Não acredito que Teixeira dos Santos seja um economista incrédulo. Mas estamos a adiar o inevitável quando fazemos de conta que o FMI não precisa de vir. O inevitável não deve ser adiado.
Que credibilidade terá um governo que tem como Ministro das Finanças alguém que o Financial Times considera o 4º pior Ministro das Finanças num total de 19 países? Já para não falar de José Sócrates, que nos mercados internacionais, é mais conhecido que o Papa.
Acho que nós nem precisamos das considerações do Financial Times. Os resultados, as diversas intervenções e as assinaturas dele em diplomas legais estão aí à vista.
Em poucas palavras, eis como pôr o dedo na ferida… Antes de tudo mais, a política em Portugal é um caso de polícia. E o FBI teria tanto, mas tanto que fazer… não sei se dariam conta do recado!
O que a gente precisa é de correr com o licenciado domingueiro e os seus correligionários que estão espalhados por tudo o que é Instituição .
Já tarda.
Estamos a adiar o inevitável. Até o mais incrédulo dos economistas (leia-se Teixeira dos Santos), sabe que, sózinhos, não conseguimos sair do buraco.
Não acredito que Teixeira dos Santos seja um economista incrédulo. Mas estamos a adiar o inevitável quando fazemos de conta que o FMI não precisa de vir. O inevitável não deve ser adiado.
Que credibilidade terá um governo que tem como Ministro das Finanças alguém que o Financial Times considera o 4º pior Ministro das Finanças num total de 19 países? Já para não falar de José Sócrates, que nos mercados internacionais, é mais conhecido que o Papa.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/econ omia/teixeira-dos-santos-financas-financ ial-times-ministro-ranking-agencia-finan ceira/1215691-1730.html
Acho que nós nem precisamos das considerações do Financial Times. Os resultados, as diversas intervenções e as assinaturas dele em diplomas legais estão aí à vista.
E não podem vir os dois, João?
Claro que sim, Leonor. Foi apenas para hierarquizar a urgência e estabelecer a ordem.
Infelizmente, não temos saída pelos nossos próprios meios.
Ai como concordo!!!
Infelizmente.
Em poucas palavras, eis como pôr o dedo na ferida… Antes de tudo mais, a política em Portugal é um caso de polícia. E o FBI teria tanto, mas tanto que fazer… não sei se dariam conta do recado!
Bem… o FBI deve ter os seus limites…