Era uma vez…


Paulo Sousa,

Era uma vez um país que, deprimido, vivia obcecado com a grandeza de outrora. Mais do que ambicionar a voltar a desenhar o futuro, consumia-se numa masturbação eterna com o passado. Para entreter e mobilizar os seus nacionais, criou uma narrativa, um império por desígnio superior e direitos inalienáveis. Os territórios e os povos teriam de se vergar à vontade de quem conseguia drenar a vontade dos outros. A religião, também com medo do futuro, validou o desígnio e a todos abençoou. O resto do mundo não concordou e remeteu esse país à solidão que apenas os desalinhados conhecem.

Pelo caminho ficou um imenso rasto de destruição, uma geração de mortos e estropiados e muitas mais de memórias que, erradamente, irão tentar provar que, afinal, os sangues não são todos iguais.

De que país estou a falar?

Alguém do PCP me pode ajudar nesta escolha?

64 comentários em “Era uma vez…”

  1. do fascismo ao social-fascismo
    ou
    do estado novo ao estado velho e irremediavelmente esfarrapado

    nem um nem outro, … antes pelo contrário

  2. O palerma alienado que, no meio de um extenso rol de palermices recheadas de erros ortográficos, aqui tentou vir defender a invasão russa, que recue 50 anos e … volto a perguntar: De que país estou a falar?

  3. É aquele país que foi ameaçado pelo expansionismo na NATO, que lhes pretendiam roubar bases navais estratégicas, que defendeu os seus num território que por séculos lhes pertenceu, o que não aconteceu com os portugueses, que foram abandonados nos seus territórios ultramarinos!!!??? Já sei… É a grande nação cristã Rússia!!!! Qual é o país que tem um Judeu presidente, um mohameds ministro da defesa, cujo os seus jovens tentam fugir à guerra e que o Ocidente designa este ato como corrupção nos centros de recrutamento!!???

      1. Seu virar o funil vou observar o mundo de fantasias…uma Alemanha com um crescimento inacreditável , o Primeiro Ministro de Portugal

  4. Não sou do PCP nem de nenhum partido, mas poderia indicar vários países que sofreram e sofrem às mãos de um louco e seus “aberrantes” cujas consequências estão à vista de todos. Em todas elas a “narrativa é igual assim como a chacina de inocentes” embora diga que nem todos os cidadãos desses países são “farinha do mesmo saco”!
    Não pretendo arranjar “querelas” com qualquer comentador que seja a favor da guerra, porque a minha liberdade termina quando começa a de outrem, mas sei bem o que é sobreviver a uma guerra estúpida, opaca, gananciosa, etc, etc. mas que felizmente escapei com uma filha de seis meses ao colo na minha terra natal…LUANDA!
    Gostei muito do seu texto e oxalá que termine o genocídio a que assistimos sem poder fazer nada por ser ou sermos meros peões, a não ser recebermos com compreensão quem foge delas!
    Não sei se me fiz entender!
    Cumprimentos e um bom dia

  5. Olha-me outro, que tem pesadelos com o PC. Eu com o PC só tenho sonhos cor de rosa. Já agora, consulte um um médico do foro neurológico, deve-lhe fazer bem.

        1. Depois de tanto milhão de vítimas causado, de tanto sangue derramado, aproxima-se do inexorável caixote de lixo da história. Por respeito à memória de tantas vítimas, será um momento a assinalar.

          1. Está a falar do Cristianismo, não está? É que esta religião fez mais vitimas nestes 2000 anos e, ao que parece, não está em extinção. O Nazi/Fascismo do qual V.S.ª, porventura, faz parte, fez mais vitimas e tem, cada vez mais, ( basta ver por este blog ) os seus seguidores.. Não entre em contabilidade e certezas, de quem provocou vitimas, pois pode-se dar muito mal. A demagogia tem os seus limites e os fanatismos também. Como já o aconselhei ( e olhe que é conselho de amigo ) deve-se tratar. O senhor não anda nada bem.

          2. Os excessos do Cristianismo são condenáveis. Já os dos Comunismo… esses são mais macios. Ser comunista é fácil num país que não é governado por comunistas.

          3. Mesmo eu que não sou crente digo: Nossa Senhora, que verborreia! Então vem com os crimes do ” Comunismo ” eu respondo-lhe com os crimes do Cristianismo e vem, em resposta, com tergiversações?
            Já lhe disse, trate-se.

          4. Essa saída é tal e qual como o Ctrl + Alt + Del da informática de há uns anos. Esgotou as cartas, abriu pisca e cedeu passagem.

          5. Entre eles os milhões de cristãos ortodoxos russos, coniventes, apoiantes e cúmplices do massacre russo na Ucrânia, as vítimas são os seus irmãos cristãos ucranianos. Não vá por aí pela história, que você perde-se.

    1. É isso: sonhos cor-de-rosa. TRabalhinho na func pub, casa paga e férias no INATEL. Porque sonhos vermelhos você não tem: não trabalha num kolkhoz, não vai com senhas para a bicha na mercearia, não vai de férias para a praia do lago contaminado com detritos industriais.

      É fácil ser comunista em Portugal, ser comunista a sério é mais difícil. Ide-vos todos F. Deviam era ser extintos, seus assassinos de massas.

          1. O Presidente Francês e o Primeiro Ministro Inglês, à data, não o fizeram várias vezes? E também são Estalinistas? Como dizia o grande poeta Aleixo:
            Para a mentira ser segura
            E atingir profundidade,
            Tem de trazer à mistura,
            qualquer Coisa de Verdade!
            Passe bem.

      1. férias no INATEL

        Que tem Você contra férias no Inatel?

        Os hotéis do Inatel estão disponíveis para qualquer pessoa (incluindo para estrangeiros). Não são um privilégio só para alguns.

        Eu passo alguns (poucos) dias de férias no Inatel todos os anos, e não me considero propriamente um privilegiado por isso.

        1. Nada contra. Mas há um padrão. E é esse padrão que me interessa invocar aqui, para desmistificsr estes comunistas de meia-tijela que vêm para aqui armados em revolucionários e se calhar a maior parte deles trabalha na CGD.

      1. Não sei a idade que tem, mas o sabão rosa era o sabão dos pobres no tempo do fascismo. E era com esse sabão, que o fascismo lavava o cérebro cá das gentes.

        1. Você ainda não percebeu que para ser antifascista não é preciso ser comunista. Estou-me a referir ao sabão usado pelos partidos comunistas nas lavagens cerebrais que faziam aos seus seguidores numa tentativa de os convencer que o marxismo era a ideologia perfeita criadora de paraísos sociais. Os mesmos seguidores que no tempo da ditadura fascista em portugal, entregavam à pide os membros do pcp que de alguma forma discordavam das ordens do comité. Era uma forma de seleção natural dentro do partido.

          1. A treta de sempre de quem tem ódio ao partido que mais lutou pela liberdade em Portugal, no tempo da outra senhora. Como eu o compreendo.

          2. O PCP combateu um regime que o perseguia, e que era em tudo idêntico à Rússia de Putin. Autoritário de direita nacionalista identitária saudosista imperial e com o apoio da igreja local. Com os Gulags a fazerem as vezes do Tarrafal e do Aljube.
            A liberdade que defendiam era a liberdade à moda da União Soviética, com purgas, queima de livros e perseguições aos que se atrevessem a discordar. Essa e a “liberdade” que o PCP defende.

          3. Pois. Para si os facínoras da PIDE é que eram bons, pois só prendiam, torturavam e matavam comunistas, não é verdade? Sei muito vem donde vem.

          4. A treta de sempre de quem tem ódio ao partido que mais lutou pela liberdade em Portugal, no tempo da outra senhora. Como eu o compreendo.

            A falácia do costume. O PCP só lutou contra o estado novo porque queria instituir outra ditadura, não era porque amasse assim tanto a liberdade. Vocês já não enganam ninguém, a Vaca Cornélia já acabou.

        2. Um putativo “antifascista” sempre em defesa aberta do fascista Putin.
          Estalinista puro e duro. Segue o exemplo do mestre, que prestou vassalagem à besta nazi. Tornando-se besta igual à outra.

          1. Uma série de disparates de quem não anda bem.
            Tenho pena de si e de quem o rodeia. Ufa!

        3. O tempo do fascismo? Mais do mesmo, esta gente não aprende. Ou melhor, aprende e sabe muito bem, mas agarra-se como lapa à máxima segundo a qual uma mentira repetida muitas vezes se torna verdade. Ferramenta comum, aliás, ao proselitismo maniqueísta das extremas esquerda e direita. Irmãs desavindas, tão somente, afinal.
          O autoritarismo de direita, o “Estado Novo” português, não precisa de ser apodado de fascista para se revelar no seu pior. Porque não o foi. Tirando uns arremedos, há longas décadas (“quem vive?”, “quem manda?”, as patéticas coreografias da Mocidade Portuguesa com “o S que não é de Salazar, mas de servir, no cinto!” – como me berrou um dia um histriónico “instrutor”, na única vez em que, miúdo de dez anos em escola pública, vesti aquela farda, já no ocaso da coisa – e nada me aconteceu, nem a meus pais, por pura e simplesmente nunca mais o fazer – e coisas afins, de legionários barrigudos e largamente irrelevantes), onde está o incitamento – como à esquerda, nunca nos esqueçamos – à metódica subversão da ordem, ao culto da incitada violência de massas como meio preferencial de actuação? Onde está o Estado submetido ao Partido (na União Nacional, na Acção Nacional Popular?, nessas bizarrias tudo visto fundamentalmente risíveis?). Onde está isso, no “viver habitualmente”, na “minha política é o trabalho”, no “Deus, Pátria, Família”, no fundamental horror desse particular chefe às massas, com talvez a excepção formal do 10 de Junho encenadíssimo?
          Um autoritarismo de direita, reaccionário, perfeitamente anacrónico e sustentado por uma polícia política que torturava (não é exclusivo do fascismo isso de as ter; o comunismo, esse irmão desavindo, esteve e está cheio delas; e requintadas na sua prática). Isso tudo, de acordo.
          Mas chamar-lhe “fascismo”? Haja bom senso. E uma réstia de honestidade.

          1. Meu amigo, no meu tempo, antes do 25 de Abril, havia uma publicidade na rádio e TV, que dizia ” OMO LAVA MAIS BRANCO”. não branqueie o fascismo. O Ministério das Corporações era uma cópia da Carta de Lavoro do Mussolini, onde o Salazar o adorava e até tinha um foto na sua secretária.
            As saudações ao Salazar e ao regime eram com o braço estendido à romana. Todas as formas de governo eram, sim senhor FASCISTAS. Só que os portugueses têm um problema – para o bem e para o mal – copiam sempre mal. E talvez fosse a nossa sorte, do fascismo não ter as repercussões como o de Itália ou na Espanha do Franco.
            Um abraço

          2. O senhor comunista sabe que o Otelo era instrutor da Legião Portuguesa? E que gostava da Mocidade Portuguesa. Estou convencido que sabe, mas que, no 25/4 mudou-se para o PC, convencido que ali lhe dariam abrigo. Mas enganou-se.

          3. Insiste então em tudo reduzir a questões de forma que em todo o caso foram por cá muito – muito – atenuadas. Ora, a ir por aí, decerto não ignora que não falta quem ainda hoje siga com acrítica e canina fidelidade a saudação simétrica (e toda a liturgia e estética a ela associadas e devotamente cultivadas, em verdadeira paragem no tempo) da romana: aquela do punho no ar, com o cortejo de horrores que tem consigo. Mas para si, está visto, muito bem.
            Esse partido que V. afirma noutro comentário ter sido o que mais lutou pela liberdade neste país será aquele que mais lutou por substituir uma ditadura por outra, filiada em práticas tão ou mais repugnantes do que aquelas que imputa ao regime do Estado Novo. O partido de que foi secretário-geral aquele – figura sacralizada do regime actual, não nos esqueçamos – que um dia afirmou que em Portugal jamais haveria oportunidade para uma democracia de tipo ocidental. A democracia, muito imperfeita que seja, que nos permite escrever aqui o que escrevemos (me permite, pelo menos; o que escrevo e que sem dúvida o levará à náusea e fará suspirar por um campo de “reeducação”, ou “hospital” psiquiátrico, onde muito convenientemente me encerrar; admitindo que não se optaria por outra e mais expedita forma de silenciar).
            Mas, vá lá, V. não referiu o crucifixo e as fotografias da veneranda figura e do sr. presidente do conselho de ministros, nas salas de aula. Estou certo de que não foi por esquecimento. Talvez por um resquício de pudor, terá sido? Afinal, tivesse a sua alternativa sido bem sucedida, lá estariam as fotos do camarada secretário-geral, do sr. Marx e do sr. Ulianov (pelo menos).
            A venerar com nunca bastante estremecimento.

          4. Depois de todo o arrazoado anticomunista ( se não fosse a disciplina soviética e a heroicidade do seu povo o sr. talvez se chamasse Benito ou Adolfo, e era capaz de gostar,) aconselho-o a ir – o mais urgente possível – a um hospital psiquiátrico ( não da União Soviética, mas em Portugal ) para se tratar. Até lá, um bom fim de semana..
            Mas trate-se. O sr, tem sintomas de demência muito avançados. E eu percebo da ” poda “.

          5. Aprecio a solidez do argumento com que encerra esta nossa troca de comentários. Porque não sigo a sua linha de pensamento e ouso questionar os seus dogmas e o – seu – Sol do Mundo, necessito de “tratamento” psiquiátrico. Só confirma o que escrevi, palavra a palavra. Sem a menor surpresa. E o mérito é todo o seu.

          6. Um estalinista saudoso do KGB, do Pacto de Varsóvia, do Gulag, do Muro de Berlim. Saudoso do tempo em que o PCP apoiou o miserável pacto celebrado entre Hitler e Estaline em 1939 e esteve na primeira linha do aplauso ao esmagamento das revoltas populares na Hungria em 1956, na Checoslováquia em 1968, na Polónia em 1981.
            Nada de novo: o mesmo partido alinha hoje com o comunonazi Putin, assassino de milhares de civis na Ucrânia. Sem uma só palavra de solidariedade pelas vítimas. Quase todas pobres, quase todas das classes mais desfavorecidas.
            O estalinista celebra, claro. Cheira-lhe a sangue: até rejuvenesce. Como os vampiros.

          7. Migang, tenho estado aqui no meu cantinho a ler atentamente todos os comentários e, francamente, a sua falta de argumentos….. Então o seu argumentário não passa da recomendação do consumo de medicamentos e internamentos? Fraquinho, muito fraquinho.

          8. Voce quando lete história, espalha-se todo…. se não fosse o apoio militar americano e inglês a staline, moscovo tinha saido do mapa. Peça lá autorização ao sr. Raimundo para ler uns livros de historia… não daqueles do putin….

  6. O resto do mundo não concordou e remeteu esse país à solidão

    Se se refere à Rússia, como se pode presumir a partir dos tags, então esta descrição não está rigorosa: a Rússia não está na solidão. Nem nunca poderá estar, uma vez que o fornecimento de petróleo e de trigo ao mundo depende, em boa parte, da Rússia. Diretamente ou indiretamente, o trigo e o petróleo vêem de lá.
    Isto é especialmente verdade para Portugal, que muito precisa de importar trigo e petróleo. E que os importa da Rússia, embora por vias indiretas e convolutas.

      1. porque é que pensou que era a Rússia o país em causa?

        Por causa do tag no fim do post.

        Recue lá 50 anos e pense melhor.

        Sim, quando comecei a leitura do post também pensava que se referia a Portugal. Mas ao Portugal de há 50 ou mais anos, não ao atual.

        1. Esse é o ponto. As parecenças são tantas entre os dois casos, que os comunistas pró-putinistas, deviam tomar consciência que andam a apoiar uma causa imperialistas protagonizada por um regime de direita nacionalista, apoiado ela igreja local. Mas para eles o anti-americanismo está muito acima desses detalhes.

          1. Esse é um raciocínio que não está ao alcance deles. O sabão comeu tudo… o sr. Raimundo é provavelmente o último dos moicanos de uma tribo em vias de extinção.

          2. As parecenças são tantas entre os dois casos

            É verdade que há muitas parecenças. Porém, tal como escrevi no meu comentário, há uma grande diferença: enquanto que Portugal há 60 anos foi efetivamente remetido à solidão diplomática, a Rússia não está remetida a tal solidão. Nem pode estar (ou ser). A Rússia, com as suas armas nucleares e com a sua insubstituível capacidade de produção de muitos produtos absolutamente essenciais ao mundo, não pode ser remetida à solidão.
            De ano para ano o mundo fica mais dependente dos cereais produzidos na Rússia. Com o aquecimento global, no futuro essa dependência será ainda mais acentuada.

          3. não vale a pena discutir , balio , eles acham que o mundo é o ocidente… o facto de a rússia estar acompanhado por mais de metade da humanidade ( china , índia , alguns países de áfrica e américa do sul ) não é relevante para cabeças enviesadas e com ideias preconcebidas de rebanho.

          4. Interessante é a análise psicológica dos apoiantes dos regimes autoritários e totalitários. Para além daqueles que simplesmente querem sobreviver e para isso dizem tudo o que tem de dizer para tentar passar entre os pingos da chuva, existem aqueles que o que gostam mesmo é de seguir ordens. Assim não têm de decidir nem de pensar pela própria cabeça.
            Se fosse da oposição lá nesse paraíso que defende, continuando a viver no odiado ocidente…, lá ia ter de levar com um chazinho de novichok. É tão fácil ser oposição numa democracia.

          5. eu não odeio o ocidente… tenho pavor e detesto uns tais oriundos do médio oriente que tomaram de assalto o “ocidente” e os ocidentais , ucrânia incluída., assentando arraiais e fazendo quartel general nos states. é a essa gente que faço oposição , defendem valores completamente contrários aos meus.

          6. Eh Paulo Sousa, parece que tem informações sobre o que se a passar no palco de guerra.
            Os americanos vão ter uma reforma garantida para cem anos: é fazer as contas de quanto a Ucrânia tem de pagar dos empréstimos e da compra de armamento.
            E por estar com a mão na maça com o raio dos comunistas, pode dar notícias dos comunistas russos 15,9% da Duma, que afirmaram “Somos contra o fascismo tanto na Ucrânia quanto na Rússia. E, portanto, não acreditamos na retórica de que o regime anticomunista e antidemocrático raivoso de [Vladimir] Putin pode libertar o povo da Ucrânia das gangues nazistas.”
            São estes os comunistas não-putinistas? Ou essa dos “comunistas pró-putinistas” é para separar uma uns comunistas da treta?

          1. não percebeu?
            o que são comunistas pró-putinistas? Putin não é comunista.

    1. eu que não sou portuguesa

      Mas é uma galega ali da região de Baiona ou Vigo, portanto é uma portuguesa honorária.

    2. Está a ver Marina! Eu que não sou defensor das democracias ocidentais e de algumas outras no mundo, também acuso o estado novo de ter sido responsável pela vergonha que sempre foi a colonização portuguesa em África. Eu não gosto de impérios. Por isso não sou fã dos EUA. Porém, entre as democracias ocidentais e regimes como o russo, chinês, norte-coreano, iranianob, e incluo os regimes saudita e israelita, eu prefiro as democracias, apesar dos muitos defeitos que têm. Do outro lado, é só defeitos, com naturais excepções. É uma questão de sermos livres de escolher um lado sem termos medo de cairmos de alguma escada…

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