Na intervenção de encerramento da convenção socialista, Sócrates disse que a verdade «não é graça divina nem patente registada». Esta declaração, assim lançada pelo homem que abriu um rol de promessas a que faltou, quando começou por prometer não subir os impostos e referendar o tratado europeu, e que protagonizou um ror de casos que nunca conseguiu esclarecer, a partir dos casos da licenciatura e das casas na Guarda, é muito curiosa. Não sei se a verdade é graça divina ou não, mas que ele não tem a patente… ah… isso… está patente que não tem.
Está patente
jmmcc,

Meu caro,
Concordo com o que escreve
Pelo meu lado, comentei assim
http://atributos-1.blogspot.com/2009/09/v erdade-para-quem-possui.html
Melhores cumprimentos
JM
Ora é isso mesmo.
Um abraço, José.
A verdade é patente
em casos duvidosos,
um povo descontente
com políticos lodosos.
De promessas falhadas
e propaganda desmedida,
são muitas trapalhadas
de uma política iludida.
Primeiro, as trapalhadas
depois, as evasivas,
estas políticas falhadas
de razões corrosivas.
Um país habituado
à culpa de terceiros,
o rigor desvirtuado
em casos trapaceiros.
Com tanta martelada
num passado nebuloso,
a essência é desfilada
no presente escandaloso.
O lado lunático
de falsa candura,
um político fanático
da imunda urdidura.
Precisa de um título, Amêijoa? Aí vai: «O Socra-Tintas».
É, sem dúvida, uma boa sugestão de título. Agradecido. Vou mudá-lo.
Sempre ao dispor.
Tem-me parecido que a verdade, para Sócrates, longe de ser uma graça divina, é simplesmente uma graça – uma piada.
Parece-me ajustado, meu caro.
João:
Eu estou totalmente de acordo contigo, João.
Ao longo destes 4 anos em que tivemos de aturar este presidente do conselho de ministros ficou PATENTE que mentiu muitas vezes e a principal é a de que vive num país em que só ele e a sua corte de “iluminados” vive e acredita pois os Portugueses esses coitados vivem no país real que não é o mesmo e isso também está PATENTE…
Bem patente, Carlos.