A EDP – Electricidade de Portugal de Portugal S.A. é uma empresa que afirma ter "por missão produzir bem estar e aumentar a qualidade de vida e do ambiente, promovendo o optimismo e o dinamismo social" e cujos "princípios e políticas definidos para o Grupo são o reflexo da aplicação da Visão, dos Compromissos e da estratégia a determinados temas corporativos transversais a todos os negócios em que a EDP pretende posicionar-se de forma distintiva".
A linguagem pode parecer esotérica, mas talvez por isso mesmo é que a empresa tenha uma multiplicidade de órgãos, de conselhos e de departamentos, e milhares de colaboradores, prosseguindo, diz ela, princípios e políticas de "ética e de conduta", de "desenvolvimento sustentável", de "protecção pelo ambiente", de "biodiversidade", de "segurança", de "formação", de "comunicação", de "respeito pelos direitos humanos", de "combate às alterações climáticas" e de "combate à corrupção, suborno e financiamento de partidos políticos". Para além disso, afirma ter um código de ética, um provedor e está presente em vários continentes.
Em suma, à escala empresarial, a EDP é como que uma espécie de Estado, só que bem mais rico. E, como de repente se percebeu, com a vantagem de ter poucas ou nenhumas responsabilidades.
No meio desta babilónia, tal como o Estado ignora os seus contribuintes, a EDP despreza os seus consumidores nos momentos de aflição, limitando-se a fazer o básico, como seja o restabelecimento do serviço interrompido.
São de há muito as queixas dos consumidores, obrigados a contratarem com a EDP para terem electricidade nas suas casas, de que a qualidade do serviço prestado é má, que as falhas de energia são mais frequentes do que o admissível, mesmo quando não há chuva nem vento, que a factura é normalmente elevada e que quando há problemas a empresa é a primeira a enjeitar responsabilidades. A culpa pelo mau serviço que presta ou é do frio, ou do calor, ou do vento, ou de uma cegonha irresponsável que pousa onde não deve e dá cabo da rede.
Depois do temporal que assolou a região do Oeste, que deixou milhares às escuras e ao frio durante o Natal, ontem fomos de novo confrontados, à hora do jantar, invariavelmente, com as queixas, justíssimas, dos consumidores do Prior Velho (Lisboa), sendo certo que tanto quanto se sabe por aqueles lados não houve nenhum furacão.
Eu até posso aceitar como explicação que as falhas na região do Oeste tenham origem nas más condições climatéricas, mas custa-me bem mais compreender por que razão a luz falta constantemente em Cascais e as quebras de serviço são rotineiras em Lisboa ou em Faro, incluindo em dias de bom tempo.
Não são poucas as vezes em que no escritório fico sem computador. No Verão dizem-me que é porque o quadro não aguenta os aparelhos de ar condicionado. No Inverno o problema é do frio, porque a EDP não pensou que seria desconfortável trabalhar gelado a uma secretária. E não são poucas as vezes, no final do dia, quando chego a casa e dou com os vídeos e os despertadores a piscarem, com o gelo semi-derretido e os congelados com vestígios de terem iniciado um processo de descongelação à minha revelia. E, pior do que isso, houve uma ocasião em que fiquei com o Arcam Alpha sem dar sinal de vida. A culpa, disseram-me depois da reparação, foi, de novo, de uma quebra de corrente.
Para a EDP tudo isto é normal. Para os portugueses também deve ser. Quem não pode passar sem a EDP e aceita o serviço prestado sem reclamar; quem todos os meses paga sem tugir nem mugir a conta da electricidade, não considera anormal o preço leonino das tarifas e das taxas cobradas, e aceita os aumentos como uma inevitabilidade, também não deve merecer mais nem melhor.
A EDP é, desgraçadamente, a imagem deste país: uma estrutura pesada e altamente burocratizada que está sempre a queixar-se dos investimentos que faz, paga por dez milhões e que derrete muitos outros em publicidade e marketing, enquanto meia dúzia se vai governando com os resultados e os dividendos, sem grandes trabalhos nem complicações de maior, mas que é incapaz de prestar um serviço à altura da cultura empresarial que promove e da imagem que quer dar de si.

Sérgio, falta acrescentar aí Oeiras como uma das localidades onde a qualidade de serviço da EDP se tem vindo a degradar a olhos vistos. Uma semana antes do tufão do Oeste de 20 para 21 de Dezembro, uma parte do Quinta do Marquês em Oeiras esteve sem luz desde as 22H30 de domingo até pelo menos às 10H00 da manhã de 2ª feira. Não sei a que horas regressou luz, não estava em casa, mas sei que a meio da tarde houve outra quebra. Na noite de Natal fomos novamente presenteados com uma quebra, mais curta, mas aí nem tive coragem de me lamentar em vista da desgraça que assolava a região do Oeste.
De acordo. Eu também entendo que, em algumas zonas, este caso possa ser atribuído a “actos da natureza”, para além de qualquer possibilidade razoável de controlo, mas a EDP (como outras empresas; veja-se como a Brisa levou o caso dos acidentes causados por animais nas auto-estradas até ao Tribunal Constitucional) mostra frequentemente o seu desprezo pelos mais elementares princípios de justiça. Há empresas em sectores concorrenciais que também não são bons exemplos mas, nos sectores sem concorrência, não é verdadeiramente de esperar outra coisa.
Todo o primeiro parágrafo (leia lá bem) é só treta. Todo o discurso colhido da E.D.P. é uma intrujice pegada (ora leia lá mais uma vez).
A E.D.P. com esta converseta não é espelho de coisa nenhuma senão duma civilização de banha da cobra. – Produzir bem-estar? Promover o optimismo? – Ora!… Aquilo é uma sociedade comercial; no pacto social só pode estar que a missão daquela empresa é produzir e vender electricidade. Com lucro, como compete às sociedades comerciais.
Cumpts.
Muito bem.
Este post está em destaque na Homepage do SAPO.
O EDP não tem clientes, o mesmo com PT, só vítimas !!
Bom dia,
A EDP, como já aqui foi dito, vive do monopolio da electricidade e dos milhões de euros que esbanja em publicidade (imagem). Como ficou provado não tem meios humanos nem equipamentos para fazer face a qualquer situação de catástrofe. A EDP só gere e ganha milhões, como o Dr. Mexia. A EDP explora os submissos subempreiteiros que a qualquer momento abrem falência. São estes que vão mantendo a rede eléctrica a funcionar.
Técnicamente não percebi como é que os postes só aguentam ventos de 110 Km/h!! Alguém consegue explicar isto??
Gostava de ver estes que tanto reclamam pela incapacidade de resposta por parte da EDP no restabelecimento da energia aos seus clientes que estivessem no terreno como os profissionais estiveram e deram tudo por tudo para resolver o problema.
Este país é um país de quem muito reclama e nada diz de concreto.
E Agora ! Quem Vai pagar os estragos vamos ser nos todos, os contribuintes. A Começar pelos produtos hórticolas , pagas e não bufas …. tenham calma pois ninguém tem mão na mãe natureza….
O problema não foi da resposta. O problema é de gestão, de intervenção e de cultura empresarial. A publicidade não resolve os problemas e só boa vontade não chega.
Desculpe, mas não deve ter conhecimento que são poucos, quase nenhuns, os funcionários (electricistas) da EDP que estiveram no terreno. A EDP não tem recursos humanos nem subempreiteiros em Lisboa com capacidade técnica.Não fazem manutenção preventiva nem investimentos na reformulação da rede. Onde param os muitos Grupos Geradores que a EDP adequiriu??!! A EDP nem 1 camião com grua tem.!!! Sim é verdade. Neste momento a EDP só responde a reclamações de clientes. Por sí próprios NÃO têm a iniciativa de melhorar a rede. É o deixa andar…. e até têm tido sorte…. até o dia em que acontecem estes casos… enfim
Não, a EDP não tem electricistas, como diz. Tem muitos, muitos, muitos “engenheiros”, tem o Xô Mexia, todos primos uns dos outros e com cartão.
A EDP é uma metástase do regime.
Lamentável. Como há tanta ignorancia neste país e se emitem opiniões sem fundamento algum. Alguem se informou minimamente do que é a EDP e da sua actividade no país e no estrangeiro e da riqueza que cria para todos? Certamente que não é isso que acontece com que escreve, lá no seu escritório em Cascais ou assim, longe da realidade.
Ainda estou para ver essa “riqueza que cria para todos”.
Talvez fosse de primeiro consolidar as redes e o serviço que presta em Portugal antes de começar a viajar em executiva para o Brasil e a apregoar a “excelência” das suas performances. É que, como agora se viu, quando chamada ao terreno para restabelecer o serviço até conseguiu dar cabo dos electrodomésticos que não ficaram avariados com o temporal. Notável.
Mais um “engenheiro” do regime que me anda a “enriquecer” a vida!
Subscrevo e assino este conteúdo na integralidade, pois a EDP apenas tem uma missão: sugar o dinheiro dos clientes mediante uma facturação duvidosa e escandalosa, remetendo qualquer missão de serviço público ou relação comercial com a clientela para a utopia. Acrescento ainda que, no interior centro do país, as falhas de energia não relacionadas com as condições meteorológicas são uma constante, como se da normalidade se tratasse. Mas por cá, todo o funcionário dessa empresa tem um veículo de serviço para, no horário normal de trabalho se deslocar a visitas quotidianas a familiares e amigos fora da sua área de trabalho, e nós pagamos…
Toda a empresa quando é criada, é com a finalidade de ser lucrativa. Só os lucros, podem tornar uma empresa melhor. Há aqui pessoas indignadas com coisas que no entanto e porventura até fazem o mesmo. Utilizam o telefone da empresa, do carro, das fotocópias etc., etc.
Haverá alguma empresa no mundo preparada para uma coisa destas? Não sejam mauzinhos…assim não vamos a lado nenhum!
A utilização de carros e telefones de empresa é normal quando, se trate de uma empresa privada, com accionistas que não o Estado Português, e cuja missão não seja a prestação de um serviço público, de abastecimento de um bem indispensável e básico, A TODA A POPULAÇÃO. Ora a EDP é uma empresa de capitais mistos, com a finalidade suposta de prestar um serviço público essencial, à custa de todos os nós.
EDP uma empresa de capitais mistos?.
è uma empresa privada (menos de 10 % do estado )com a capacidade de intervir na nomeação das grandes decisões, não na gestão normal.
vai chamar pai aoutro ó morcão
– É tudo uma ditruição para o quatidiano do contribuinte, com tanta …!
Sim senhor, falam muito bem, realmente façam uma visita outros paises que dizem ser mais desenvolvidos do que o nosso e tomaram conxiencia que se calhar a nossa rede mt e at é das melhores em todo o mundo, a edp como qualquer outra empresa não tem contractos com bruxas nem o poder da videncia, falo assim porque tive um natal debaixo da chuva e em cima dos postes, sria muito mais facil repor a electcidade pelo chão com cabos 1.5 cmo alguns engenheiros de bancada aqui falam e também falavam no terreno, mas lembrem-se que a electrcidade é um bem essencial mas perigoso…e agora pergunto aos sr engenheiros o que podemos fazer para evitar que os ventos nao deitem os postes abaixo???? Para criticar é preciso saber falar, morei anos no canada, e aí sim é uma miséria….
E já agora quem aumenta a tarifa da Edp é o estado mais concretamente o regulador, e não a Edp. Sou um mero trabalhador nem ganho nada a defender a Edp, só axo injusto perante as situaçoes extremas, haver um esforço humano para as situações serem resolvidas, e o povinho tuga adora fazer criticas e ainda por cima aproveitarem-se a desgraça alheia, sim porque quem quer as indemnizaçoes são indeviduous com o fundo de desemprego a acabar, eu foi um dos lesados a ficar sem luz, meus amigos antigamente eram umas velas e nimguem e queixava, se a edp pagar indemnizaçoes por terem ido os postes abaixo com o vento, os artistas que gostam de viver a conta dos outros vao fazer questão de deitar os postes abaixo somente para indemnizações… mais uma vez relembro que o povo tuga tem a memoria curta, deem valo ao que teem, devem dar criticas mas constrctivas. Estamos a falar nma situação isolada e num caso extremo de mau tempo de MAU TEMPO… sim o santo antónio nao é cliente da Edp..Bom ano novo para voçes, espero que seja melhor que o meu natal
Está bem, nem todos são “engenheiros”. O Sr. ao menos é electricista
Caríssimos, o artigo tem, em muitas coisas, nomeadamente no que diz respeito a nenhumas responsabilidades, a ver com uma situação que se passou comigo do qual passo a descrever: Após o Natal a EDP foi a minha casa cortar o serviço porque não tinha pago o mês de Novembro. Fiquei estupefacto visto que, até ao presente momento, não tinha recebido factura alguma. Fui à loja da EDP e, por absurdo que pareça, o funcionário diz-me que a EDP enviou de facto as facturas para a morada indicada, ou seja, um condomínio do lote 39 no outro extremo da cidade onde vivo, o que, por motivos óbvios, não recebi correspondência alguma da EDP. Passando a frente, o funcionário diz-me que tenho que pagar a divida referente à factura, até aqui tudo bem, e que tenho ainda que pagar a taxa de religação no valor de 25€ e que a dita religação se iria proceder dentro de 24h. Caríssimos, após a EDP constatar que houve erro na morada (sabe-se lá onde o foram buscar) além de ter de pagar a religação ainda tenho que esperar 24h por um erro estúpido da EDP? De facto, caro Sérgio Almeida, a EDP tem a grande “vantagem de ter poucas ou nenhumas responsabilidades tal como o Estado ignora os seus contribuintes, a EDP despreza os seus consumidores nos momentos de aflição.
E no litoral centro também. E no Minho, no Alentejo, …
Tanto blá,blá,é uma sociedade comercial e basta…
Clientes… designação para quem procura uma oferta e tem possiblidade de escoha, neste caso somos vitimas… lamentavelmente nascemos neste país.
Sobre a actuação da EDP, na região OESTE, posso
concordar que a actuação possa não ter sido perfeita.
Mas há alguma empresa congénere que esteja prepa-
rada para condições tão adversas?
Não basta dizer mal. É preciso concerteza tirar ilações
da maneira como se actuou e corrigir algo que foi menos eficiente, mas temos de dar valor a quem andou diversos dias em condições muito desfavoráveis a reparar o que a natureza estragou..
É preciso moderação e reflexão podemos estar a criar uma atmosfera injusta para aqueles que realmente realizam o trabalho. Os trabalhadores da edp nestes dias não pararam no sentido de restabelecer as ligações eléctricas e daí contestar o tempo demorado até à retoma é extremamente imprudente. Até porque em casos semelhantes noutros países o tempo de resposta foi muito maior. Há sim que questionar o porque dos cortes de electricidade cada vez mais frequentes, ai sim pode existir culpa por parte da EDP. A não renovação de material velho e ultrapassado, etc etc, não conheço a realidade no que toca à rede de distribuição eléctrica em Portugal, mas talvez seja aí que existe o problema.
Não concordo quando diz que as pessoas são obrigadas a ter o serviço da EDP.
Se isso fosse verdade já a sempre vigilante Autoridade da Concorrência tinha tomado uma posição.
Foi o que ganhou o país com a privatização da EDP!
EDP lucrou 835 milhões de euros em nove meses de 2009, e aumenta o preço da electricidade em 2,9% em 2010, a EDP com um lucro de 1,2 mil milhões de euros em 2008
Isto prova, que a privatização de «empresas estratégicas», se traduz a curto prazo na sua apropriação pelas multinacionais, agravando a debilidade da economia nacional e a expropriação da riqueza produzida no nosso País.
Era só para acrescentar mais uma situação completamente inconsebivel em pleno sec XXI.
A falta de energia no dia 28 de Dezembro pelas 12.00 até às 20.30 do dia 29 de Dezembro.
Mas o mais caricato é que conseguia acender o candeeiro da cozinha e nada mais.
É o monopólio, e como dizem na linha de apoio tecnico, “tem que aguardar”.
Não deveriamos pagar os periodos que nao temos energia.
Não é só acrescentarem impostos de audovisuais e outros, para facturarem, não sei quanto, de lucros.
Concordo plenamente com a opinião do Sérgio.
A EDP além de monopolizar, tem uma falta de respeito enorme pelos clientes, factura como quer e bem entende e nós pagamos e, só previlegia os clientes ‘ amigos’ senão veja-se a situação das energias renováveis, em que a publicidade na TV diz que é para a Maria, para o Manel, etc, etc, e as pessoas que querem aderir, se não forem clientes de uma determinada empresa do Norte muito bem conhecida, não conseguem inscrever-se para terem acesso aos fotovoltáicos. È , realmente, só para alguns, que não são nem a Maria, nem o Manel…..
EM ALVERCA DO RIBATEJO E DESDE À CERCA DE 2 MESES, MUITO ANTES DO MAU TEMPO, A LUZ FALHA CONSTANTEMENTE. cHEGAMOS MESMO A TER QUEBRAS DE LUZ DURANTE 5 E SEIS VEZES POR DIA. ALGUMAS VEZES SÃO ESCASSOS MINUTOS, OUTRAS ALONGA-SE POR MAIS TEMPO. O MOTIVO É DESCONHECIDO. INADMISSÍVEL MESMO. SÓ É PENA É OS ESPANHOIS DA EDESA NOS OBRIGAREM A PAGAR POR TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA E FAZEREM APENAS UM DESCONTO DE 5% DURANTE O 1º ANO SENÃO EU “MUDAVA JÁ ONTEM”.
Resposta à AMÉLIA das 12h55
A EDP não factura como quer. A sra se for cliente da Edp, tem um equipamento em casa que lhe regista o
consumo e que pode controlar a todo o momento.
Também no que respeita ao preço, está equivocada,
porque o mesmo é fixado pela ERSE(entidade regula-
dora do sector eléctrico).
Devemos reclamar quando temos razão e perante situações concretas e não aproveitarmos uma calamidade para dizermos mal de tudo e de todos.
Meus srs., tudo isto tem haver com a politica de globalização. Este tipo de empresa “EDP”, bem como outras “PT”, e “Águas de Portugal”, deviam de ser para o bem social e qualidade de vida de todos os cidadãos em Portugal. Assim não acontece, até porque neste momento a EDP, está dependente da “REN” do governo que se instale e da vontade politica. Carissimos ou protestamos todos juntos ou de nada vale aqui os nossos comentários. Existe alguém interessado, que forme um grupo coeso para protestar contra o que esteja menos correcto e apresente em simultaneo propostas de resolução dos mesmos assuntos? De maneira politicamente correcta! Um só apenas não muda nada, sejamos unidos de uma vez por todas e deixemos de olhar apenas para o nosso umbigo. Podem contar com a minha pessoa.
Até porque a imprensa em Portugal, nada aprofunda sobre as notícias que divulga, parece segredo de imprensa…
Apôs um sismo ocorrido no inicio do seculo 20 na cidade do Mexico, que pura e simplesmente devastou toda a cidade, os critérios de projecto e construção foram ajustados a violência do Sismo.
Acontece que para alem das primeiras obras do estado e de alguns “ricos” nimguem tinha dinheiro para construir nada, voltando os critérios de segurança a baixar para niveis mais permissivos.
Ora já no final do século um outro sismo voltou e os edificios que melhor resistiram forem efectivamente os construidos imediatamente apôs o primeiro Sismo.
A duvida será sempre esta? como construir as infra-estruturas com risco zero e custos superiores ou com alguns riscos e custos inferiores.
Não tenham duvidas de que se toda a rede estivesse preparada para resistir a fenomenos com pouca probabilidade de ocorrer e mesmo se existisse uma estrutura de manutenção para rapidamente colmatar a acção de um fenomeno desta natureza as tarifas seriam muito mas muito mais caras.
O facto de os proprios municipios e os agricultores atribuirem um caracter excepcional ao fenomeno, beneficiando e bem, de um apoio não previstos, deduz do caracter da situação.
Quando há uma situação de calamidade não é possivel esperar tempos de resposta normais, caso contrário o preço a pagar diariamente seria brutal.
E isto aplica-se a todas as infra-estruturas, tem de haver um equilibrio entre o risco e o custo.
– é tudo uma disruição do quatidiano do contribuinte!
– será que alguma vez aparece alguem a …!
Quanto ao artigo de Sérgio Almeida Correia, considero-o demagógico e parcialmente falso e consegue influenciar muitos comentadores mal informados.
Também sou cliente da EDP e gostaria de pagar a electricidade mais barata, mas sei que no futuro a energia será mais cara. Quanto às falhas de fornecimento e avarias, devem-se a falhas da empresa mas também dos instaladores ou clientes que contratam uma determinada potência para um consumo estimado e que depois acrescentam equipamentos sem perceberem que têm de contratar uma potência mais elevada. Provávelmente é o que se passa no escritório do nosso jornalista mal informado. Aliás, a desinformação e a ignorância são a principal causa dos comentários de jornalistas e outros comentadores.
Verifica-se, lendo esta caixa de comentários, que o gabinete de imprensa da EDP tem tido um dia muito atarefado. Mal informado anda quem assinou o comentário acima, que chama jornalista ao Sérgio, que é advogado. Como é público e notório.
Peço desculpa por o tratar o Pedro Correia como jornalista e que afinal é advogado. No entanto, isso não significa estar mal informado… é apenas um engano meu.
Acrescento que não vim aqui defender a EDP, nem nunca o farei, mas parece que os artigos que não vão a reboque da sua demagogia são anormais e incorrectos. Mantenho, porque sei do que estou a falar, que a sua ignorância e de muitos outrso em relação a esta matéria é confrangedora e reflecte o espírito do bota abaixo de muitos portugueses…infelizmente.
Saudações e melhor informação.
Mais um esforçado “engenheiro” da EDP a acudir a uma situação de catástrofe.
Já existe mercado liberalizado da electricidade. Pode sempre escolher outra empresa como fornecedor de electricidade a ver se melhora.
Em relação ao contador ir abaixo por uso do ar condicionado: é verdade, pode acontecer! A mim também me acontecia em casa, aumentei a potencia do contador e deixou de acontecer.
Em relação às falhas de energia sucessivas deveria apresentar queixa à EDP ou então ao seu provedor.
É engraçado que as pessoas têm tendência para fazer queixas no “ar”, mas nunca as fazem a quem de direito. Por exemplo, quando havia uma falha de electricidade na minha zona, ninguém se dignava a ligar para as avarias da EDP, limitavam-se a sair para a rua/café a dizer mal da EDP que só sabem cobrar. Ligava eu e lá do outro lado ainda não tinham conhecimento da existência de algum problema… Daaaa…
Este post faz-me lembrar um pouco essas situações…
Quantas queixas fez na EDP? Quantas comunicações de avarias fez?
Se as pessoas tivessem mais iniciativa e menos lingua afiada de certeza teriamos melhores serviços desta e de outras empresas. Dizer mal é fácil, fazer alguma coisa é um bocadinho mais complicado!… Isso outro que se chegue à frente que eu agora tou muito ocupado.
Não quer dizer que nestes problemas a EDP esteja completamente isenta, atenção! Parece-me é que as pessoas têm é muito mais prazer em dizer mal e pouco fazer para resolver alguma coisa.
É só uma sugestão que aqui deixo à consideração…
Espero que estes senhores sejam muito competentes nos seus serviços e não percam tempo com distracções e blogs. É preciso ter pachorra para aturar tantos disparates. Deixem-se de m*rd*s.
E se a caixa de multibanco não tiver papel e não conseguir pagar a minha factura também não vou ter de pagar juros de mora porque para todo o efeito a culpa não foi minha mas sim da SIBS visto a caixa MB não estava a funcionar correctamente.
Já agora as pessoas que não tiveram luz nesses dias também vão ter de pagar “potência contratada” que vem na factura ? (Visto que nesses dias não puderam utilizar a dita “potência contratada” não por culpa delas… Portugal é paga e cala… Enfim.
http://www.consumer.es/web/es/economia_d omestica/servicios-y-hogar/2008/01/26/17 4098.php
Aqui ficam mais umas interessantes noticias dos nossos vizinhos espanhóis:
http://www.elmundo.es/elmundo/2007/07/27/e spana/1185564432.html
http://www.abc.es/hemeroteca/historico-1 6-07-2009/abc/Catalunya/el-apagon-de-bar celona-costara-70-millones-mas-a-endesa-y-r ee_922575205450.html
Meus senhores estive a trabalhar na EDP durante 20 Anos da minha vida, o meu N.º de Empresa era o 259705 e fico preplexo com comentários um tanto ou quanto sem sentido, representando estes um sinal de desespero que eu comprendo. Quero aqui deixar bem claro que não estou ligado à Empresa em referência mas quero deixar um grande apreço por os Profissionais daquela casa que deram o seu máximo nesta altura tão complicada, pois só por quem lá passou e viveu situações destas é que sabe do que está a falar. Bem hajam e que continuem sempre com o mesmo espirito de servidão que é o que naquela casa se ensina. Bem hajam….
Em Corroios estamos à 1 semana sem luz
Eu não diria melhor, aqui no escritório (Dhl em Alverca ) ,só hoje contei 6 vezes falta de energia uma das quais durante 2 horas.
O serviço da Edp é de longe o pior e o mais caro serviço prestado neste país .
Se deixassem de gastar milhões em Marketing e remodelassem a rede electrica era sem dúvida isso sim um serviço que iria “aumentar a qualidade de vida “, daqueles que não se podem atrasar 1 dia no pagamento .
1 – Não estão em causa, nem nunca estiveram, os profissionais que andam no terreno, que cumprem ordens e dão o seu melhor.
2 – Repito que se trata apenas de um problema de administração, de boa gestão dos recursos, de política e de cultura empresarial.
3 – O que se passou no Oeste não tem rigorosamente nada a ver com o que se passa diariamente pelo país em matéria de quebras de fornecimento (e isto é mau serviço quer queiram quer não).
4 – Não sou engenheiro, não sou construtor e não percebo nada de electricidade, mas quando compro ou arrendo uma casa parto do princípio de que a potência instalada deverá ser suficiente para ter a máquina de lavar roupa e o forno ligados e, já agora, um pequeno ar condicionado ou aquecedor, tudo a trabalhar ao mesmo tempo, sem ter o quadro a disparar a toda a hora.
5 – Limito-me a apreciar o que vejo, ouço e sinto (na pele).
A respeito do ponto 4, devo dizer que parte de principio pouco seguro.
Esses equipamentos que menciona consomem bastante potência e é perfeitamente possível que tenha um contrato que não lhe permita ter isso tudo ligado ao mesmo tempo.
A julgar pela sua descrição dos problemas que observa no seu escritório, e em particular pela expresão “o quadro não aguenta” eu diria que problema ou limitação da potência contratada ou limitação da instalação eléctrica do seu escritório/edificio.
O que são situações perfeitamente vulgares, principalmente em edificios com instalações e/ou contratos antigos.
Uma questão, se houver alguém que nos possa esclarecer: Qual a velocidade dos ventos que foi registada nos locais em que as tais dezenas de postes de 10 ton , tombaram e/ou entortaram sob a força dos ventos? Segundo estou informado foram umas dezenas largas que tombaram ou foram arrancados.
É muito estranho que uma estrutura metálica em treliça se dobre como uma chapa, conforme pude observar numa foto.
Pergunto ao meu colega António Mexia, qual a velocidade de cálculo considerada no dimensionamento dos postos?? 150, 180, 200 km/h. Será que foram calculados só para 100 km para ficar mais baratos? Houve falha de qualidade nos pressupostos, no projectos??. E se os foram facilmente arrancados das fundações, então teremos um 2.º problema (muito sério) de projecto dessas mesmas fundações. Parece-me que há aqui a necessidade de uma auditoria técnica séria e honesta, para que tal não se verifique no futuro de consequências fatais! Será possível haver algum processo sério e honesto neste pais, para variar ??????? De facto, e salvo erro, dado não ter dados suficientes, a causa pode não ser só da tempestade, da intensidade dos ventos, mas uma componente significativa da ocorrência ser devida a plausíveis falhas técnicas graves nos pressupostos, no método de cálculo, na especificação do aço, na fiscalização da empreitada e o mesmo no que se refere às fundações. Não estranharia que a auditoria concluísse haver tais falhas técnicas graves. Claro que tal vai ficar no segredo dos deuses da EDP. Shiu, não se pode saber, segredo de estado!! Isto é quase como querer justificar todas as n/ incompetências e defeitos devido a causas externas, como na miserável política que se pratica nesta espécie de país ad eternum “, adiado. Até à podridão total!!!
Seugundo a REN, o postes estão projectados para suportar ventos até 150 km/h mas foram registados ventos na ordem dos 200 km/h.
Note que não se trata apenas da força do vento sobre os próprios postes mas também sobre as linhas que os postes suportam.
Espero que ajude.
Caro Ricardo B., e Demais neste Forum:
Está implícito que um poste tem a função de suportar os cabos eléctricos, é para isso que foi instalado. Também está implícito que tem que suportar o próprio peso e o dos cabos, além de ter que assegurar a reacção ao “drag”, que decorre da acção do vento sobre os cabos e próprio poste.
Acima de tudo, importa na auditoria apurar as causas, a incúria e o provável desleixo muito enraizado nas empresas públicas portuguesas que actuam neste país, especialmente aquelas em regime de monopólio. Há que admitir um mercado livre (e não de fachada, artificial, mas efectivo) de operadores para a rede e infra-estrutura eléctrica nacional. Porque é que existe só uma REN?????? Para bem e evolução de todos, há que admitir mais players neste mercado!!! Acabar com os monopólios que tornam este Portugal medieval, feudalista!! Por fim a este escândalo!
Porque é que foram deitados abaixo cerca de duas centenas de postos???
Os pressupostos de concepção e projecto terão que ser revistos e validados para ventos de 220 ~ 250 km/s.
Um 2010 melhor que este ano negro de 2009! AS
Caro António,
é óbvio que os postes têm que suportar a carga dos cabos. Apenas referi esse facto porque você manifestou alguma estranheza quanto à forma como os postes se torceram.
Devo dizer que em Portugal há é uma grande tendência para confundir incompetência e desleixo com questões mais profundas.
Os postes não ruiram por desleixo da REN. Os postes ruiram porque houve alguém, em principio uma entidade estatal responsável por definir os parâmetros de segurança destas coisas, há muito tempo estableceu que seria suficiente que os postes tolerassem ventos de 150 km/h e ocorreu um evento que excedeu esse limite.
Podemos e devemos questionar essa decisão e a necessidade de rever as margens de segurança, mas não convém confundir as coisas e apontar ao alvo errado.
Mas antes de nos pormos a clamar por substituir todos os postes da REN por postes capazes de suportar ventos de 250 km/h, é preciso ter consciência de que isto foi um evento extremamente raro. Tão raro que *nunca* tinha ocorrido em Portugal.
Talvez queira pensar duas vezes em se quer mesmo que a REN troque todos os seus postes. É que, de uma forma ou doutra, isso vai-nos sair a todos do bolso.
Só existe uma REN pois é manifestamente impraticável, num país com a nossa dimensão, haver concorrência ao nivel da infraestrutra de transporte de energia.
Mesmo ao nível da infraestrutura de distribuição, é muito dificil concorrer com a EDP, como se pode observar.
A EDP empresa publica depois do do 25 de Abril electrificou o Pais , sem ela com empresas privadas a electricidade nunca tinha chegado a certos locais não era viável
Agora não é uma empresa pública, é de accionistas (o povo tem acções) até da vontade de rir. Alimenta lobbies, partidos, tachos.
Mas o mais grave é que uma empresa tão grande não cria emprego, alimenta os recibos verdes e os contractos a prazo.
E esta coisa entre o privado e publico origina grandes equívocos .
E aqueles postes tão grandes que caíram , algum de vocês conseguiam mete-los de novo em pé e a funcionar em poucas horas?
Não se iludam a liberalização dos preços dos combustíveis pouco efeito sortiu. E a privatização, liberalização, acções, bolsa não resolve os problemas de quem precisa e de quem está desempregado.
Não consigo entender muitos comentários que aqui se fizeram.Muitos dos que constam aqui são construtivos, por pessoas que viveram de perto com as condições atmosféricas adversas que se fizeram sentir em Portugal inteiro, e não apenas na região Oeste (foi a mais afectada). Gostaria mesmo de saber se tivessem nesta região, e passassem pelos medos e receios de muita gente, que quase perdeu casas, e outras coisas mais, se também vinham para aqui dizer estas coisas.Não culpem a EDP, por aquilo que a natureza provocou.Postes da REN, que pesam 10 Toneladas, tombaram, com ventos na ordem dos 230 Km/h, não é brincadeira nenhuma, e caso não saibam, não foram nem 1 nem 2 postes que ficaram assim….FORAM 22 POSTES de MUITA ALTA TENSÃO…Só quem esteve no terreno, é que sabe por aquilo que passou, os sacrifícios que tiveram, para poder restabelecer o fornecimento de energia eléctrica aos 350 MIL CLIENTES que se privaram deste serviço de primeira necessidade.Não estou a defender a EDP, nem ninguém, apenas gostaria que pensassem um bocadinho, e vissem que existiram pessoas que perderam aquilo que uma vida deu, em minutos.A EDP vende energia aos consumidores, não existindo energia, não existindo consumo, a empresa não está ganhando nada com isso, é só pensarem um pouco e irão perceber isso.
ou seja serviços publicos – uma verdadeira vergonha!!!
Fantástico. É mesmo isto que escreve, sem tirar nem pôr. A culpa ou é da chuva ou da seca ou do frio ou do calor. De resto, neste maravilhoso país à beira mar plantado, a culpa morre sempre solteira!
Assunto: Contador bi-horário com ciclo diário
Caríssimos todos;
Este meu comentário é um alerta.
Há ums meses largos, mais ou menos nos primeiros meses do ano que agora acaba, a EDP enviou um e-mail a alguns clientes (digo alguns porque sou cliente e não recebi, talvez porque não pago a factura por transferência bancária) a informar que o horário do ciclo diário para as horas de fora de vazio e de vazio passava a ser igual no verão e no inverno.
Alertada por pessoa amiga consultei o site da EDP e lá estava a informação.
Fiquei radiante pois no verão podia passar a ligar as máquinas da roupa e da loiça às 22h e não às 23h como anteriormente.
No entanto, de há uns meses a esta parte comecei a notar que a factura era consideravelmente mais elevada sem que se verificasse qualquer motivo para o facto. O agregado familiar era o mesmo, a rotina da casa não tinha sofrido alterações, as lâmpadas há muito que tinham sido substituídas por outras de baixo consumo e, mesmo para cozinhar eram escolhidas as horas de vazio sempre que possível.
Eis senão quando, recebo uma circular da EDP, datada de 8.12.2009, com o assunto: Parametrização do contador de energia electrica, referente ao despacho nº 14 251/2009 da ERSE.
Munida da paciência que estas coisas requerem liguei para a EDP a pedir que me explicassem exactamente do que se tratava e, para minha surpresa, fui informada que só quando vierem executar o referido trabalho no contador, i.e. adaptação aos novos períodos horários – e que segundo a circular iria ser contactada dez dias após a data (8.12.2009) mas que até agora passados 22 dias ainda não aconteceu – é que passarei a poder usufruir do tal horário uniforme das 22h às 8h.
Assim, estive meses a consumir energia em horas fora de vazio – além de pagar a taxa referente ao contador bi-horário – convencida de que o despacho já estava em vigor porque no site da EDP nada constava em contrário.
Feliz Ano Novo.
Isabel Magalhães
Siga para a Iberdrola ou Sodesa! Ainda que isso não nos liberta da REN. Aí só mesmo com umas caixas de robalos é que se consegue ser bem atendido.
E uma semana depois ainda há locais sem electricidade. Uma miséria.
Este é o país que temos!! Triste, não é ?
Atrasado, quanto baste, mais pobre que o que deveria ser e triste , que até faz chorar as pedras da calçada. É sina sermos portugueses: explorados até ao tutano, enganados por meia dúzia de burlões, empobrecidos por investimentos mal feitos e investidores corruptos e como se não bastasse, até o tempo não está de feição. Mas a culpa, neste paraíso à beira-mar plantado, é coisa que ninguém tem. Aqui tudo se faz, e ninguém é culpado de nada. Por cá, a culpa morre sempre, sempre solteira.
Meus caros.
Postes de Alta Tensão. Medo. Muito Medo. Enterrem os cabos e os vendaváis já não vos afectam, meus caros EDPs ou RENs. Só que isso iria reduzir o lucro de 1B €.
Acabem com o monopólio
Por aqui vejo, muito treinador de bancada.
AS PRIMAS
São “primas” do milagre da “primatização”, embandeiram a “missão” da excelência (em investimentos no estrangeiro), pagos pelos “primatas” lusitanos, que não merecem(os) mais do que um “investimento mínimo”.
Na saída da “idade da pedra” uns primatas (evoluídos) “primatizaram” por tusto e 1/2 as agora citadas “PRIMAS” (EDP, PT e GALP) – um cidadão comum com dinheiro para as comprar não tinha livre acesso às acções PORQUÊ??? era um grande negócio não era ???? pois era, mas só para alguns “PRIMOS”.
E enquanto a infra-estruturas existentes se aguentarem até à exaustão, à custa de prestarem um serviço “por favor” ao cidadão que as pagou, a coisa vai, quando entrar em “colapso geral” (já falta pouco) “aqui d’el rei” (ou d’el PRESIDENT) que vai falir e volta-se a privatizar.
Uma pergunta acerca deste negócio de privatizar falidos:
Privatiza-se um buraco como o BPN, o qual, ainda quero acreditar, ser um laivo de astúcia: onde há fumo há fogo e se o buraco está ali longe não deve andar a rolha, e o BPN Cayman?? aquela super eficaz lavandaria financeira (incluindo de dinheiros comunitários que deveriam ser aplicados no desenvolvimento da nação) e eventual “guita” à qual a rolha deveria estar presa… vai fechar (acho que amanhã -pelas noticias “até ao final do ano”) levando eventualmente consigo o fio que liga à rolha.
Por ultimo, a comunicação social anda omissa sobre um dos senhores da (GRANDE) rolha – braço direito “d’el comandante” (pardon: el PRESIDENT)- (e são centenas de milhões de nossos euros) e a Srª.Drª. M.M.M.Guedes (a grande bomba noticiaria do seu tempo) não verteu uma letra sobre o assunto e já ia no 2º volume sobre uma eventual “rolhita” de 2 milhõezitos de euros que a ser verdade, seria uma entrada de capital estrangeiro, o que nos leva ao verdadeiro serviço e sentido de ESTADO, em que se cada governante/politico/autarca/deputado português, conseguir cativar capital estrangeiro com a mesma “performance”, rapidamente deixaríamos de ter défice e passávamos a ser um dos bafejados paises com “superavit”…
…e viveríamos felizes para sempre!!!
Voltando à realidade e em suma: a EDP chegou à conclusão que somos terra de “ceguinhos” e como tal os “apagões” mal seriam notados.
Um abraço solidário aos meus compatriotas, ao blogger e aos que nos ouvem
Alberto Alves
(vizinho da Petrogal-Matosinhos e sem Gás Natural- eu sei que não é produzido, ali mas não lhes fica nada bem…)
fontes (e não me chamo Maria nem sou Moura): yman-fecha-ate-ao-final-do-ano_72663.htm l
http://economico.sapo.pt/noticias/bpn-ca
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?c ontentid=5A468F0A-F0BC-41C8-BAC8-9762940 4366E&channelid=00000181-0000-0000-0000-000000 000181&h=11
http://www.scribd.com/doc/9137734/BPNSLN-v s-Dias-Loureiro
Então va toca a abrir vala por esses penedros fora, pa enterrarmos… Sabem o que sao campos magneticos?? Por isso é que vamos ao estrangueiro o tuga é isto o tuga é aquilo…Eu sou natual de Portugal e digo com a sinceridade o tuga é BURRO,O tuga sabe criticar, porque tudo é injusto pra ele a partir do momento em que envolve trabalho e esforço, os tugas até teem saude ha borla mas até isso criticam, há paises ditos desenvolvidos em que a saude não é a pala…Os postes deviam aguentar?? Voçes compram um mercedes se baterem a 200 com ele dificilmente fica recuperavel…sao situaçoes extremas…E sim tenh carro da empresa e tenho telemovel da empresa e tudo e tudo… mas no natal tive em cima dos postes de molho a chuva e na passagem de ano, ainda consegui jantar em casa mas passei a passagem de ano a chuva novamente… E normalmene um quadro dispara por sobregarga no disjuntores.. e deixemos aqui os advogados engenheiros e médicos e la o que voçes sao todos de fora… Porque já nao é a primeira vez que vejo um médico meter os dedos na ficha luz pa ver se da faisca 🙂 Nem todo o conhecimento se adquire na escola, aconselho a quem tenha algum tipo de duvida sobre a potencia da amperagem contractada a ligar para o apoio ao cliente. E já agora… Já que falais na Iberdrola…lembrem-se que as linhas sao da Edp.. Se querem ser independentens a nivel de electrecidade, toca a investir em paineis fotovoltaicos. São caros??? Afinal a factura da edp é mais barata? Chama-se a isto investimento que dara frutos nao em 1 ano ou 2 mas sim em mais. Mas o tuga nao pode ver mexer na carteira em investimentos, preferem andar a trabalhar pa comprar um carro novo uma porrada de anos, do que investir nas energias renovaveis por exemplo. quantos de vós paga a agua quentinha com que tomam banho, todos ou quase todos? e porque nao em investir num painel solar para aquecimento de águas sanitarias?e futuramente ligar esse painel a uns radiadores para nós aquecer a casa e como voçes dizem para a EDP que sao uma cambada de ladroes nos roubarem o dinheiro todo.. A porcaria do nosso país ate da um incentivo fiscal… mas custa largar a nota nao é?? já se compr uma painel com deposito por 1400 euros.. Muitos de voçes ja tiveram este ano a surpresa da factura da luz com mais de 300 euros de luz por causa do aquecimento que usam nas vossas casinhas, pois façam as vossas contas e procurem voçes propois a arranjarem altenativas.. Como veem não tou para defender nimguem, quero é que a nossa socieade deixe de ter a imagem de coitadinhos..