Era inevitável


Sérgio de Almeida Correia,

Estava a ver que o homem não se chegava à frente, não dizia nada.

Confesso que já estranhava a quietude. Com “o animal feroz” de novo à solta, o melhor é ir à caça (dos votos) antes que se volte a fazer tarde. A malta está impaciente.

7 comentários em “Era inevitável”

  1. V. tem medo de quê? Modere-se, caramba! Ou acha que o seu PS conquistou o estatuto de dono perpétuo do poder e os portugueses não têm, pelo voto, nada a fazer contra tal maldição?

    1. Não gosto desses modos desabridos, meu caro, que também pedem moderação. Creio que não faz o seu estilo e até aposto que aprecia esta pluralidade do DO, onde impera o debate de ideias.

        1. Acho e V. deve saber bem que acho. Mas – quando não se trate de debates vivos – a picardia, a graça, a provocação, a ironia, etc., enquadram-se. E aquele tom desabrido não teve qualquer enquadramento. Mais a mais, deixe-me que lhe diga: se há no DO cuidados com o trato (e há), o Sérgio de Almeida Correia é disso um exemplo indiscutível.
          Aproveito para lhe dizer que apreciei o modo cordato como me respondeu.
          Um abraço.

    1. Além de dar uma bela imagem do ‘Económico’ e do que nele se entende por “claro”: «Passos Coelho deixou hoje claro que os portugueses terão de ser confrontados com eleições antecipadas» – lê-se (ou lia-se) no ‘lead’.

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