primeira vez uma tourada à corda.
        Todos se divertiram muito, incluíndo o animal, que nunca foi espetado e pôde investir contra quem muito bem quis… e até pregou uns sustos valentes aos mais afoitos.
        Não sei se ainda por lá se mantém essa tradição…
        ⚘
        Maria

      1. Olá, Sarin!

        Senti a sua falta por aqui.
        Fiquei sem parceira para piar🐥…
        E já reparou como a Belle da semana passada ficou quase sem comentários
        Mas, caramba, este António não é nada inspirador…
        ⚘
        Maria

        1. Há períodos em que a disponibilidade me foge, Maria… o que lamento, e ainda mais lamento tê-la deixado desacompanhada em tal piar, mas prometo compensar. Noutro postal, este é muito confuso – talvez porque realmente não foi rei coroado e, assim, até o busto, meio-rei e desinspirador de Beaux Rex, se adequa. Mas eu gosto da História deste Rei, e acho a estátua interessante, assim um Clark Gable com fome 🙂

          1. Aprovado, Sarin!
            Fica o Clark Gable.
            Bem que aquele bigodinho me estava a lembrar alguém
            Esperemos que não vá com o vento…
            ⚘
            Maria

  2. Tem a expressão de quem se sabia mal fadado e ainda assim ponderava avançar. Sempre gostei da história deste meio-Rei, aqui meio também porque busto.

    Um bonito busto, diga-se. De passagem por lá, que daqui de onde estou as duas dimensões apenas me permitem supô-lo.

      1. Na Terceira disse “Não passa!”.
        Mas o invasor passou, mercê também dos vendilhões do templo que eram, à data, maioritários na nossa nobreza.

  3. Olha, está um busto bem arranjadinho, sim senhor. Agora era desafiar o autor para uma versão integral. Não fazia ideia da figura de D. António. Será fiel, o busto?

  4. ” Segundo alguns historiadores, foi aclamado rei de Portugal e reinou efectivamente, em 1580, durante um curto espaço de tempo no continente, ficando desde então e até 1583, a sua autoridade confinada a algumas ilhas dos Açores.

    ” Não consta, no ensino escolar, na lista de reis de Portugal”

    ( Wikipédia)

    Bem me parecia… eu com a minha 4ª classe, não o ter estudado como Rei…
    Talvez, o ministro da Educação corrija o lapso…

    Amendes

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