Estava a ver que o homem não se chegava à frente, não dizia nada.
Confesso que já estranhava a quietude. Com “o animal feroz” de novo à solta, o melhor é ir à caça (dos votos) antes que se volte a fazer tarde. A malta está impaciente.
Estava a ver que o homem não se chegava à frente, não dizia nada.
Confesso que já estranhava a quietude. Com “o animal feroz” de novo à solta, o melhor é ir à caça (dos votos) antes que se volte a fazer tarde. A malta está impaciente.
V. tem medo de quê? Modere-se, caramba! Ou acha que o seu PS conquistou o estatuto de dono perpétuo do poder e os portugueses não têm, pelo voto, nada a fazer contra tal maldição?
Não gosto desses modos desabridos, meu caro, que também pedem moderação. Creio que não faz o seu estilo e até aposto que aprecia esta pluralidade do DO, onde impera o debate de ideias.
Vou tomar em conta o seu conselho, que agradeço.
Mas olhe: sem estas picardias, o DO perdia muita da graça que tem, não acha?
Acho e V. deve saber bem que acho. Mas – quando não se trate de debates vivos – a picardia, a graça, a provocação, a ironia, etc., enquadram-se. E aquele tom desabrido não teve qualquer enquadramento. Mais a mais, deixe-me que lhe diga: se há no DO cuidados com o trato (e há), o Sérgio de Almeida Correia é disso um exemplo indiscutível.
Aproveito para lhe dizer que apreciei o modo cordato como me respondeu.
Um abraço.
Abraço retribuído.
Sérgio, essa “notícia”, tanto quanto sei, foi desmentida. E retirada rapidamente do sítio do ‘Económico’. O que não me admira, devo dizer.
Além de dar uma bela imagem do ‘Económico’ e do que nele se entende por “claro”: «Passos Coelho deixou hoje claro que os portugueses terão de ser confrontados com eleições antecipadas» – lê-se (ou lia-se) no ‘lead’.