Perante o que aqui está, depois de todas as declarações que nas últimas semanas foram proferidas por alguns dirigentes do PS e por uma pessoa como Guilherme de Oliveira Martins, só tenho que reafirmar, neste dia mundial contra a corrupção, o que tenho dito e escrito sobre o assunto. Como isto que aqui deixei. Fica prometido que um destes dias, se o tempo o permitir e a paciência não me faltar, escreverei umas linhas sobre o que se perspectiva no horizonte do PS para os próximos meses.
Era inevitável
Sérgio de Almeida Correia,

Uma vez que o Sérgio parece perceber do assunto, poderia tentar explicar-me uma coisa: em que é que o crime de “tráfico de influências” se distingue da useira e vezeira prática portuguesa de “meter uma cunha”?
O Sérgio que me perdoe, Luís, mas entre leigos eu sinto-me tentado a pôr a coisa assim: em que é que o crime de roubar um pastel de nata se distingue de matar a avó na banheira?
Chame-lhe dimensão, ou motivos, ou meios, ou consequências, sei lá.
João C. Talvez literacia, não? 🙂
Por acaso há uns meses dei-me à pachorra de responder pela primeira vez a um inquérito de opinião telefónico (daqueles que fugimos a 7 pés). Apanharam-me de boa onda… e à terceira ou quarta caí.
Foi longo e chato como a espada do outro.
Blocos de perguntas verdadeiramente intermináveis para política nacional, política internacional, uso de NT , e um precisamente sobre corrupção.
Fiquei logo espantada pelo interesse dado ao tema… 🙂
Será bom sinal? Depende do dono do inquérito.
Como diria a minha preciosa fada-do-lar-contratada, “Credo, vai-se a ver e era o Sócrates! Espante-se!”
No fim, estragaram tudo ao querer introduzir um bloco de perguntas final sobre bens de consumo (tipo se compra o Ariel ou o Skip , o manga laranja ou o tangerina… Bem. aí declarei encerrada a sessão e fui à vida).